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	<title>Canário Doente &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Fratura Óssea em Canários</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 02:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades visíveis o Manual pede a desclassificação do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os canários, como todas as aves, possuem os ossos dotados de cavidades, pequenos orifícios que permitem a passagem do ar, por isto são denominados ossos pneumáticos. Estes ossos, devidos tais características associadas às córtices (área mais densa e compacta, localizada na região periférica do osso) muito finas são muito mais propensos às fraturas, e impõe uma grande dificuldade para tratamento e cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ocorre a fratura óssea, inicia um processo biológico complexo que segue padrões específicos de regeneração e envolve alterações na expressão de milhares de genes, denominada cicatrização óssea.</p>
<p style="text-align: justify;">O tecido ósseo tem capacidade para reparação e regeneração em resposta a uma lesão ou tratamento cirúrgico. Ambos os processos envolvem uma complexa integração de células, fatores de crescimento e matriz extracelular. O processo de reparação consiste em restaurar a continuidade dos tecidos lesados, sem necessariamente aumentar o volume ósseo. No entanto, a regeneração é um processo que envolve a diferenciação de novas células e a formação de um novo tecido ósseo resulta em um aumento do volume total de novos tecidos esqueléticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante cada uma dessas fases os processos biológicos são regulados por moléculas de sinalização que &#8220;avisam&#8221; ao corpo que ocorreu uma fratura e esta deverá ser corrigida. Essas moléculas podem ser categorizadas em três grupos:</p>
<p style="text-align: justify;">(l)citocinas pro-inflamatórias,</p>
<p style="text-align: justify;">(2) membros da super família do fator de crescimento transformador-beta (TGF-F)</p>
<p style="text-align: justify;">(3) fatores angiogênicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse processo de recuperação depender da inflamação não se deve, em hipótese alguma, utilizar medicamentos que contenham corticoides, tais como Dexametasona, Prednisona e Prednisolona, pois esses, inibiriam o processo inflamatório de modo exacerbado. A consolidação do osso é a regeneração da morfologia e da função do tecido lesado através da produção de nova matriz osteoide, ocorrendo de forma direta ou primaria (não há formação de calo mole ou calo duro) ou na forma indireta ou secundária (espontânea, há formação de calo ósseo).</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de fixadores, hastes, pinos e placas é amplamente restrito para algumas aves devido a certas particularidades, tais como, a espessura óssea dos canários, o que pode não colaborar com o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os artigos científicos demonstram que em aves maiores como pombos, gaviões e psitacídeos em geral, o uso de fixadores determina a melhor opção de consolidação de fratura. Porém, os resultados podem variar devido aos diferentes tipos de fraturas, associados aos diversos comportamentos pós- cirúrgico dos pacientes. Outro fator negativo comum nestas técnicas é a anquilose (rigidez de uma articulação) devido à imobilização por longo período.</p>
<p style="text-align: justify;">Em canários há poucos estudos sobre o tratamento de fraturas, e muitas vezes o dono da ave, em busca de ajudar acaba por piorar o quadro clinico da ave, devido ao desespero e a pouca experiência no assunto. No intuito de imobilizar a fratura, é bastante comum o uso de fitas, como esparadrapos e micropore. No entanto, essa prática é altamente complexa e se torna ineficaz sem o auxilio de uma pessoa capacitada, além de não manter a imobilização ideal e ainda permitir o desenvolvimento de uma área com alto potencial de infecção, em casos de fraturas expostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas, em determinadas cirurgias do campo médico humano e veterinário, foi introduzido como ferramenta o ciano acrilato de etila, que é o principio ativo comum nas &#8220;super-colas&#8221;. E encontrada com o nome comercial de SuperBonder.</p>
<p style="text-align: justify;">Na canaricultura esta cola é eficientemente usada na correção de faturas, estancando a hemorragia no local traumatizado e permitindo a imobilização do membro para a consolidação ideal. Na ocorrência de uma fratura é dever do proprietário da ave buscar auxilio de um médico veterinário. Caso não consiga a ajuda especializada, os primeiros socorros devem ser realizados prontamente para não comprometer a vida do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de trauma no membro inferior, o pássaro deve ser cuidadosamente contido. Mantenha alto esmero com o membro afetado, não o desloque da posição anatômica encontrada; ato comum entre os leigos para afirmar que houve de fato uma fratura. Leve a ave ferida a uma água corrente limpa e sem pressão. Deixe que o sangue seja enxaguado. Se a hemorragia aumentar, faça leve pressão comum papel absorvente mantendo o posicionamento encontrado. Quando a hemorragia estiver contida deverá ser observado o local da fratura e o posicionamento ideal do membro, utilizando como auxilio os dígitos do pé, lembrando que a porção frontal contem três dedos e a caudal apenas um.</p>
<p style="text-align: justify;">A cola é primeiramente colocada no ponto da fratura, alinhando o eixo comum do osso. Apoie o osso alinhado até a cola secar. Passe a cola novamente sobre o ponto da fratura e o por toda extensão da canela até a base inicial dos dedos. Flexione-a ao abdômen, paralela ao outro membro, colando-a nas penas abdominais.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira com que a perna é posicionada no momento da imobilização permite que o canário apoie os dedos no poleiro, pois os mesmos não estão colados, assim, é iniciado um processo de fisioterapia espontânea. A consolidação da fratura estará completa em torno do 30º dia de imobilização. Nessa fase o canário estará apto a realizar novamente o movimento de extensão do membro 0 que acarreta à descolagem natural da canela com as penas do abdômen.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a fratura, por sua vez, ocorrer em membro superior, a imobilização deve ser realizada com o reposicionamento anatômico da asa com o tórax. Cola-se as penas da asa com as penas do flanco médio. O processo de recuperação é semelhante ao dos membros inferiores.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5544 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg" alt="fratura óssea em canários" width="763" height="348" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg 763w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-300x137.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-700x319.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-260x119.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-50x23.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-150x68.jpg 150w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /></p>
<hr />
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5545 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg" alt="canário com asa quebrada" width="762" height="334" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg 762w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-300x131.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-700x307.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-260x114.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-150x66.jpg 150w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /></p>
<hr />
<p><em><strong>Fonte:</strong></em></p>
<p><em><strong>Artigo extraído da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 50</strong></em></p>
<p><em><strong>Sergio Ricardo Nicolau Martins </strong></em><br />
<em><strong> Medico Veterinário e Juiz Aspirante OBJO </strong></em></p>
<p><em><strong>Alessandra G. Lindquist Nicolau </strong></em><br />
<em><strong>Estudante de Medicina Veterinária </strong></em></p>
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		<title>Como reduzir a mortalidade na época da criação dos canários</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 22:22:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorretas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorretas. Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.</p>
<p>A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.</p>
<p><strong>ABORTOS</strong></p>
<p>A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.</p>
<p>a) As alterações cromossômicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.</p>
<p>b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este défice nutricional pode ser causado indiretamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.</p>
<p>As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.</p>
<p>c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossômicas.</p>
<p>Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.</p>
<p>O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantotênico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.</p>
<p>Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a umidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper corretamente a casca e morrerá na tentativa.</p>
<p><strong>MORTE APÓS O NASCIMENTO</strong></p>
<p>Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.</p>
<p>Algumas das causas responsáveis são:</p>
<p><strong><em><u>a) Abuso de antibióticos.</u></em></strong></p>
<p>É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma.</p>
<p>Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com coquetéis antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:</p>
<p>&#8211; <strong>Imunodepressão:</strong> verifica-se que determinados antibióticos, como as tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.</p>
<p>&#8211; <strong>Aparecimento de resistência bacteriana:</strong> em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.</p>
<p>&#8211; <strong>Transtornos digestivos:</strong> com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.</p>
<p>&#8211; <strong>Aparecimento de infecções fúngicas:</strong> as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.</p>
<p>&#8211; <strong>Alteração do desenvolvimento embrionário:</strong> algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicóis e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.</p>
<p><strong><em><u>b) Hipo ou hipervitaminose.</u></em></strong></p>
<p>Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efetuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.</p>
<p>Atualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.</p>
<p><strong><em><u>c) Preparação inadequada dos alimentos.</u></em></strong></p>
<p>A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos úmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cuscuz ou das papas úmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados corretamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a umidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.</p>
<p><strong><em><u>d) Higiene Deficiente.</u></em></strong></p>
<p>A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos.</p>
<p>Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.</p>
<p>Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<strong>Enrique Moreno Ortega &#8211; Veterinário especialista em Aves</strong></p>
</div>
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		<title>Ácaros de Traqueia em Canários, o que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2014 03:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ÁCAROS DE TRAQUEIA As aves são hospedeiras de uma rica diversidade de ácaros que infestam penas, pele, vias respiratórias e ninhos. Muitas espécies são hematófagas atuando como vetores de vários patógenos como protozoários, bactérias e vírus deixando as aves susceptíveis a infecções secundárias, podendo levá-las a morte, principalmente se estiver [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">ÁCAROS DE TRAQUEIA</h2>
<p style="text-align: justify;">As aves são hospedeiras de uma rica diversidade de ácaros que infestam penas, pele, vias respiratórias e ninhos. Muitas espécies são hematófagas atuando como vetores de vários patógenos como protozoários, bactérias e vírus deixando as aves susceptíveis a infecções secundárias, podendo levá-las a morte, principalmente se estiver com ácaros de traqueia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sternostoma tracheacolum, também conhecido como ácaros de traqueia ou ácaro da asma-fole-de canário, é um ácaro que acomete várias espécies de pássaros, sendo um dos responsáveis por muitas dores de cabeça e desgosto de criadores e amadores que criam aves de gaiola ou ornamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ácaro é facilmente observável, pois o seu aparelho digestivo possui coloração escura (pela presença de sangue do qual se alimenta). O parasita desenvolve-se principalmente na boca afetando vias aéreas, com o tempo os ácaros migra para a traqueia, o que torna a situação mais grave. Acomete também os sacos aéreos, brônquios e parênquima pulmonar.</p>
<p style="text-align: justify;">A transmissão de ácaros de traqueia ocorre principalmente em ninhos onde há regurgitação das aves durante o trato dos filhotes. Os adultos geralmente se contaminam através de água contaminada, alimentos, correntes de ar mal distribuídas ou mesmo espirro de aves doentes, também ocorre transmissão em exposições, torneios através da introdução de novas aves no criatório, ou a partir do contato com pássaros livres que tenham acesso as gaiolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aves afetadas por ácaros de traqueia apresentam incomodo e começam a esfregar o bico nos poleiros e grades, deixam de cantar, mas comem e bebem água normalmente. Quando os ácaros migram para a traqueia a ave manifesta um mal estar permanente por dificuldades respiratórias, dorme embolada, passa a comer menos que o normal e suas fezes tornam-se líquidas e esbranquiçadas. Ao atingir os pulmões, pode-se ouvir um ruído semelhante a um assovio, principalmente à noite. A ave respira com muita dificuldade, mantém o bico aberto e apresenta tosse. Em alguns casos, pode esfregar a região da traqueia nos poleiros, podendo ocasionar queda de penas nesta região. Como a ave apresenta dificuldade em alimentar-se, a mesma tende a ficar debilitada facilitando o aparecimento de doenças oportunistas, o que contribui para o agravamento de seu estado de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Sternostoma tracheacolum é um ácaro escuro e pequeno o diagnóstico é feito a partir da trans-iluminação da traqueia, este teste consiste em, num ambiente escuro, incidir uma fonte de luz no pescoço da ave. Com isso, podem-se observar pequenos pontos negros, correspondentes ao aparelho digestivo do ácaro, dispersos ao longo da traqueia do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Laboratorialmente, os ácaros podem ser vistos através de exame de fezes ou necropsia, onde os ácaros são vistos em sacos aéreos, pulmões e traqueia. O diagnóstico é presuntivo nos sintomas, epidemiologia e resposta ao tratamento. Assim que os sinais clínicos de ácaros de traqueia começarem a aparecer, as aves devem ser isoladas do plantel imediatamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento a base de ivermectina associado a polivitaminicos tem demonstrado resultados satisfatórios, lembrando sempre que, a dosagem e o modo de administração devem ser prescritos pelo médico veterinário, pois a ivermectina é um produto tóxico, forte e quando mal utilizado pode esterilizar as aves ou até mesmo causar sua morte.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas de se evitar este transtorno em nossos plantéis devem incluir quarentena de novas aves, e de aves que participaram de torneios e ou exposições, um bom manejo higiênico no criadouro, limpando e desinfetando os viveiros com certa regularidade, deve-se ainda desinfetar os ninhos e viveiros depois de cada criação, utilizar comedouros fechados de modo que as aves não defequem em sua comida, proporcionar boa ventilação e renovação do ar, mas sem correntes de ar passando diretamente pelas gaiolas, pois, essas correntes podem carrear ácaros e outros agentes infecciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar o contato com outros tipos de aves, como galinhas, pombos, pardais, entre outros. Além das medidas de higiene e manejo, podemos adotar como medida preventiva a administração de quatro a cinco gotas de vinagre na água do banho, ajudando a manter nossas aves afastadas destes ácaros.</p>
<p style="text-align: justify;">É de extrema importância termos cuidado com a sanidade e manejo dos nossos criadouros, pois descuidos com manejo e higiene pode determinar o sucesso da criação. Aconselhamos aos criadores que sempre procurem orientação de um médico veterinário, pois a utilização de medicamentos errados pode ocasionar grandes prejuízos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Dra. Roberta Pivesso Mazola</strong></em><br />
<em><strong> Dra. Tais Cremasco Donato</strong></em><br />
<em><strong> Médicas Veterinárias Residentes do Laboratório de Ornitopatologia &#8211; UNESP/Botucatu</strong></em></p>
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		<title>Canário Doente? Doenças mais comuns em canários</title>
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		<pubDate>Mon, 23 Jul 2012 18:09:10 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>CANÁRIO DOENTE Canário doente? Segue abaixo uma lista de doenças mais comuns em canários: 1 – ENTERITE &#8211; Canário Doente Sintomas: Dores abdominais, diarreia, plumas da cloaca sujas pelas fezes, estrias de sangue. Abdômen duro, vermelho violeta. Pára de cantar. Tem muita sede. Emagrecimento rápido. Tratamento: Dependendo da causa: Vermífugos, [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">CANÁRIO DOENTE</h2>
<p style="text-align: justify;">Canário doente? Segue abaixo uma lista de doenças mais comuns em canários:</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>1 – ENTERITE &#8211; Canário Doente</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Dores abdominais, diarreia, plumas da cloaca sujas pelas fezes, estrias de sangue. Abdômen duro, vermelho violeta. Pára de cantar. Tem muita sede. Emagrecimento rápido.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dependendo da causa: Vermífugos, coccidiostáticos, antibióticos, antimicóticos. Eliminar as verduras. É útil a administração de 2 gotas de Aderogil no bebedouro de 50 cc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>2 &#8211; INDIGESTÃO / CONSTIPAÇÃO &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Ventre inchado. Fezes duras, cloaca inchada e de cor vermelha. Dificuldade de evacuação.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dar no bico 2 gotas de óleo de parafina. Introduzir, prudentemente, na cloaca um pouco de azeite de oliva. Administrar verduras, maçã e infusão de tília para beber.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>3 – COLIBACILOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Sonolência. Falta de apetite. O pássaro se retira para um canto da gaiola. Diarreia esverdeada que deixa as penas ao redor da cloaca sujas. Vômitos freqüentes de alimentos misturados a uma substância e a um fluido esverdeado. Nesses casos a mortalidade é muita elevada entre o primeiro e o segundo dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Dentre outros, mencionamos: Zooserine, quemicetina solúvel, Cloranvex e Gentamicina (colírio 1 gota no bico). A medicação deve ser oferecida conforme a bula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>4 – SALMONELOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Na forma fulminante o pássaro se retira para um canto da gaiola e fica a dormir, com as penas soltas, asas caídas e com a respiração ofegante. Morte repentina. A parasitose em forma fulminante tem incubação de 1 a 3 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo descrito no item 3. Além desse, pode ser feito tratamento com sulfas (Vetococ, Neosulmetina, Coccirex). Nota: Durante a criação deve ser evitados o uso indiscriminado de produtos com sulfa, porque esterilizam o macho por 22 dias aumentando bastante o risco de complicações com Cândida.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>5 &#8211; SALMONELOSE &#8211; Forma aguda incubação (3 a 5 dias) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Na forma aguda o pássaro pára de cantar. Falta-lhe vivacidade e o mesmo se retiram para o canto da gaiola com as penas eriçadas e os olhos semicerrados. Inapetência, muita sede e diarreia verde-amarelada. Cloaca suja de fezes, ventre inchado e respiração ofegante.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Além dos medicamentos indicados no caso precedente, dar sulfas com os cuidados recomendados. Os pássaros que conseguem ser curados ficam por via de regra, portadores de germes.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>6-STREPTOCOCOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Sono contínuo. O pássaro se isola em um canto da gaiola. Cloaca suja pela diarreia. Emagrecimento rápido. Respiração ofegante. A cauda e as asas caídas. Aumento do ritmo respiratório, bico aberto. O pássaro pode, de tempos em tempos, emitir ruído agudo.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Durante 5 dias deve ser oferecido ao pássaro doente um dos seguintes produtos: 100 PS (vide bula), Tylan 200 (1 gota no bico).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>7 – TIFOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Asas caídas, penas soltas e diarreia verde. Mortalidade muita elevada e rápida, entre 12 e 24 horas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo que os itens 3 e 5.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>8 &#8211; HEPATITE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de apetite ou fome exagerados. Manchas violáceas no ventre, com hipertrofia do lóbulo hepático.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Pro Livre (5 gotas no bebedouro) noz vômica, Antitóxico SM (vide bula), Epocler (10 gotas no bebedouro por 5 dias). Recomenda-se suspender a farinhada e manter somente alpiste e chicória.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>9 &#8211; VARIOLA / BOUBA (forma aguda) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A princípio, não apresenta nenhum sintoma particular. O pássaro fica apático e se retira para um canto da gaiola com as penas eriçadas e respiração difícil. Na chamada forma diftérica o vírus provoca o aparecimento de pequenas placas como se fossem membranas branco amareladas na boca e nas vias respiratórias causando sérios problemas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Neste caso a antibioticoterapia é geralmente ineficaz; a única ação válida é preventiva por vacinação. Existe à francesa &#8220;Kanapox&#8221; Rhone Merieux e a americana &#8220;Poximune C&#8221; Biomune Inc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>10- VARÍOLA/BOUBA(forma crônica) &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A princípio, a queda de pequenas penas ao redor dos olhos. As pálpebras engrossam. Pode parecer plefarite com secreção purulenta que fecha o olho. Lesões epiteliais típicas da varíola. Furúnculos com até 5mm de diâmetro, de cor amarelada/esbranquiçada cheios de líquido purulento. Por vezes eles se cobrem de uma membrana que parece casca e atinge com mais freqüência a fixação do bico junto à cabeça e cavidade interna do bico, faringe e ouvidos. As generalidades dos sintomas são aquelas da forma aguda.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: A forma cutânea pode ser tratada com tintura de iodo ou mercúrio cromo em uma solução alcoólica a 3% ou Thuya. A Quemicetina (4 gotas no bebedouro) pode, em alguns casos, mostrar eficiência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>11 – CORIZA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de vivacidade, anorexia, corrimento de cerume das narinas, que pode se tornar um ranho purulento, continuamente freqüente, com tosse. Respiração difícil. Mucosa congestionada.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Limpar as cavidades das narinas com algodão impregnado com permanganato de potássio solução 1/1000. Dar um dos seguintes remédios 100 PS conforme a bula. Linco Spectrin 1 g em 1,5 L. de água, Tylan 200, 1 gota no bico. O tratamento deve ser mantido até o desaparecimento da doença.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>12 &#8211; DOENÇA RESPIRATÓRIA (crônica) &#8211; D.R.C. &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Dificuldade de respiração, espirros, corrimento nasal e ocular. Esta doença é bastante semelhante à coriza.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Tylan 200 (1 gota no bico), Linco Spectin (1g em 1,5 I. de água), Ofticor (2 gotas no bico). Tratamento de 1 semana.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>13 &#8211; SINUSITE INFECCIOSA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Corrimento freqüente das narinas e dos olhos que ficam injetados com inchação ao seu redor podendo apresentar pus. O pássaro não come e permanece com a cabeça embaixo das penas recolhido num canto do poleiro ou no fundo da gaiola. Esfrega, seguidamente, o bico contra o poleiro ou arame. Respiração difícil.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Lavar as narinas e olhos com água morna. Pingar 1 gota de Hidrossin em cada narina. Na água pode ser usado Auromicina Avícola, Vetococ, Tylan 200 ou Linco Spectin. A medicação deve ser oferecida conforme a bula.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>14 – PNEUMONIA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Falta de vivacidade. Respiração difícil. O bico pode ficar com uma cor violeta. O pássaro coloca a cabeça para trás debaixo da asa. A cauda acompanha o ritmo respiratório. Febre, asas caídas, penas eriçadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Baytril ou Tylan 200 (1 gota no bico) Linco Spectin, Oftcor (2 gotas no bico). Reforçar a alimentação adicionando vitaminas na farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>15 &#8211; AEROSACULITE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Respiração difícil e ruidosa com silvos pronunciados. Falta de vivacidade, o pássaro fica infértil e não canta.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: O mesmo do item 14.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>16- ASMA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Respiração difícil com acesso asmático muito intenso e freqüente. Queda do poleiro; morte por asfixia. Nos casos muitos graves, imobilidade, olhos entreabertos, penas soltas. Respiração acelerada intermitente com emissão do pequemos gemidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Administrar os mesmos medicamentos do item 14.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>17 &#8211; MUDA ANORMAL &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Muda de penas fora de tempo, irregularidade na formação das penas ou quedas contínuas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Identificar e sanar o problema que pode ser: Mudanças bruscas de temperatura; excesso de calor ou frio; local muito úmido ou muito seco; correntes de ar; mudança de alimentação; Stress; baixa luminosidade durante o dia; excesso de luminosidade artificial. Identificada à causa, administrar boa farinhada enriquecida com vitaminas e mineral diariamente.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>18 &#8211; TEIGNE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: manchas redondas ao redor das pálpebras, perto do bico ou ainda nos ouvidos com formação de escamas seca.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: desinfetar bem a gaiola, com Biocid. Aplicar com cautela pomada antimicótica, Canesten.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>19 &#8211; PARASITOSE EXTERNA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: queda de plumagem, emagrecimento, anemia demonstrando as patas pálidas e olhar comprimidos.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: desinfetar a casa 3 meses com Kil Red (20 g para 6 litros de água), gaiolas, equipamentos e pássaros. É indispensável que o produto seja pulverizado nas paredes e estantes. O SBP também pode ser usado, contudo, como se volatiliza rapidamente, o risco de reinfestaçâo é maior.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>20 &#8211; PIPOCAS DAS PATAS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: inchação das juntas e furúnculos nas patas.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Aplicar pomada Nebacetin até a cura e dar na água 5 gotas de Benzitrat.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>21 &#8211; STREES &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: O pássaro fica sonolento, abatido. Muito especialmente ao retornar de exposições ou viagens longas. Tumulto dentro do canaril provoca agitação nos pássaros, causando-lhes stress.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: administrar vitaminas: Potenay 812, ou Vita Gold (5 gotas no bebedouro) e farinhada reforçada com Rosivolt, maça, verdura e jiló.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>22- INFERTILIDADE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: ovos claros, o pássaro não entra em forma para reprodução. A fêmea recusa sempre o macho ou vice versa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: vitaminas e alimentação sadia devem ser oferecidos aos pássaros para que na época da reprodução estejam em forma. E recomendável adicionar em 1 quilo de farinhada seca 2 gramas de Vitamina &#8220;E&#8221; em pó.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>23 CANDIDIASE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: Penas arrepiadas, falta de apetite, dificuldade para ingerir alimentos, vômitos e às vezes diarreia.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Assim que aparecer os primeiros sintomas, bons resultados são conseguidos com Micostatin (1 gota no bico) e 8 gotas no bebedouro. Nizoral (1 comprimido transformado em pó adicionado a 1 quilo de farinhada seca) também produz bom efeito.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>24 COCCIDIOSE &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: A cossidiose raramente provoca mortes rápidas. As penas ficam eriçadas, a ave fica abatida surgindo 0 osso do peito saliente, chamado de peito de falcão. Desidratação e diarreia com fezes com estrias de sangue ou de coloração bem escura.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Vetoco, Coccirex e Amprolium. Os medicamentos devem ser ministrados de acordo com as bulas. Recomenda-se adicionar a farinhada complexo vitamínico e Hidrax ou Pedyalite.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>25 ASPERGILOSE RESPIRATÓRIA &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: O tratamento é difícil; o ideal é prevenir tratando as sementes com um alumino silicato (seqüestraste). De qualquer forma a cura pode ser tentada com Ancotil na dosagem de 120 a 250 mg por quilo de farinhada seca, oferecida por 3 dias.</p>
<p style="text-align: justify;">Movimento de cauda acompanhando a respiração, abrir e fechar do bico com muita freqüência. A respiração em alguns casos é bastante ruidosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: Não há tratamento satisfatório com medicamentos específicos, contudo, algum resultado pode ser conseguido com NF 180 (2 g para 1 quilo de farinhada seca) e complexo vitamínico para melhorar a resistência.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>26 ÁCAROS RESPIRATÓRIOS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: acesso asmático repentino, porém mais freqüente à noite e à tardinha, ou depois de se alimentar. Respiração penosa, sibilante, com assobio. Acesso de tosse com expectoração contento muitas ácaros. Plumagem em desalinho, abertura do bico sincronizado com os movimentos respiratórios. Após as crises, os pássaros voltam ao estado de aparente normalidade. A presença de ácaros respiratórios Sternostoma Traqueacolum &#8211; ocorre, em maior ou menor grau, na maioria dos criadouros.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: isolar o pássaro doente. Desinfetar as gaiolas todos os dias com solução Biocid na proporção 2 ml por litro de água. Aplicar vacinação adotando o processo de arrancar algumas penas da coxa do pássaro, esfregando, levemente, uma gota de Ivomec. A medição deve ser repetida 15 dias após e na segunda aplicação da vacina não havendo melhora do pássaro, o mesmo não está acometido de ácaros, devendo ser tentado outro tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>27 &#8211; CARÊNCIA DE VITAMINAS &#8211; Canário Doente</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas: falta vigor, queda de penas fora de época e falta de apetite. Os machos não cantam e de modo geral o pássaro fica adormecido durante o dia no fundo da gaiola.</p>
<p style="text-align: justify;">Tratamento: oferecer 5 gotas de Potenay B12 ou Vita-Gold em bebedouro de 60 ml de água, diariamente. Alternar com Ferro SM no bebedouro por período de 15 a 20 dias. Alimentação enriquecida com maça, jiló e verduras em dias alternados durante 30 dias. Banhos nos dias quentes e sol durante 15 minutos no horário da manhã. A farinhada com ovo cosido não deve faltar.</p>
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