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	<title>doenças em aves &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Lesões oculares em canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 01 Dec 2017 20:53:37 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>As lesões oculares descritas nesse trabalho foram observadas por mim pela primeira vez na temporada de cria de 1999, em Carazinho, norte do Rio Grande do Sul, mas outros criadores, de várias regiões do país, relataram ocorrências do mesmo caso, nesse e em outros anos. Para evitar conclusões precipitadas, foram [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">As lesões oculares descritas nesse trabalho foram observadas por mim pela primeira vez na temporada de cria de 1999, em Carazinho, norte do Rio Grande do Sul, mas outros criadores, de várias regiões do país, relataram ocorrências do mesmo caso, nesse e em outros anos.</p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar conclusões precipitadas, foram realizados vários exames laboratoriais  e documentação fotográfica, que acompanham essa matéria.</p>
<p style="text-align: justify;">A parte técnica foi orientada e fundamentada pelo Médico Veterinário Dauri Jorge Varaschin, criador e presidente da Sociedade Ornitológica do Planalto, que tem dirigido sua atenção para as enfermidades envolvendo canários, com grande êxito.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa lesão ocular ocorre no globo ocular de filhotes, entre 3 e 8 dias de vida e caracteriza-se por um endurecimento da secreção, assemelhando-se a um grão de painço, dentro da pálpebra, de coloração amarelada, causado por staphylococcus aureus. Sempre ocorre antes da abertura dos olhos, retardando-a.</p>
<p style="text-align: justify;">A forma de contaminação não está perfeitamente determinada, pois os casos podem ocorrer de modo isolado, dentro da mesma peça de criação e em criadouros não relacionados. Porém, nas gaiolas dos casais onde já apareceram casos, a reincidência é maior.</p>
<p style="text-align: justify;">O contato entre os afetados parece ser a causa mais provável, pois a enxertia de filhotes de outros ninhos aumenta a disseminação.</p>
<p style="text-align: justify;">A idéia de relação com hipervitaminose nos pássaros carotenados foi definitivamente afastada pelo aparecimento homogêneo em plantéis com e sem fator vermelho. Possui características de infecção secundária.</p>
<p style="text-align: justify;">Ocasiona um aumento da mortalidade dos filhotes, podendo chegar a 8 &#8211; 10% dos nascidos. A doença pode ocorrer isoladamente na mesma ninhada, com filhotes sadios desenvolvendo-se perfeitamente entre os afetados. A mortalidade dá-se pelo fato de que, com o surgimento da lesão, esses enfraquecem e não são alimentados de modo adequado pelos pais, morrendo por inanição. A natureza estabelece um controle eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Os pássaros que sobrevivem, não tratados a tempo, apresentam lesão irreversível de retina, ficando cegos e lacrimejando continuamente, tornando impraticável a sua utilização no plantel.</p>
<p style="text-align: justify;">Esse germe encontra-se disperso em qualquer ambiente, com uma convivência pacífica com os indivíduos e os ataques ocorrem quando há um desequilíbrio, causado por diminuição na resistência orgânica. Vários fatores externos contribuem, como a superlotação, a má aeração do ambiente e manejo incorreto. Qualquer mudança na qualidade da alimentação também traz reflexos imediatos.</p>
<p style="text-align: justify;">Não há, entratanto, na literatura especializada, descrição de lesão conjuntiva causada por essa bactéria, com essas características, mesmo em outras espécies animais.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Resultados dos Exames</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os exames, realizados pacientemente pela farmacêutica- bioquímica Elisete Cioccari, do Laboratório Cirus Ltda., isolaram o germe staphylococcus aureus, em cultura pura, sem presença de germes secundários. No antibiograma, a bactéria apresentou sensibilidade aos medicamentos  Amicacina, Cefalotina, Ciprofloxacina, Gentamicina, Netilmicina Nitrofurantoína, Tetraciclina e Tobramicina  e resistência para os Ácidos Nalixídico e Pipemídico, para Ampicilina, Aztreonam, Cefotaxima, Cefoxitina, Cloranfenicol, Imipenem, Norfloxacin e Sulfazotrin.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Tratamentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">De início, tentou-se um tratamento para os filhotes infestados, de modo curativo, com colírios, mas de pouco êxito, devido à dificuldade de tratamento de uma lesão interna. A regressão só foi conseguida nos casos tratados no primeiro dia do aparecimento, quando nota-se um pequeno ponto amarelado no centro do olho, através da pálpebra. Não confundir com a linha da abertura da pálpebra. A lesão é mais difusa, circular, e não linear. O medicamento utilizado foi uma pomada oftálmica,  de uso humano, à base de cloridrato de oxitetraciclina e polimixina b, barata e facilmente encontrada em qualquer farmácia, aplicada após limpeza do local. Alguns filhotes, tratados nesse ponto, curaram-se totalmente.</p>
<p style="text-align: justify;">O mais indicado no início do aparecimento no criadouro, segundo criadores que convivem há mais tempo com a doença, é a eliminação total dos filhotes afetados, com pulverização dos pais, ninhos, ovos, filhotes e instalações com desinfetante de amplo alcance. Normalmente, feito isso, não aparecem novos casos.</p>
<p style="text-align: justify;">Bons resultados tem sido alcançados com o produto VIRKON, de fabricação inglesa, e que, segundo testes, não apresentou nenhuma toxidade aparente. No mercado nacional, existem vários produtos excelentes e de bom alcance, como o QUILOL L e o <span style="color: #008000;"><strong><a style="color: #008000;" href="http://www.mundodoscanarios.com.br/lavi-fen-desinfetante-200ml.html" target="_blank">LAVI-FEN</a></strong></span>.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo Dauri Varaschin, essas desinfecções gerais não devem ser feitas de modo constante, para não afetar a resistência dos indivíduos pela ausência de contato com os germes. Ainda, explica que medidas drásticas somente devem ocorrer quando houver quadros agravados, para promover uma baixa rápida na população do patógeno, possibilitando o reequilíbrio ambiental. De maneira geral, uma boa profilaxia constante do criadouro manterá os níveis estáveis, podendo os animais conviverem de modo harmônico com o ambiente.</p>
<p style="text-align: justify;">No caso de  surtos dessa doença, pode ser feito tratamento preventivo/curativo, antes e durante a temporada de cria, com medicamento à base de  clavulanato de potássio e amoxicilina, antibiótico para uso humano, na dosagem de 250 mg do princípio ativo (um frasco) para 4 kg de farinhada seca, durante 7-8 dias, com intervalo de 40 a 50 dias. Também pode ser utilizado na papa dos filhotes de ninho, na mesma proporção.</p>
<p style="text-align: justify;">Os criadores devem ser alertados para que não utilizem-se de medicamentos sem necessidade premente, para evitar resistência bacteriana, o que reduzirá ou até anulará o seu efeito, quando necessário.</p>
<p style="text-align: justify;">Acompanhei a utilização dos desinfetantes QUILOL L, na dosagem de 5 ml/litro, e VIRKON, na proporção de 5g/litro, pulverizado em todo o ambiente e nos animais (adultos, filhotes e ovos), além do medicamento descrito acima, e os casos não se repetiram após o início do tratamento. Uma ótima aeração do ambiente é imprescindível, principalmente nas regiões e épocas mais frias.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Conclusão</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A conclusão que chega-se é que a utilização massiva de antibióticos sem necessidade urgente, aliado ao trânsito indiscriminado de pássaros reprodutores,  tem propiciado o surgimento de novas patologias, e que o melhor tratamento ainda é alimentação com qualidade, manejo adequado e observação diária e criteriosa do plantel, em ambientes equilibrados.</p>
<p style="text-align: justify;">Infelizmente, o uso não criterioso de medicamentos nos nossos plantéis tem anulado o efeito de produtos que poderiam ser nossos grandes aliados. A prática negativa de “medicar” pássaros e farinhadas com o primeiro produto que aparecer ainda é freqüente. O bom senso e a orientação de criadores com formação técnica e profissionais da área ainda são insubstituíveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agradecimentos</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agradecimentos especiais aos criadores Antônio Celso Ramalho, Álvaro Blasina, Arnaldo Araújo, João Basile e  Renato Löf, pela troca de informações, através de conversas e e-mails, ao amigo e Médico Veterinário Dauri Jorge Varaschin e à Farmacêutica-Bioquímica Elisete Cioccari, pela dedicação e paciência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Autor: Paulo Cesar Löf</strong></p>
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		<title>Canário Doente? Doenças mais comuns em canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 18:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CANÁRIO DOENTE Canário doente? Segue abaixo uma lista de doenças mais comuns em canários: 1 – ENTERITE &#8211; Canário Doente Sintomas: Dores abdominais, diarreia, plumas da cloaca sujas pelas fezes, estrias de sangue. Abdômen duro, vermelho violeta. Pára de cantar. Tem muita sede. Emagrecimento rápido. Tratamento: Dependendo da causa: Vermífugos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">CANÁRIO DOENTE</h2>
<p style="text-align: justify;">Canário doente? Segue abaixo uma lista de doenças mais comuns em canários:</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1 – ENTERITE &#8211; Canário Doente</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Dores abdominais, diarreia, plumas da cloaca sujas pelas fezes, estrias de sangue. Abdômen duro, vermelho violeta. Pára de cantar. Tem muita sede. Emagrecimento rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dependendo da causa: Vermífugos, coccidiostáticos, antibióticos, antimicóticos. Eliminar as verduras. É útil a administração de 2 gotas de Aderogil no bebedouro de 50 cc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; INDIGESTÃO / CONSTIPAÇÃO &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Ventre inchado. Fezes duras, cloaca inchada e de cor vermelha. Dificuldade de evacuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dar no bico 2 gotas de óleo de parafina. Introduzir, prudentemente, na cloaca um pouco de azeite de oliva. Administrar verduras, maçã e infusão de tília para beber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – COLIBACILOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Sonolência. Falta de apetite. O pássaro se retira para um canto da gaiola. Diarreia esverdeada que deixa as penas ao redor da cloaca sujas. Vômitos freqüentes de alimentos misturados a uma substância e a um fluido esverdeado. Nesses casos a mortalidade é muita elevada entre o primeiro e o segundo dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dentre outros, mencionamos: Zooserine, quemicetina solúvel, Cloranvex e Gentamicina (colírio 1 gota no bico). A medicação deve ser oferecida conforme a bula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – SALMONELOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Na forma fulminante o pássaro se retira para um canto da gaiola e fica a dormir, com as penas soltas, asas caídas e com a respiração ofegante. Morte repentina. A parasitose em forma fulminante tem incubação de 1 a 3 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo descrito no item 3. Além desse, pode ser feito tratamento com sulfas (Vetococ, Neosulmetina, Coccirex). Nota: Durante a criação deve ser evitados o uso indiscriminado de produtos com sulfa, porque esterilizam o macho por 22 dias aumentando bastante o risco de complicações com Cândida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; SALMONELOSE &#8211; Forma aguda incubação (3 a 5 dias) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Na forma aguda o pássaro pára de cantar. Falta-lhe vivacidade e o mesmo se retiram para o canto da gaiola com as penas eriçadas e os olhos semicerrados. Inapetência, muita sede e diarreia verde-amarelada. Cloaca suja de fezes, ventre inchado e respiração ofegante.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Além dos medicamentos indicados no caso precedente, dar sulfas com os cuidados recomendados. Os pássaros que conseguem ser curados ficam por via de regra, portadores de germes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6-STREPTOCOCOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Sono contínuo. O pássaro se isola em um canto da gaiola. Cloaca suja pela diarreia. Emagrecimento rápido. Respiração ofegante. A cauda e as asas caídas. Aumento do ritmo respiratório, bico aberto. O pássaro pode, de tempos em tempos, emitir ruído agudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Durante 5 dias deve ser oferecido ao pássaro doente um dos seguintes produtos: 100 PS (vide bula), Tylan 200 (1 gota no bico).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7 – TIFOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Asas caídas, penas soltas e diarreia verde. Mortalidade muita elevada e rápida, entre 12 e 24 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo que os itens 3 e 5.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8 &#8211; HEPATITE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de apetite ou fome exagerados. Manchas violáceas no ventre, com hipertrofia do lóbulo hepático.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Pro Livre (5 gotas no bebedouro) noz vômica, Antitóxico SM (vide bula), Epocler (10 gotas no bebedouro por 5 dias). Recomenda-se suspender a farinhada e manter somente alpiste e chicória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 &#8211; VARIOLA / BOUBA (forma aguda) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A princípio, não apresenta nenhum sintoma particular. O pássaro fica apático e se retira para um canto da gaiola com as penas eriçadas e respiração difícil. Na chamada forma diftérica o vírus provoca o aparecimento de pequenas placas como se fossem membranas branco amareladas na boca e nas vias respiratórias causando sérios problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Neste caso a antibioticoterapia é geralmente ineficaz; a única ação válida é preventiva por vacinação. Existe à francesa &#8220;Kanapox&#8221; Rhone Merieux e a americana &#8220;Poximune C&#8221; Biomune Inc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10- VARÍOLA/BOUBA(forma crônica) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A princípio, a queda de pequenas penas ao redor dos olhos. As pálpebras engrossam. Pode parecer plefarite com secreção purulenta que fecha o olho. Lesões epiteliais típicas da varíola. Furúnculos com até 5mm de diâmetro, de cor amarelada/esbranquiçada cheios de líquido purulento. Por vezes eles se cobrem de uma membrana que parece casca e atinge com mais freqüência a fixação do bico junto à cabeça e cavidade interna do bico, faringe e ouvidos. As generalidades dos sintomas são aquelas da forma aguda.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: A forma cutânea pode ser tratada com tintura de iodo ou mercúrio cromo em uma solução alcoólica a 3% ou Thuya. A Quemicetina (4 gotas no bebedouro) pode, em alguns casos, mostrar eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11 – CORIZA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de vivacidade, anorexia, corrimento de cerume das narinas, que pode se tornar um ranho purulento, continuamente freqüente, com tosse. Respiração difícil. Mucosa congestionada.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Limpar as cavidades das narinas com algodão impregnado com permanganato de potássio solução 1/1000. Dar um dos seguintes remédios 100 PS conforme a bula. Linco Spectrin 1 g em 1,5 L. de água, Tylan 200, 1 gota no bico. O tratamento deve ser mantido até o desaparecimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 &#8211; DOENÇA RESPIRATÓRIA (crônica) &#8211; D.R.C. &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Dificuldade de respiração, espirros, corrimento nasal e ocular. Esta doença é bastante semelhante à coriza.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Tylan 200 (1 gota no bico), Linco Spectin (1g em 1,5 I. de água), Ofticor (2 gotas no bico). Tratamento de 1 semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>13 &#8211; SINUSITE INFECCIOSA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Corrimento freqüente das narinas e dos olhos que ficam injetados com inchação ao seu redor podendo apresentar pus. O pássaro não come e permanece com a cabeça embaixo das penas recolhido num canto do poleiro ou no fundo da gaiola. Esfrega, seguidamente, o bico contra o poleiro ou arame. Respiração difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Lavar as narinas e olhos com água morna. Pingar 1 gota de Hidrossin em cada narina. Na água pode ser usado Auromicina Avícola, Vetococ, Tylan 200 ou Linco Spectin. A medicação deve ser oferecida conforme a bula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>14 – PNEUMONIA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de vivacidade. Respiração difícil. O bico pode ficar com uma cor violeta. O pássaro coloca a cabeça para trás debaixo da asa. A cauda acompanha o ritmo respiratório. Febre, asas caídas, penas eriçadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Baytril ou Tylan 200 (1 gota no bico) Linco Spectin, Oftcor (2 gotas no bico). Reforçar a alimentação adicionando vitaminas na farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>15 &#8211; AEROSACULITE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Respiração difícil e ruidosa com silvos pronunciados. Falta de vivacidade, o pássaro fica infértil e não canta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo do item 14.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16- ASMA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Respiração difícil com acesso asmático muito intenso e freqüente. Queda do poleiro; morte por asfixia. Nos casos muitos graves, imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas. Respiração acelerada intermitente com emissão do pequemos gemidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Administrar os mesmos medicamentos do item 14.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>17 &#8211; MUDA ANORMAL &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Muda de penas fora de tempo, irregularidade na formação das penas ou quedas contínuas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Identificar e sanar o problema que pode ser: Mudanças bruscas de temperatura; excesso de calor ou frio; local muito úmido ou muito seco; correntes de ar; mudança de alimentação; Stress; baixa luminosidade durante o dia; excesso de luminosidade artificial. Identificada à causa, administrar boa farinhada enriquecida com vitaminas e mineral diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18 &#8211; TEIGNE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: manchas redondas ao redor das pálpebras, perto do bico ou ainda nos ouvidos com formação de escamas seca.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: desinfetar bem a gaiola, com Biocid. Aplicar com cautela pomada antimicótica, Canesten.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>19 &#8211; PARASITOSE EXTERNA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: queda de plumagem, emagrecimento, anemia demonstrando as patas pálidas e olhar comprimidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: desinfetar a casa 3 meses com Kil Red (20 g para 6 litros de água), gaiolas, equipamentos e pássaros. É indispensável que o produto seja pulverizado nas paredes e estantes. O SBP também pode ser usado, contudo, como se volatiliza rapidamente, o risco de reinfestaçâo é maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>20 &#8211; PIPOCAS DAS PATAS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: inchação das juntas e furúnculos nas patas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Aplicar pomada Nebacetin até a cura e dar na água 5 gotas de Benzitrat.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 &#8211; STREES &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: O pássaro fica sonolento, abatido. Muito especialmente ao retornar de exposições ou viagens longas. Tumulto dentro do canaril provoca agitação nos pássaros, causando-lhes stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: administrar vitaminas: Potenay 812, ou Vita Gold (5 gotas no bebedouro) e farinhada reforçada com Rosivolt, maça, verdura e jiló.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>22- INFERTILIDADE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: ovos claros, o pássaro não entra em forma para reprodução. A fêmea recusa sempre o macho ou vice versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: vitaminas e alimentação sadia devem ser oferecidos aos pássaros para que na época da reprodução estejam em forma. E recomendável adicionar em 1 quilo de farinhada seca 2 gramas de Vitamina &#8220;E&#8221; em pó.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23 CANDIDIASE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Penas arrepiadas, falta de apetite, dificuldade para ingerir alimentos, vômitos e às vezes diarreia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Assim que aparecer os primeiros sintomas, bons resultados são conseguidos com Micostatin (1 gota no bico) e 8 gotas no bebedouro. Nizoral (1 comprimido transformado em pó adicionado a 1 quilo de farinhada seca) também produz bom efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>24 COCCIDIOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A cossidiose raramente provoca mortes rápidas. As penas ficam eriçadas, a ave fica abatida surgindo 0 osso do peito saliente, chamado de peito de falcão. Desidratação e diarreia com fezes com estrias de sangue ou de coloração bem escura.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Vetoco, Coccirex e Amprolium. Os medicamentos devem ser ministrados de acordo com as bulas. Recomenda-se adicionar a farinhada complexo vitamínico e Hidrax ou Pedyalite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>25 ASPERGILOSE RESPIRATÓRIA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: O tratamento é difícil; o ideal é prevenir tratando as sementes com um alumino silicato (seqüestraste). De qualquer forma a cura pode ser tentada com Ancotil na dosagem de 120 a 250 mg por quilo de farinhada seca, oferecida por 3 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Movimento de cauda acompanhando a respiração, abrir e fechar do bico com muita freqüência. A respiração em alguns casos é bastante ruidosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Não há tratamento satisfatório com medicamentos específicos, contudo, algum resultado pode ser conseguido com NF 180 (2 g para 1 quilo de farinhada seca) e complexo vitamínico para melhorar a resistência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>26 ÁCAROS RESPIRATÓRIOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: acesso asmático repentino, porém mais freqüente à noite e à tardinha, ou depois de se alimentar. Respiração penosa, sibilante, com assobio. Acesso de tosse com expectoração contento muitas ácaros. Plumagem em desalinho, abertura do bico sincronizado com os movimentos respiratórios. Após as crises, os pássaros voltam ao estado de aparente normalidade. A presença de ácaros respiratórios Sternostoma Traqueacolum &#8211; ocorre, em maior ou menor grau, na maioria dos criadouros.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: isolar o pássaro doente. Desinfetar as gaiolas todos os dias com solução Biocid na proporção 2 ml por litro de água. Aplicar vacinação adotando o processo de arrancar algumas penas da coxa do pássaro, esfregando, levemente, uma gota de Ivomec. A medição deve ser repetida 15 dias após e na segunda aplicação da vacina não havendo melhora do pássaro, o mesmo não está acometido de ácaros, devendo ser tentado outro tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>27 &#8211; CARÊNCIA DE VITAMINAS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: falta vigor, queda de penas fora de época e falta de apetite. Os machos não cantam e de modo geral o pássaro fica adormecido durante o dia no fundo da gaiola.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: oferecer 5 gotas de Potenay B12 ou Vita-Gold em bebedouro de 60 ml de água, diariamente. Alternar com Ferro SM no bebedouro por período de 15 a 20 dias. Alimentação enriquecida com maça, jiló e verduras em dias alternados durante 30 dias. Banhos nos dias quentes e sol durante 15 minutos no horário da manhã. A farinhada com ovo cosido não deve faltar.</p>
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