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	<title>ração para canário &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Incubação de ovos pelas mães e nascimento de filhotes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reprodução de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Acasalamento]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Colocação do ninho e período de incubação</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A criação, nutrição, ambiente, saúde geral e a saúde dos órgãos reprodutivos constituem fatores importantes para o sucesso da reprodução. Um fator importante na sexualidade das aves é a luminosidade. Uma boa maneira de prepará-las é dando-lhes luz. Espécies diferentes respondem a diferentes estímulos luminosos, mas em sua maioria, uma maior quantidade de luz deve ser dada ao macho a partir do início do mês de julho e para as fêmeas a parir do início de agosto.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5145 size-medium alignright" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-300x176.jpg" alt="como reduzir a mortalidade da reprodução de canários" width="300" height="176" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-300x176.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-768x451.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-700x411.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-248x146.jpg 248w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-50x29.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-128x75.jpg 128w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1.jpg 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O período de reprodução inicia-se na confecção do ninho pelos casais. As aves de gaiola não necessitam construir seu ninho, uma vez que já tem a sua disposição um suporte preparado para esta finalidade. Os canários que vivem em aviários e que tem de ir à procura do seu ninho demonstram que esta é uma tarefa muito importante para toda a família. A canária se encarrega da construção do ninho ajudada pelo macho, que participa ativamente na busca do material. As canárias são construtoras hábeis, mas o criador pode auxiliar nesta fase para que não fique assimétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">O material oferecido para a construção do ninho deve consistir de lascas ou maravalha de madeira clara, também pode ser oferecida palha de capim. Evite cedro, musgo de turfa, terra de vaso além de fibras de coco. O material do ninho deve ser removido e substituído a cada estação, para que não ocorra acúmulo de sujeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Próximo à postura a fêmea vira frequentemente no ninho, andando em círculos por 2 ou 3 dias antes de pôr os ovos. No dia anterior à postura seu peito incha consideravelmente. A formação do casal, o acasalamento, a construção do ninho, o ato do macho a fêmea, a postura dos ovos, a incubação e tantos outros comportamentos são processos importantes na vida de uma ave e devem se efetuar de acordo com uma sequência ordenada. Este período é muito estressante e o criador deve ser paciente não interferindo drasticamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O intervalo de postura é variável. Nos psitaciformes, por exemplo, é geralmente 2 dias, já a maioria dos passeriformes bota em intervalos de 24 horas, mas em alguns casos pode ser superior. A postura dos ovos acontece geralmente nas primeiras horas da manhã. Neste período as fêmeas exigem silêncio e sossego, caso contrário, muitas vezes abandonam o ninho. Após a postura de cada ovo, 0 mesmo deve ser retirado e substituído por um indez de plástico. O horário mais indicado é o fim da tarde, pois caso a manipulação do ninho ocorra antes da postura, a fêmea poderá reter o ovo, e ao entardecer ela logo retornará ao choco. O ovo deve ser colocado em um recipiente com painço, areia ou algodão, com a ponta fina voltada pra baixo. Aconselha-se a não utilizar alpiste, devido a suas extremidades finas que poderão danificar o ovo. Quando o último ovo é posto, retorna-se com os primeiros, com isso é garantido o nascimento dos filhotes no mesmo dia para que cresçam uniformemente. A identificação do último ovo se dá pela cor mais escura.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a postura ultrapasse cinco ovos, aconselha-se a recolocação destes no ninho quando esta quantidade for atingida. Ovos com mais de cinco dias de armazenagem tem sua taxa de eclodibilidade afetada. A armazenagem pode ser em temperatura ambiente, desde que esta não exceda 25ºC.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os canários o período de incubação dura em torno de treze dias. Condições climáticas inadequadas podem prolongar a duração da incubação até dezesseis dias. A incubação até 0 14º dia é normal, após poderá apresentar problemas. A falta de umidade também pode influenciar. Não abra ou jogue fora um ovo pelo menos até 0 15º dia de choco e, mesmo assim, faça um teste de vitalidade, (Quadro 1) se colocando os ovos em um recipiente com água morna por alguns minutos. Se o embrião estiver vivo, o ovo flutuará com a ponta para baixo, uma vez que a câmara de ar ocupa o pólo mais largo e balançará ligeiramente. Os ovos abortados flutuarão de lado, sem movimentos pendulares, ou afundarão.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente intervenções na hora da eclosão não são necessárias, mas filhotes com dificuldades de se liberar da casca poderão ser auxiliados pelo criador. Durante a incubação os ovos perdem água através da casca que é porosa e permite também intercâmbio de gradientes necessários para a vida do embrião. Nesse processo de &#8220;respiração do ovo&#8221; o vapor da água expelido deve ser reposto. Daí a necessidade, nesse período, de umidade relativa do ar mais elevada. As canárias por instinto regulam a umidade molhando suas penas, sendo conveniente colocar banheiras, particularmente ao final da incubação (3-4 dias antes do final) momento em que os ovos necessitam de maior umidade e menor temperatura para que os estímulos de eclosão sejam eficazes e os filhotes possam romper facilmente a casca (70-90% de umidade).</p>
<p style="text-align: justify;">O estresse por calor e frio constitui a fonte mais comum de origem de doenças nos viveiros de psitaciformes. Se a fêmea não se banha é conveniente pulverizar os ninhos com água. Em períodos de baixa umidade pode-se colocar esponja úmida no fundo da gaiola, embaixo do ninho. Durante a incubação artificial, a temperatura e umidade devem ser adequadas para a espécie, temperaturas inadequadas podem resultar em uma eclosão fraca ou precoce, desidratação dos filhotes, e malformações faciais. Durante a incubação, é normal que as aves rodem seus ovos ou os troquem de lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto acontece por vários motivos. Um deles é para que o embrião não morra por colamento da pele com a casca do ovo. E, no caso do remanejamento, é devido às trocas gasosas com o meio externo. Isto porque, quando o embrião está num estágio avançado, ele necessita de mais trocas gasosas que anteriormente. Durante a incubação pode-se fazer o diagnóstico da fertilidade dos ovos a parir do 5º ou 6º dia, examinando-os por transparência através de um foco de luz e comprovando a existência do complexo embrionário. Para isso emprega-se um ovoscópio que consiste numa caixa contendo uma lâmpada no interior e um orifício sobre o qual se coloca o ovo. Observando-se um ovo não fecundado, por esse método, a gema é perfeitamente distinguida, enquanto nos ovos fecundados, a partir do 3º ou 4º dia da incubação já não se distingue a gema, como se ela estivesse misturada com a clara, ou seja, caso o ovo esteja claro e se consiga ver com facilidade no interior da clara, este não está fecundado.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns autores recomendam a ovoscopia em dois períodos, aos 5-6 dias para descobrir ovos não fecundados e aos 10-11 dias para eliminar os embriões mortos. Convêm lembrar que manipulações excessivas podem prejudicar a incubação e algumas fêmeas podem suspender o choco.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>O nascimento das crias:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">As aves altrizes, cujos filhotes ficam no ninho após o nascimento, incluem os psitaciformes e passeriformes. Ao eclodirem eles apresentam pouca ou nenhuma penugem, desenvolvimento músculo esquelético fraco e dependem da alimentação e do aquecimento dos pais. É recomendável restringir a alimentação durante o período de incubação, para que as fêmeas não façam posturas sucessivas e imperfeitas.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5146 size-medium alignright" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-300x225.jpg" alt="nascimentos dos filhotes de canários" width="300" height="225" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-300x225.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-700x525.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-195x146.jpg 195w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-50x37.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-100x75.jpg 100w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários.jpg 754w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">No caso das aves selvagens, a procura de alimentos está restringida pela obrigação de incubação durante esse período. No dia do seu nascimento, os recém-nascidos não necessitam de qualquer tipo de alimento. Possuem um saco vitelino que no último dia é absorvido para a cavidade abdominal que serve como provisão nutritiva para sobreviverem às primeiras horas de vida. A partir do segundo dia as aves devem receber suplementos como papas e farinhadas. Os pais devem estar habituados previamente a este tipo de alimentação para que possam oferecer aos filhotes. Os excrementos dos filhotes estão envolvidos numa película espessa e, mal são expulsos, a fêmea agarra-os com o bico e deita-os para fora do ninho. Depois de cerca de sete dias, a película que os reveste deixa de existir. Os filhotes procuram de costas o bordo do ninho para aí apoiara sua cauda e expelir os excrementos com força para fora do ninho. Quando a quantidade de excrementos é excessiva estes devem ser removidos pelo criador.</p>
<p style="text-align: justify;">O anilhamento é importante e deve ser feito por volta do 7º dia de vida. As anilhas que são aplicadas muito cedo acabam por saltar. Se aplicarmos a anilha muito tarde podemos ferir as patas delicadas dos passarinhos. Essa operação pode ser facilitada, untando-se os pés dos filhotes com vaselina ou outro lubrificante neutro.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Do primeiro voo à independência:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes permanecem no ninho até o 16º dia de vida. A partir desta idade, ocorre alteração do comportamento e a ave começa a se debater e esvoaçar. Deve-se cuidar para que os filhotes não caiam do ninho, pois nesta fase podem ocorrer traumatismos nas grades do fundo da gaiola. Neste período, a sua plumagem desenvolve-se quase por completo. Apenas a penugem na cabeça e a cauda pequena revelam a sua idade jovem.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 22 dias tiramos os canários da gaiola de incubação que seguem para outra gaiola &#8211; que deve ser espaçosa e ter um acessório para o banho &#8211; o pai, ou uma ama, pode tomar conta dos passarinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Devem ser monitorados diariamente. Filhotes normais apresentam alimento em seus papos e tem uma pele rosa-amarelada. Caso seja necessária alimentação manual das aves, deve-se observar a quantidade de alimento presente no papo. Ele deve estar vazio ou quase vazio entre as refeições, e deve estar vazio uma vez por dia. Todas as informações devem ser registradas. Para cada par incluem identificação de ninhada e número de ovos, datas de postura (se forem conhecidas), ovos quebrados ou perdidos, ovos inférteis, ovos férteis, embriões mortos dentro dos ovos, data de eclosão, qualquer diagnóstico médico dos filhotes, causas de morte, data e idade da mudança alimentar e data de venda com informações do comprador, quando for o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante planejar o manejo, tais como exames preventivos e aparamentos de bico e unhas para a estação não reprodutiva. Não usar cloranfenicol, penicilina, tetraciclina, oxitetraciclina ou sulfas em aves fêmeas reprodutoras próximas ou durante a estação reprodutiva, pois estas drogas podem causar deformidades embrionárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O manejo reprodutivo inicia na seleção das matrizes, na realização de exames de rotina, na escolha da gaiola e local, além da alimentação oferecida pré-postura. A reprodução não compreende só a postura de ovos férteis e sim todo este período que envolve a preparação das aves e a obtenção de filhotes saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:<br />
</strong><strong>Artigo extraído da Revista da SOSM – Sociedade Ornitológica Santa Maria<br />
</strong><strong>Edição 2009 conforme regulamento do concurso de revistas da FOB.</strong></p>
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		<title>Ração Extrusada x Sementes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 17:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação para Canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RAÇÃO EXTRUSADA Este artigo foi feito para aguçar a sua curiosidade e também levantar alguns pontos sobre a alimentação de nossos canários como a ração extrusada. Atualmente estamos em um mundo rodeado de tecnologias que sempre estão em desenvolvimento, temos televisões de ultima geração com tecnologia 3 D, temos carros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><b>RAÇÃO EXTRUSADA</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Este artigo foi feito para aguçar a sua curiosidade e também levantar alguns pontos sobre a alimentação de nossos canários como a ração extrusada.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente estamos em um mundo rodeado de tecnologias que sempre estão em desenvolvimento, temos televisões de ultima geração com tecnologia 3 D, temos carros de ultima geração, temos alimento para cães de ultima geração e os nossos canários ainda estão comendo feijão e arroz!</p>
<p><strong>Porque será?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pontos na criação de canários tiveram uma enorme evolução, entre eles os remédios, as gaiolas, os utensílios, as farinhadas, etc&#8230;<br />
Mas a alimentação com base em sementes continua a mesma. Será que esta será a nossa realidade em termos de alimentação para o futuro ou não?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vou relatar alguns fatos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente se caçava aves silvestres e hoje não temos mais essa probabilidade, antigamente se uma ave caçada viesse a morrer, se pegava outra e pronto, essa era a realidade. Quando comecei a me entender por gente e ter pássaros eles eram tratados quando filhotes com pão umedecido em leite e quando adultos o principal alimento era o painço e o alpiste, não tínhamos acesso a outras sementes. O mais importante deste breve relato é que antigamente também era mais difícil de criar pássaros em cativeiro e quem tinha silvestres há anos atrás sabe bem do que estou relatando. Este fato dava-se principalmente por falta de conhecimento em criação de cativeiro e também pelo fato relatado acima, se morresse um pássaro se caçava outro e pronto. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Um pintassilgo diluído criado em cativeiro chega a mais de R$ 1.000,00, um canário de boa linhagem e genética alcança este cifrão facilmente, um curió, bicudo, trinca ferro tem preços elevadíssimos.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande diferença entre antigamente e hoje é que passamos a criar em cativeiro. Também posso afirmar que nunca iremos conseguir recriar em cativeiro as mesmas condições da natureza, nem em espaço e nem em alimentação, ou seja, um pintassilgo, canário, curió, bicudo não encontram as sementes que lhes são dadas em cativeiro na natureza. Quando se fala em cativeiro na criação de pássaros queremos que eles vivam por mais tempo possível, pois não podemos simplesmente se dar ao luxo de perder uma ave e estar repondo sempre que uma morte ocorre, temos que saber a origem da morte, ou ainda se temos um plantel que não produz bem, temos que analisar o que há de errado com a forma de manejo e talvez uma das causas seja a alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje também temos um numero cada vez maior de aves em nossas casas e criadouros, um casal, dois casais, cinco casais, já não são mais suficientes para suprir as nossas necessidades de “Hobby”. É sabido que um grande número de doenças chegam a nossos canários através da alimentação, seja por má qualidade ou por manejo inadequado.</p>
<p><strong>Manejo com sementes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grande parte dos criadores faz uso das famosas e cobiçadas maquinas de limpar e soprar sementes ou usam a tradicional peneira para soprar e limpar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Será que este manejo favorece ou atrapalha?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns irão dizer; “eu só passo as sementes pela maquina quando compro”.<br />
Correto! É para isso mesmo que a maquina deve lhe ajudar. Mas será mesmo essa a realidade?<br />
E aquele resto que fica nos comedouros, você joga fora? Remonta?</p>
<p style="text-align: justify;">Amigos a grande realidade não é essa. Muitos criadores pegam estes restos dos comedouros, juntam e passam tudo nesta maquina dando a falsa impressão de limpeza e depois voltam a colocar estas sementes nos comedouros. Imaginem se um ou mais canários do seu plantel estiverem desenvolvendo alguma doença!</p>
<p>O que vai acontecer?<br />
Fatalmente você estará disseminando a doença no plantel inteiro. Para quem faz esse tipo de manejo e nunca aconteceu nada. Parabéns! Você é uma pessoa de sorte! Ou utiliza muitos medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema é novas tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem maquinas que esterilizam as sementes por ionização ou por exposição à luz. No interior desta maquina existem lâmpadas UV que tem poder germicida, deixando as sementes livres de fungos e bactérias. Que ótimo! Vamos eliminar então aqueles problemas citados acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que vale a pena esterilizar sementes de baixa qualidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos ver.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qualidade das sementes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muitas leis e burocracias falando sobre a importação, testes de qualidade e rotulagem de sementes, posso citar algumas:</p>
<p style="text-align: justify;">§ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 50, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">§ PORTARIA Nº 65 DE 16 DE FEVEREIRO DE 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">§ DECRETO Nº 42.916, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1957.</p>
<p style="text-align: justify;">Este último mais precisamente no capitulo 2 – artigo 18 – 3º.</p>
<p style="text-align: justify;">A portaria Nº 65 é muito interessante, para quem tem acesso a Internet, vale a pena pesquisar sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que todas sementes têm um prazo de validade, mas infelizmente para nós que somos consumidores finais elas nem sempre chegam em perfeito estado de conservação. Desde a sua colheita até nós o caminho é longo e quase sempre os processos de estocagem e conservação deixam a desejar. Chegando a nós um produto final que muitas vezes contem sujeira, pó, insetos, mofo, etc&#8230;<br />
Muitos criadores lendo isso vão pensar; eu compro do fornecedor X ou Y e elas são excelentes, nunca tive problemas! Ou então; eu só compro importada e são excelentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas já pararam e pensaram em fazer um teste com elas para realmente verificar e atestar essa qualidade que tanto defendem?<br />
A verdade é que para se fazer uma analise em laboratório custa caro e também não há como realizar este teste em cada lote que compramos, pois seria fora de nossa realidade financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Então o que podemos fazer?<br />
Podemos fazer testes simples sem nenhum gasto, mas que trarão grande esclarecimento para nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Primeiro teste – Mofo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pegue umas 100 gramas da semente e coloque em uma caixa fechada ao abrigo da luz por 24 horas, após esse período, pelo cheiro você poderá constatar se estão mofadas. Algumas já têm o cheiro antes de fazer o teste, então preste atenção no ato da compra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Segundo teste – Germinação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este teste é o mais importante e ira determinar realmente a qualidade do lote analisado. Para facilitar o seu cálculo, pegue 100 sementes de alpiste, Coloque de molho em água limpa durante quatro horas. Prepare um prato ou tigela e forre com algodão bem umedecido com água limpa, em seguida coloque as sementes ali depois de retirar a água em que ficaram de molho. Cubra a tigela ou prato com um pano ou uma tampa semi aberta. Em três dias elas devem germinar, agora veja o percentual alcançado no lote testado. Alguns criadores que tive conversas a esse respeito dizem que se tiver em media de 80% de germinação já se pode considerar de boa qualidade, mas o ideal é um índice acima disso. Eu considero 80% de germinação muito pouco.</p>
<p>Vejam, as sementes que não germinam, nada podem oferecer em termos de nutrientes as suas aves e podem até fazer mal a elas.</p>
<p>Se você compra um quilo de alpiste e perde 20% por má qualidade, mais 5% por conta de desperdícios e cascas, ao final você perdeu 250 gramas em um quilo.</p>
<p>Se você gasta em media 10 quilos de alpiste por mês, estará perdendo no mínimo dois quilos.<br />
E se o alpiste chegar a um nível muito bom, 95% de germinação!</p>
<p>Ótimo! O alpiste esta bom.<br />
E as outras sementes da mistura?<br />
E se o pássaro gostar mais de uma semente que de outra, como fica o balanceamento?</p>
<p>Vejam que a realidade não permite conciliar uma elevada porcentagem de qualidade em todas as sementes da mistura, nem tão pouco fazer a mistura e querer que a ave coma de forma igual. Pensem nisso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Façam os testes citados acima, comprovem vocês mesmos, não acreditem somente porque leram este artigo, tirem suas próprias conclusões, façam o teste constantemente e crie hábito em fazê-lo, pois só assim você terá certeza da qualidade que esta oferecendo as suas aves.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta você pagar caro em matrizes, gaiolas, utensílios, cuidar com a limpeza, etc&#8230; E descuidar no mais importante que é alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5395 alignnone" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES.jpg" alt="TESTE SEMENTES" width="1333" height="1417" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES.jpg 1333w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-282x300.jpg 282w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-768x816.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-700x744.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-137x146.jpg 137w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-47x50.jpg 47w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-71x75.jpg 71w" sizes="(max-width: 1333px) 100vw, 1333px" /></p>
<p style="text-align: justify;">(acima o teste feito para germinação. O resultado mostra que a qualidade é péssima.)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas então no que a tecnologia pode nos auxiliar?</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>A RAÇÃO EXTRUSADA.</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos iram dizer; “mas os canários são granívoros!”.<br />
Claro que são, mas também não podemos afirmar que a alimentação tradicional com sementes seja a correta ou a mais eficaz, pelo menos não hoje em dia. Depois de tantos anos a alimentação que nos orientam a fornecer para um canário é a mistura de sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que não esta na hora de orientar para uma segunda alternativa?<br />
Creio que sim! A Ração Extrusada!<a href="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Gran_Mix_22_1kg.jpg" target="_blank"><br />
</a><a title="Gran Mix" href="http://www.mundodoscanarios.com.br/racao-e-farinhada/para-canarios/gran-mix.html" target="_blank"><br />
</a>Salgar e secar foram os dois primeiros métodos de tratamento dos alimentos a serem utilizados para preservar a frescura e melhorar o sabor destes. Ao longo dos anos, as técnicas de processamento dos alimentos têm melhorado, o que resultou numa expansão do abastecimento de alimentos pelo prolongamento do tempo de armazenamento destes, evitando o refugo e aumentando a variedade de alimentos disponíveis. Uma destas técnicas é a extrusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que é extrusão?<br />
Extrusão basicamente é um processo de cozimento baseado em alta pressão, umidade controlada e temperaturas elevadas, gerando um incremento de digestibilidade em relação à mistura crua, além de resultar em um produto com aspecto final desejado. Um dos principais benefícios deste procedimento no processamento alimentar está relacionado com a preservação dos alimentos. A extrusão pode se usada para controlar a quantidade de água dos ingredientes, que determina a atividade microbiana nestes e a sua putrefação.</p>
<p><strong>Mas quais são os principais benefícios em oferecer ração extrusada para meus canários?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São eles:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nutrição ótima.<br />
Alimentação uniforme.<br />
Correto Balanceamento.<br />
Maior digestibilidade.<br />
Sem intoxicação.<br />
Economia.<br />
Facilidade de manejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas são algumas entre outras e podemos comentar um pouco sobre elas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Nutrição ótima. </b></p>
<p style="text-align: justify;">A formulação das rações permite a apresentação dos níveis de garantia ideais e de acordo com as exigências nutricionais dos pássaros. Sendo assim a extrusada ser usada tanto como única fonte de alimentação ou como a fonte principal, podendo ser usada em conformidade com outra alimentação extra, como frutas, verduras e farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Alimentação uniforme. </b></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas aves são seletivas em relação à alimentação com sementes. A composição da extrusada é exatamente igual em cada grânulo, proporcionando uma alimentação completa e uniforme.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Correto Balanceamento.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Por ser balanceados corretamente, o uso da extrusada evita problemas decorrentes de má nutrição, como excesso de gordura e deficiência de vitaminas, minerais e aminoácidos, provenientes das dietas à base de sementes. A maioria dos fabricantes já se adequou à realidade dos criadores que alimentam seus canários em duas épocas distintas;<br />
manutenção e reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Maior digestibilidade. </b></p>
<p style="text-align: justify;">O processo de fabricação e extrusão promove o aumento da digestibilidade dos nutrientes pelas aves, tornando mais fácil à absorção dos nutrientes. A extrusão faz com que as rações sofram um processo de um pré-cozimento, tornando mais fácil sua digestibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sem intoxicação.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Por causa da alta temperatura no processo de extrusão, são eliminados possíveis patógenos que possam contaminar os ingredientes. Isso garante maior qualidade e elimina riscos de intoxicação alimentar. Há ausência de agrotóxicos nas extrusadas, por outro lado eles podem estar presentes nas sementes, verduras e frutas. Vários agrotóxicos podem não apresentar sintomas aparentes de intoxicação, porém podem matar os pássaros.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Economia. </b></p>
<p style="text-align: justify;">O uso da extrusada proporciona uma economia considerável. Por causa do balanceamento ideal, as aves necessitam de um volume menor de alimento para satisfazer suas necessidades nutricionais. O consumo é em media 30 a 40 % menor que o volume de sementes que seriam fornecidas. Além disso, uma grande porcentagem das sementes é desperdiçada em função das cascas e sementes jogadas fora pelas próprias aves.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Facilidade de manejo. </b></p>
<p style="text-align: justify;">São muito mais práticas e higiênicas. Não fazem sujeira como as cascas de sementes e restos de frutas e legumes. Por isso, não há a necessidade de se fazer diariamente à limpeza para soprar as cascas, como ocorre com as sementes, bastando apenas repor a ração consumida.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da extrusada na alimentação traz muitos benefícios que não temos com as sementes e isso é fato.</p>
<p style="text-align: justify;">A extrusada também tem alguns pontos negativos que aos poucos devem ser sanados pelos fabricantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre eles esta a compra diretamente com o fabricante. Neste ponto alguns fabricantes já saíram na frente e vendem diretamente para o criador, mas em algumas marcas isso ainda não é possível. A compra direta com o fabricante reduz o custo final da ração.<br />
Outro fato negativo é a pigmentação. Alguns criadores que usaram a extrusada em anos passados relataram que seus canários amarelos ficaram com a coloração um pouco apagada.<br />
Mas neste ponto os fabricantes também já estão evoluindo para rações próprias para canários amarelos e também os vermelhos. Isso também seria facilmente resolvido com uma suplementação maior de folhas verdes ou então a adição de luteína na farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes pontos negativos creio que logo serão resolvidos por todos fabricantes.</p>
<p><b>AS GRANDES PERGUNTAS.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode negar que o uso exclusivo da extrusada no manejo diário facilita e muito a vida do criador, não há sujeira, o desperdício é mínimo, agiliza o tempo de manejo e a conversão alimentar é excelente, minimiza as doenças, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Porque então ela não cai nas graças dos criadores?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque há tão poucos criadores utilizando a extrusada, já que as vantagens são muitas e excelentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque quase ninguém aconselha o uso dela?</p>
<p style="text-align: justify;">Será o preço? Ceticismo? Ou é mais simples que isso; o que falta é informação?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não poderia responder a essas perguntas, só posso falar por mim mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando iniciei o artigo eu disse que foi feito para aguçar a sua curiosidade, pois bem, então pergunte a outros criadores que utilizam a extrusada. Pergunte também a quem não utiliza o motivo pelo qual não adotou este manejo.<br />
Depois de ler o que relatei até agora e obter essas respostas dos outros criadores tire suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meu comentário.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu era cético em achar que a alimentação dos canários teria que ser única e exclusiva com sementes, mas estou tendo que me render a essa tecnologia que é a extrusada.</p>
<p>Não quero que ninguém mude a forma de seu manejo pelo que falei ate aqui. Creio que vocês são inteligentes e saberão discernir os fatos até aqui relatados. Eu aprecio a forma de manejo e alimentação tradicional com sementes, mas também não posso mais defendê-lo.</p>
<p>A minha mudança de alimentação se deu a um principal fato; a qualidade das sementes. O fato é que as sementes que chegam em nosso país são de péssima qualidade.</p>
<p>Este fato me fez ir atrás e pesquisar sobre as extrusadas.<br />
Quanto mais eu me aprofundava no assunto, mais a realidade me saltava aos olhos. Um dia fui convidado a ir numa palestra sobre a extrusada que um fabricante estava dando para criadores. Tudo que eu havia aprendido sobre a extrusada ficou ainda mais claro com esta palestra.<br />
Vocês podem pensar: claro! Querem vender o peixe deles!<br />
Bem; só posso dizer que o peixe é bom!<br />
Posso também relatar as mudanças que vi em meu criadouro até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">*As gaiolas estão mais limpas, sem contar o resto do criadouro.</p>
<p style="text-align: justify;">*Os utensílios diminuirão, principalmente os comedouros.</p>
<p style="text-align: justify;">*Realmente meu tempo dispensado para criação caiu quase pela metade.</p>
<p style="text-align: justify;">*Sobra mais tempo para observar os canários.</p>
<p style="text-align: justify;">*Não preciso mais gastar tempo limpando sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*Economia de energia elétrica, pois não ligo mais a sopradeira de sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*Economia de produtos para combater as micotoxinas nas sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*O espaço de armazenamento é menor.</p>
<p style="text-align: justify;">*As fezes são consistentes e iguais e com menos quantidade.</p>
<p style="text-align: justify;">*As aves parecem estar mais ativas mesmo em muda de penas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei ainda o resultado futuro e só o tempo me dirá, mas por enquanto estou satisfeito com a opção que fiz.<br />
O uso da extrusada na alimentação traz muitos benefícios que não temos com as sementes e isso ninguém pode negar.</p>
<p style="text-align: justify;">Será a extrusada o alimento do futuro na criação de canários?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já respondi, agora cabe a você buscar a sua resposta.</p>
<p><strong>Artigo Publicado na Revista SICO 4ª edição &#8211; 2010</strong><br />
<strong>Autor: Bento Formigari (sócio SICO 153)</strong></p>
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		<title>Choque Luminoso em Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 13:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução O denominado &#8220;choque luminoso&#8221; em canários ocorre, sobretudo, em pássaros alojados em canaris de pouca luminosidade. Portanto uma &#8220;doença&#8221; que atormenta a grande maioria dos criadores, pois em geral são adaptados locais nas respectivas residências para o desenvolvimento desta apaixonante criação, e não construídos locais próprios aos canários. Ao longo dos anos, entretanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O denominado &#8220;choque luminoso&#8221; em canários ocorre, sobretudo, em pássaros alojados em canaris de pouca luminosidade. Portanto uma &#8220;doença&#8221; que atormenta a grande maioria dos criadores, pois em geral são adaptados locais nas respectivas residências para o desenvolvimento desta apaixonante criação, e não construídos locais próprios aos canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, entretanto, embora o choque luminoso seja a causa de numerosas e sentidas perdas no diversos canaris, não existia um tratamento eficiente contra o mesmo. A experiência de vários criadores produziu atitudes paliativas de alguma eficiência apenas nos choque brandos, que serão apresentados a seguir. Este artigo tem por objetivo a descrição de um novo tratamento que deverá vir a ser bastante empregado, pois até o momento apresentou 100% de eficiência nos choques denominados graves, isto é, em choque que seriam fatais aos pássaros caso não fosse administrado o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Ocorrência e Formas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O choque luminoso quando acontece, ocorre de forma imediato caso, ao transportar os pássaros, verifique-se uma marcante diferença de luminosidade de um ambiente para outro. Como exemplo, podemos citar casos que aconteceram após o transporte de canários, em geral feito em pequenas caixas do canaril para os locais de exposição dos diversos clubes e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a sua maior incidência acontece quando os pássaros são levados para o banho de sol ou na sua volta para o alojamento. Situação que é muito agravado no período de cria, pelo maior tempo de permanência dos canários nos seus alojamentos de baixa luminosidade, portanto tornando-se-se mais sensíveis às mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">O choque luminoso apresenta-se desde as formas mais brandas, portanto mais comuns, até as formas mais graves, em geral fatais.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas brandas apresentam os seguintes sintomas: piar rápido e contínuo, abertura do bico e grande diminuição da mobilidade do pássaro, que se posiciona no fundo da gaiola, demonstrando perda de equilíbrio para permanecer no poleiro.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas graves ou fatais, mais raras, representam a progressão das formas brandas de início dos choques, para quadros com os seguintes sintomas: crises convulsivas contínuas, movimentos rápidos e giratórios da cabeça, movimentos contínuos de uma asa e uma pata, perda de controle do controle motor das asas e patas. A intensidade e frequência desses sintomas ou levará o canário a uma invalidez permanente ou ao óbito imediato.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casos de invalidez levarão, também, os canários à morte, por falta de apetite e/ou dificuldades para uma alimentação conveniente, em um prazo de alguns dias até superior a um ano, como já verificamos no nosso canaril. Por outro lado, nos casos de óbito imediato, isto é, num período de poucas horas após o início do choque, observa-se à ocorrência de hemorragia, ou seja, a eliminação de sangue pelo bico do pássaro, talvez de origem pulmonar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento das Formas Brandas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de vários grandes criadores indica que quanto mais precoce a ajuda ao canário em choque melhor. Para tanto, procuram evitar a fixação do pássaro no estado de choque, transportando-o para um local com luminosidade menos expressiva, molhando a sua cabeça, mexendo com o mesmo para alterar o centro de atenção do canário.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressalta-se que estas atitudes são paliativas e válidas somente para os choques luminosos brandos, nos quais existe uma recuperação rápida do pássaro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento das Formas Graves</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Considerando uma associação com tratamentos empregados em seres humanos, foi elaborado um tratamento experimental para as formas graves do choque luminoso. Da mesma forma que as atitudes paliativas mencionadas anteriormente, o tratamento deve ser empregado ao notar-se as primeiras convulsões, sendo que consiste na aplicação de um benzodiasepinico, isto é, um calmante com diazepam, Válim, Lorax, Somalium, Lexotan, Nitrepaz, etc. nas suas formas de comprimidos ou injetáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa experiência indica como recomendável uma solução &#8220;caseira&#8221; constituída, por exemplo, de 1/4 de comprimido de 5 mg de qualquer dessas grodas, o qual maceramos em aproximadamente 10 ml de água destilada ou filtrada e aspiramos o líquido sobrenadante para uma seringa de insulina, facilmente adquirida em qualquer farmácia. Esta solução será administrada por via oral, diretamente no bico do pássaro, na arasão de 3 a 5 unidades da seringa.</p>
<p style="text-align: justify;">O efeito deste tratamento se faz notar após alguns minutos da sua administração, como a parada das convulsões. Como efeito colateral, extremamente benéfico por sinal, ocorre o adormecimento do pássaro. Após esse período de sonolência, variável em função da dose ministrada do grau de gravidade do choque, bem como da resistência do canário, o mesmo retorna gradativamente a sua atividade normal completamente recuperado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verificamos, ao longo do último ano, resultados excelentes com o método descrito, obtendo 100% de sucesso nas ocorrências de formas graves de choque luminoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que todos os criadores que venham a utiliza-se deste tratamento tenham igual êxito e propiciem um retorno das suas experiências para que possamos avaliar melhor o método.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Descrição de um tratamento para esta &#8220;Doença&#8221; </em></strong><br />
<strong> <em>Dr. Luiz Fernando da Rocha Dib </em></strong><br />
<strong> <em>Extraído Revista UCCC &#8211; 1998</em></strong></p>
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