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	<title>medicação para canário &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Choque Luminoso em Canários</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Jan 2014 13:56:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário paralisado]]></category>
		<category><![CDATA[choque luminoso]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Introdução O denominado &#8220;choque luminoso&#8221; em canários ocorre, sobretudo, em pássaros alojados em canaris de pouca luminosidade. Portanto uma &#8220;doença&#8221; que atormenta a grande maioria dos criadores, pois em geral são adaptados locais nas respectivas residências para o desenvolvimento desta apaixonante criação, e não construídos locais próprios aos canários. Ao longo dos anos, entretanto, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><strong>Introdução</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O denominado &#8220;choque luminoso&#8221; em canários ocorre, sobretudo, em pássaros alojados em canaris de pouca luminosidade. Portanto uma &#8220;doença&#8221; que atormenta a grande maioria dos criadores, pois em geral são adaptados locais nas respectivas residências para o desenvolvimento desta apaixonante criação, e não construídos locais próprios aos canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Ao longo dos anos, entretanto, embora o choque luminoso seja a causa de numerosas e sentidas perdas no diversos canaris, não existia um tratamento eficiente contra o mesmo. A experiência de vários criadores produziu atitudes paliativas de alguma eficiência apenas nos choque brandos, que serão apresentados a seguir. Este artigo tem por objetivo a descrição de um novo tratamento que deverá vir a ser bastante empregado, pois até o momento apresentou 100% de eficiência nos choques denominados graves, isto é, em choque que seriam fatais aos pássaros caso não fosse administrado o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong> Ocorrência e Formas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O choque luminoso quando acontece, ocorre de forma imediato caso, ao transportar os pássaros, verifique-se uma marcante diferença de luminosidade de um ambiente para outro. Como exemplo, podemos citar casos que aconteceram após o transporte de canários, em geral feito em pequenas caixas do canaril para os locais de exposição dos diversos clubes e vice-versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Contudo, a sua maior incidência acontece quando os pássaros são levados para o banho de sol ou na sua volta para o alojamento. Situação que é muito agravado no período de cria, pelo maior tempo de permanência dos canários nos seus alojamentos de baixa luminosidade, portanto tornando-se-se mais sensíveis às mudanças.</p>
<p style="text-align: justify;">O choque luminoso apresenta-se desde as formas mais brandas, portanto mais comuns, até as formas mais graves, em geral fatais.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas brandas apresentam os seguintes sintomas: piar rápido e contínuo, abertura do bico e grande diminuição da mobilidade do pássaro, que se posiciona no fundo da gaiola, demonstrando perda de equilíbrio para permanecer no poleiro.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas graves ou fatais, mais raras, representam a progressão das formas brandas de início dos choques, para quadros com os seguintes sintomas: crises convulsivas contínuas, movimentos rápidos e giratórios da cabeça, movimentos contínuos de uma asa e uma pata, perda de controle do controle motor das asas e patas. A intensidade e frequência desses sintomas ou levará o canário a uma invalidez permanente ou ao óbito imediato.</p>
<p style="text-align: justify;">Os casos de invalidez levarão, também, os canários à morte, por falta de apetite e/ou dificuldades para uma alimentação conveniente, em um prazo de alguns dias até superior a um ano, como já verificamos no nosso canaril. Por outro lado, nos casos de óbito imediato, isto é, num período de poucas horas após o início do choque, observa-se à ocorrência de hemorragia, ou seja, a eliminação de sangue pelo bico do pássaro, talvez de origem pulmonar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento das Formas Brandas</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A experiência de vários grandes criadores indica que quanto mais precoce a ajuda ao canário em choque melhor. Para tanto, procuram evitar a fixação do pássaro no estado de choque, transportando-o para um local com luminosidade menos expressiva, molhando a sua cabeça, mexendo com o mesmo para alterar o centro de atenção do canário.</p>
<p style="text-align: justify;">Ressalta-se que estas atitudes são paliativas e válidas somente para os choques luminosos brandos, nos quais existe uma recuperação rápida do pássaro.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamento das Formas Graves</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Considerando uma associação com tratamentos empregados em seres humanos, foi elaborado um tratamento experimental para as formas graves do choque luminoso. Da mesma forma que as atitudes paliativas mencionadas anteriormente, o tratamento deve ser empregado ao notar-se as primeiras convulsões, sendo que consiste na aplicação de um benzodiasepinico, isto é, um calmante com diazepam, Válim, Lorax, Somalium, Lexotan, Nitrepaz, etc. nas suas formas de comprimidos ou injetáveis.</p>
<p style="text-align: justify;">A nossa experiência indica como recomendável uma solução &#8220;caseira&#8221; constituída, por exemplo, de 1/4 de comprimido de 5 mg de qualquer dessas grodas, o qual maceramos em aproximadamente 10 ml de água destilada ou filtrada e aspiramos o líquido sobrenadante para uma seringa de insulina, facilmente adquirida em qualquer farmácia. Esta solução será administrada por via oral, diretamente no bico do pássaro, na arasão de 3 a 5 unidades da seringa.</p>
<p style="text-align: justify;">O efeito deste tratamento se faz notar após alguns minutos da sua administração, como a parada das convulsões. Como efeito colateral, extremamente benéfico por sinal, ocorre o adormecimento do pássaro. Após esse período de sonolência, variável em função da dose ministrada do grau de gravidade do choque, bem como da resistência do canário, o mesmo retorna gradativamente a sua atividade normal completamente recuperado.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusões</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Verificamos, ao longo do último ano, resultados excelentes com o método descrito, obtendo 100% de sucesso nas ocorrências de formas graves de choque luminoso.</p>
<p style="text-align: justify;">Esperamos que todos os criadores que venham a utiliza-se deste tratamento tenham igual êxito e propiciem um retorno das suas experiências para que possamos avaliar melhor o método.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Descrição de um tratamento para esta &#8220;Doença&#8221; </em></strong><br />
<strong> <em>Dr. Luiz Fernando da Rocha Dib </em></strong><br />
<strong> <em>Extraído Revista UCCC &#8211; 1998</em></strong></p>
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		<title>Coccidiose uma Ameaça na Criação</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Nov 2013 15:53:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga doente]]></category>
		<category><![CDATA[canário com doença]]></category>
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		<category><![CDATA[tratamento de coccidiose]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A Coccidiose é uma doença mundialmente distribuída em aves, é transmitida pelo parasita protozoário do gênero Eimeria e do Gênero Isospora. São protozoários altamente resistentes no meio ambiente, tanto a desinfetantes quanto a alguns medicamentos. A transmissão é feita através da ingestão da forma infectante, o oocisto. No gênero Eimeria [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p id="mf45" style="text-align: justify;">A Coccidiose é uma doença mundialmente distribuída em aves, é transmitida pelo parasita protozoário do gênero <em id="mf46">Eimeria</em> e do Gênero <em id="mf47">Isospora</em>. São protozoários altamente resistentes no meio ambiente, tanto a desinfetantes quanto a alguns medicamentos. A transmissão é feita através da ingestão da forma infectante, o oocisto.</p>
<p style="text-align: justify;">No gênero <em id="mf48">Eimeria</em> cada oocisto pode se transformar em 1800 novas formas e no gênero <em id="mf49">Isospora </em>possui oocisto com dois esporocistos contendo quatro esporozoítos cada um, somando oito esporozoítos.  <br id="mf50" /><br id="mf51" />A coccidiose passa geralmente despercebida pois o parasita vive no intestino sem causar estragos mas em qualquer momento, geralmente numa situação de stress, começa a reproduzir-se rapidamente e então já pouco podemos fazer. <br id="mf52" /><br id="mf53" />Os sintomas mais comuns dependem do tipo de coccídia e sua localização no intestino dos pássaros, emagrecimento, caquexia (peito seco), despigmentação da pele, diarréia hemorrágica, depressão (ficam quietas, param de cantar), dor abdominal, respiração acelerada, fezes com muco, dificuldades no processo de muda, e diminuição reprodutiva considerável, alta mortalidade de filhotes. <br id="mf54" /><br id="mf55" />Como os sintomas são variados, e os pássaros acometidos podem estar com doenças secundárias, o Medico Veterinário sem exame laboratorial que identifique o parasito (Eimeria e Isospora), não conseguirá fazer o diagnóstico específico.</p>
<p id="mf57" style="text-align: justify;">Quando o Médico Veterinário não consegue diagnosticar a Coccidiose, todo o plantel pode ficar contaminado, ou seja, a contaminação se espalha para toda a criação.</p>
<p id="mf59" style="text-align: justify;">Há dois tipos de tratamento, geralmente a base de coccidiostáticos (agem no desenvolvimento do parasita) ou coccidicida (matam o agente), porém esses tratamentos devem ser acompanhados com exames de fezes antes e depois da medicação, para analisarmos sua eficácia, no caso dos medicamentos a base de Sulfa, dependendo da dose, o medicamento age como coccidiostáticos e coccidicida. <br id="mf60" /><br id="mf61" />A duração depende do fármaco escolhido e sua classificação (coccidiostáticos e coccidicida). É fundamental que siga a bula do produto a risca, e que se faça exame laboratorial no final do tratamento para certificar a eficácia do mesmo.</p>
<p id="mf63" style="text-align: justify;">Além do prazo descrito em bula a dosagem também é importante para não interrompermos o tratamento com sub doses, e não &#8220;eliminar&#8221; totalmente o agente transmissor da doença.</p>
<p id="mf65" style="text-align: justify;">Como falado anteriormente a Coccidiose é mundial, é muito comum nas aves e de criação, porém, na grande maioria dos casos não há sintomatologia clínica, e exames que confirmem o diagnóstico.</p>
<p id="mf67" style="text-align: justify;">Todas as espécies de pássaros estão sujeitas a contaminação e em qualquer região.</p>
<p id="mf69" style="text-align: justify;">Todas as épocas do ano os pássaros estão sujeitos a contaminação, o que favorece a maior incidência é o aumento de temperatura e umidade.</p>
<p id="mf71" style="text-align: justify;">Como prevenção é recomendado a higienização freqüente das gaiolas, poleiros, comedouros, bebedouros e etc. Quarentena dos pássaros recém adquiridos e pássaros que participaram de campeonatos e exposições, além de exames laboratoriais preventivos, pelo menos de 1 a 2 por ano, no caso de grande criações, podem ser feito exames por amostragem e o uso do Bella Ave PS, pelo menos 1 vez ao ano, oferece um tratamento seguro e eficaz, pois minimiza os efeitos do tratamento e da infecção.</p>
<p id="mf73" style="text-align: justify;">Em grandes criações o risco é maior, e em viveiros grandes também, visto que a limpeza e a desinfecção é mais complicada. O ideal é a realização de exames preventivos, princialmente antes dos períodos de reprodução e uma rotina de limpeza de preferência com Herbalvet TA, adequada nas gaiolas, viveiros e etc.</p>
<p id="mf75" style="text-align: justify;">Outro cuidado, é  a quarentena no retorno dos animais de exposição e de campeonatos, que previne não só a coccidiose quanto também outras doenças infecto- contagiosas, e exigir do clube realizador um Medico Veterinário responsável pelo evento e presente no momento da recepção dos pássaros para identificar alguma sintomatologia, isto está previsto em lei.</p>
<p id="mf77" style="text-align: justify;">Os benefícios do controle da Coccidiose, é o aumento da reprodutividade e a diminuição da mortalidade. Vale ressaltar que em todo o mundo a ideia da prevenção sempre é mais barata e eficaz do que o tratamento curativo.</p>
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