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	<title>canário vermelho &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Não confunda Tarim da Venezuela com Canário!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:48:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda o cinza escuro. Listras de cor vermelha aparecem no peito e asas. Existem mutações de cor com variação da presença e intensidade do preto e vermelho.</p>
<div id="attachment_5536" style="width: 276px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-5536" decoding="async" class="wp-image-5536 size-medium" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png" alt="tarim da venezuela macho" width="266" height="300" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png 266w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-129x146.png 129w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-44x50.png 44w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-66x75.png 66w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela.png 489w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /><p id="caption-attachment-5536" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim da venezuela macho</em></span></p></div>
<p style="text-align: justify;">Ele é um pássaro exótico e silvestre da fauna brasileira como muitas pessoas acreditam ser, ele está inserido no grupo dos exóticos raros e no subgrupo dos granívoros americanos e participa de campeonatos ornitológicos por todo pais e pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">0 Tarim apesar de ser um pássaro exótico tem características peculiares, que começam desde a alimentação, manejo, reprodução e preparação. Depois de seis anos dedicados à reprodução deste pássaro venho passar um pouco da experiência adquirida ao longo desses anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A alimentação do Tarim é à base de sementes, as mais apreciadas por eles são o níger, alpiste e a perila, também uso farinhada, no mercado existem várias marcas que podem ser utilizadas, acrescento à farinhada ovo cozido para deixa-la mais palatável, forneço verdura (almeirão) e água sempre fresca.</p>
<p style="text-align: justify;">O criatório deve ser claro, limpo e arejado, devemos ter um cuidado especial com a temperatura, os Tarins são muito sensíveis ao frio, então precisamos mantê-la sempre amena para evitar problemas que podem ser ocasionados pelo frio e servirem de porta de entrada para doenças. Utilizo gaiolas de metal com pintura epóxi nas dimensões 50 x 28 x 31 cm, comedouros meia lua e bebedouro.</p>
<p style="text-align: justify;">A época de reprodução dos Tarins é a mesma dos canários, aqui na Serra Gaúcha onde tenho minha criação eles começam a nidificar no final de agosto até inicio de janeiro. As fêmeas fazem postura de três a cinco ovos, o período de choco é de treze dias, os filhotes saem do ninho com dezoito dias em média e com trinta dias já estão se alimentando sozinhos e podem ser separados dos pais. As fêmeas fazem de três a quatro posturas/ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos deixar que os Tarins mesmo criem seus filhotes, as fêmeas chocam e tratam bem seus filhotes, mas após 0 sétimo, oitavo dia costumam não deitar mais sobre os filhotes à noite e isso pode acarretar a morte dos mesmos devido ao frio, precisamos estar atentos a essa peculiaridade. É possível utilizar canários como ama-seca, o resultado é satisfatório e pode garantir um número maior de filhotes por casal.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: os manons que são utilizados como amas de praticamente todos os pássaros exóticos não criam filhotes de Tarins, devido ao formato do bico e a maneira de o filhote pedir comida que é igual aos canários erguendo-se e abrindo o bico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes são muito ativos e se desenvolvem rápido, é fácil de identificar o sexo, pois os machos com quarenta, quarenta e cinco dias já começam a mostrar pintas pretas na cabeça e também começam a cantar, cantam muito e alegram o criatório. Com cem, cento e vinte dias já estão com a plumagem definitiva, o vermelho vivo contrastando com o negro chama atenção de qualquer pessoa que visite sua criação.</p>
<p style="text-align: justify;">Comercialmente têm grande potencial, a procura por matrizes é grande e tem um valor agregado interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter contribuído de alguma forma com os criadores e futuros criadores dessa espécie, que é, sem sombra de dúvidas, uma das mais belas que temos conhecimento.</p>
<div id="attachment_5538" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-5538" decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5538" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg" alt="tarim macho fêmea filhote" width="800" height="504" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg 800w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-300x189.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-768x484.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-700x441.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-232x146.jpg 232w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-50x32.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-119x75.jpg 119w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-5538" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim macho &#8211; fêmea &#8211; filhote</em></span></p></div>
<p><strong><em>Fonte:</em></strong><br />
<strong><em>Artigo extraido da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 8, conforme regulamento do concurso de revistas da FOB </em></strong></p>
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		<title>Canários Fator Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:17:46 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tanto se especula em relação à coloração dos canários com fator “canários vermelhos”, especialmente os de linha clara, e são tantas as consultas em busca de um segredo, que terminou motivando esse texto. Longe de almejar ser definitivo, trata-se apenas de relato de experiência na criação desses pássaros e nos julgamentos, restringindo-se unicamente a aspectos práticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4986 alignright" src="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-can%C3%A1rio-vermelho.png" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" srcset="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho.png 280w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-155x146.png 155w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-50x47.png 50w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-80x75.png 80w" alt="como criar canário vermelho" width="280" height="264" /></p>
<p style="text-align: justify;">A orientação freqüente “Não poupe corante, tem que dar direitinho”, deve ser traduzida como ter muito cuidado na sua administração e realmente não fazer qualquer economia indevida que possa prejudicar o resultado final.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, apenas isso não garante a nenhum criador bons resultados, sendo a boa coloração um soma de fatores: dosagem correta de corante + alimentação balanceada + seleção rigorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os pássaros devam ter à sua disposição quantidade de pigmento suficiente pára que haja saturação na sua capacidade de assimilação e, assim, possa expressar fenotipicamente o seu potencial genético, é preciso que seja estabelecida uma metodologia de fornecimento, sob pena de faltar algum dos elementos fundamentais.<br />
Inicialmente, a dosagem que tenho utilizado, tanto para a linha clara quanto para os melânicos, é de cerca de 8 a 10g de cantaxantina a 10% (Carophyll Red, da Roche ou Lucantín Rojo, da Basf, p. ex.) para cada kg de farinhada pronta, diariamente, até o concurso. Há criadores que utilizam dosagens maiores ou menores, dependendo da fase do pássaro, mas tal prática é muito difícil para a maioria dos criadores. Então, padronizar parece ser a melhor opção.</p>
<p style="text-align: justify;">É importantíssimo que uma dosagem padrão seja mantida, pois evitará que haja variação na coloração do plantel, o que atrapalhará a seleção. Como saber se determinado pássaro não possui uma boa cor ou se está mal colorido? Simples: certificar-se de que todos consumam o pigmento de modo homogêneo.<br />
Não raro se vê criadores que acasalam pássaros deficientes de lipocromo com a justificativa de que “é filho de um canário campeão e deve ter comido pouco corante…” Na dúvida, descarte. Exceção, lógico, são os adultos, que já foram selecionados quando filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que deve ser levado em conta é a qualidade do produto utilizado, sendo importantíssima a seriedade do fornecedor, pois os corantes são facilmente degradáveis e a exposição à luz, ao calor e à umidade os afetam profundamente. Por esse motivo, não são observados bons resultados com a pré-mistura de corante na farinhada para posterior utilização. Sempre se deve adicioná-lo na hora do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na papinha dada aos filhotes de ninho é mantida essa mesma dosagem, o que evitará que se tenha que arrancar as penas longas, que já estarão bem coloridas.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo fator é a alimentação balanceada, pois um pássaro mal alimentado nunca conseguirá disponibilizar corretamente o lipocromo em sua plumagem. A plumagem é construída de acordo com os nutrientes disponibilizados, e, assim, um aporte correto de minerais, vitaminas e aminoácidos na hora da muda é de suma importância.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao uso do óleo na farinhada, na época da muda, sem querer gerar polêmica, é fundamental, justamente como veículo para melhor absorção e disponibilização do pigmento. Preferencialmente, utilizar o de girassol e o de soja, pelos níveis, principalmente, de vitamina “E”, antioxidante, no primeiro, e de metionina, no segundo. Atua também na agregação de maior brilho `a plumagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da mistura de grãos habitual (alpiste, colza, nabão, linhaça, níger, aveia, etc) não parece interferir na coloração, mas a utilização de verduras, sim. Também o milho amarelo age negativamente, competindo com o pigmento vermelho. Para aprofundar esse entendimento, ver a excelente matéria escrita por João F. Basile da Silva, publicada na Revista Brasil Ornitológico.</p>
<p style="text-align: justify;">O último fator, mas não em ordem de importância, é a seleção rigorosa dos pássaros de plantel. É somente por ela que poderemos chegar a pássaros que muito bem atinjam o nível que nós desejamos. Como já foi dito acima, não é aconselhável acasalar um pássaro (filhote) que não haja apresentado as condições ideais de coloração, ainda que seja oriundo de uma boa família. Como saber se a falta de brilho e a falta de cor não são genéticos? Assim, deve-se preferir pássaros nas suas melhores condições, sempre, o que já será um forte indício de qualidade e de geração de bons filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, uma recomendação que, ainda que de conhecimento da maioria, merece ser reprisada pela sua importância. Deve ser evitado, para os canários da linha clara, exposição direta ao sol, por períodos prolongados. O ideal é que os pássaros não recebam diretamente a luz solar, pois resultará em amadurecimento precoce da plumagem, com perda na coloração. Por outro lado, essa exposição resulta em aumento no brilho da plumagem, podendo ser dosada quando se tem pássaros que precisam “abrir a cor”, ou seja, o amadurecimento ainda não se deu na época das exposições.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos pássaros da linha escura, especialmente nos de melanina negra (cobres e ágatas), o sol faz com que haja uma melhoria no tipo, prejudicando pouco a cor de fundo. Nada, porém acrescentará muita qualidade a quem não a tem. Esses cuidados só farão diferença nos detalhes, possibilitando aos pássaros de boa qualidade que possam expressar todo o seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Paulo Cesar Löf </em></strong><br />
<strong><em>Juiz de canários de cor </em></strong><br />
<strong><em>fob-objo</em></strong></p>
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		<title>Canários Vermelhos Mosaicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 00:02:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas. Essa novidade no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="post-title entry-title">COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS</h2>
<div style="text-align: justify;">Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas.</div>
<div style="text-align: justify;">Essa novidade no manejo fez surgir muitas dúvidas principalmente no que se refere à data correta de fornecimento e retirada de pigmentantes, já que a coloração das áreas de eleição não deverá ser afetada, devendo ser o mais vermelha possível, como antes. Lembremos que o canário vermelho mosaico é antes de tudo um canário de contraste!</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Através de experiência no manejo de vermelhos mosaicos, das observações durante os julgamentos e também das discussões com outros criadores e juízes, se pode dar algumas informações úteis, as quais detalharemos a seguir:</p>
<p><strong>1 – Manejo de reprodutores na pré-cria &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Considerando que as penas longas deverão ser apresentadas somente sem pigmentação vermelha, poder-se-ia dizer que o manejo dos reprodutores antes da cria seria dispensável, pois mesmo que o amarelo de fundo fosse bastante saliente, não faria diferença. Mas a tendência que se percebe é que têm sido mais valorizados os exemplares com as plumas longas mais claras, com menos expressão de amarelo, tendendo ao branco.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os criadores europeus, com mais experiência, em sua grande maioria assim já procedem, preparando seus reprodutores antes da cria para que produzam filhotes de melhores características para concurso.</div>
<div style="text-align: justify;">Portanto, é recomendável que antes do acasalamento, após a sua seleção e término de emplume, as fêmeas sejam deixadas sem consumir pigmentantes vermelhos e também que sejam pouco expostas à coloração amarela, através da redução do fornecimento de alimentos que contenham esses pigmentos, como verduras, gema de ovos, grãos com alto teor de luteína e zeaxantina (nabão, colza, milho, farelo de soja, germe de trigo, etc). Assim, os embriões produzidos (ovos) terão pouco corante nas suas reservas alimentares e as penas jovens crescerão com a cor adequada.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Normalmente, esse período de antecedência de restrição alimentar para as fêmeas é de 2 a 4 meses.</p>
<p><strong>2 – Os filhotes no ninho &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Durante a fase de ninho, os filhotes de vermelhos mosaicos deverão receber alimentação também com baixíssimo teor de pigmentantes amarelos e nada de pigmentos vermelhos. Dessa forma, até a sua separação também não deverão consumir alimentos como acima exemplificado. Para os criadores essa é a fase de maior cuidado, pois ainda que se busque uma correta alimentação quanto à coloração, se deve usar substitutos alimentares para que não haja carências alimentares.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Como no Brasil nossas farinhadas são produzidas em sua imensa maioria tendo o farelo de soja como fonte proteica, e sendo ele rico em pigmentantes amarelos, é necessário que o criador atente para escolher uma ração que não tenha esse componente ou faça ele mesmo uma ração – farinhada utilizando outras fontes de proteína, como a caseína do leite ou a albumina da clara de ovos. Lembre-se que as penas são quase totalmente formadas por proteínas, e a sua falta na alimentação poderá ser causadora de má formação ou demora no empenamento.</p>
<p><strong>3 – O início da pigmentação com corante &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Depois que os filhotes são separados dos pais ao redor dos 30 dias, já estando bem emplumados, serão normalmente postos em voadeiras e aí começará o criador a ministrar-lhe corante. Por experiência se pode recomendar que se for desejada a separação por sexo que seja feita nessa data, observando-se as máscaras levemente marcadas, porque depois, como a pigmentação ocorre em etapas, é mais difícil diferenciar os filhotes que serão quase brancos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Muitos falam em ser aos 45 dias o período inicial de fornecimento de corante, mas experiências mostram que após os 30 dias já estarão com a formação adequada das penas longas, não necessitando mais a alimentação ‘branca’.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Nesse período e nos seguintes, deve-se cuidar para que os mosaicos não percam penas e nem as quebrem e por isso as populações nas gaiolas deverão ser baixíssimas. Poucos pássaros e muitos poleiros!</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A dosagem para a adequada coloração é de 10 a 12 g de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/cantaxantina.html" target="_blank">cantaxantina a 10% (Carophyl Red DSM ou Lucantin Roj Basf, por exemplo)</a> por kg de farinhada pronta.</p>
<p><strong>4 – A revisão final &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Quando os pássaros já estiverem coloridos nas áreas de eleição (máscara, ombros e uropígio) pode-se cessar o fornecimento de corante e retirar as plumas quebradas ou as que não hajam sido coloridas durante o período anterior, especialmente as de cima dos ombros, normalmente amarelas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Suas penas longas serão bastante claras e perfeitamente adequadas aos critérios exigidos em concurso, e agindo-se dessa maneira, eventuais dificuldades de manejo serão facilmente resolvidas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mesmo que não seja fácil a criação dos vermelhos mosaicos com esses novos parâmetros, a beleza desses pássaros certamente compensará o esforço dos seus dedicados criadores.</p>
<p><strong>Por: <i>Paulo César Löf  Juiz OBJO</i></strong></p>
</div>
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