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	<title>canário do reino &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Entendendo as Cores dos Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 23:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[canário de cor]]></category>
		<category><![CDATA[canário do reino]]></category>
		<category><![CDATA[canário mosaico]]></category>
		<category><![CDATA[Canários]]></category>
		<category><![CDATA[identificar cor do canário]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual canários]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de cores canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CORES DOS CANÁRIOS Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários. Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática. Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">CORES DOS CANÁRIOS</h2>
<p style="text-align: justify;">Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais que são: <strong>Branco, Amarelo e Vermelho.<br />
</strong><br />
Segundo, conhecer os quatro tipos que são: <strong>Negro Marrom Oxidado (azul, verde e cobre), Ágata, Isabel e Canela.<br />
</strong><br />
Terceiro, conhecer e diferenciar as três categorias que são: <strong>Intenso, Nevado e Mosaico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após um bom conhecimento desses pontos fundamentais: cor, tipo, categoria e dominarmos bem esses conceitos teremos condições de conhecer todas as cores da nomenclatura oficial da canaricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa forma de propor esse tipo de aprendizado é diferente dos demais, pois somos taxativamente contra mostrar o canário e falar qual sua cor, o nosso objetivo é aprender a reconhecê-lo o que se torna mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Amarelos</b>: São todos os canários que possuem amarelo visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles podem ser: Amarelo, Verde, Canela, Ágata e Isabel e deverão estar enquadrados na categoria Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Brancos</b>: São todos os canários que possuem branco visíveis nas penas, independentemente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Branco, Azul, Ágata e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado e Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Vermelhos</b>: São todos os canários que possuem vermelho visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Vermelho, Cobre, Canela e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme podemos verificar os pássaros são os mesmos, diferenciando apenas na cor do lipocromo. O desenho da marcação dos pássaros da linha escura são sempre os mesmos para cada tipo: Negro- Marrom Oxidado (cobre, azul e verde), Canela, Ágata e Isabel.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esses conhecimentos na prática, já é possível identificar todas as cores dos canários clássicas. E, as cores novas nada mais são do que fatores que atuam sobre as melaninas e cores que podem ser: Opalino, Pastel, Recessivo, Marfim e Ino, podendo ser agrupados em dois fatores de inibição &#8211; &#8220;Recessivo e Marfim&#8221;, um fator de redução &#8211; &#8220;Pastel&#8221; e outro de oxidação &#8211; &#8220;Opalino&#8221; Vamos agora descrever esse fatores:</p>
<p><b>1) Recessivo</b>: Apresenta só nos canários de lipocromo branco e indica a ausência de lipocromo amarelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>2) Marfim</b>: Aparece com uma inibição parcial do lipocromo, causando um esmaecimento da intensidade dos mesmos e atua sobre os lipocromos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>3) Pastel</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator pastel é responsável por uma redução e dispersão do negro e do marrom, se observamos um canário pastel temos a impressão de ver um canário sujo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>4) Opalino</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator opalino é responsável por uma oxidação e inversão das melaninas negras da parte superior das penas para a inferior, centralizando ou condensando sobre o canal medular inferior. As melaninas negras.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode haver ainda a combinação entre esses fatores: Recessivo com Pastel e Opalino e, Marfim com Pastel e Opalino,<br />
Nunca devemos combinar os fatores Pastel com Opalino por serem antagônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda temos os Inos que são, designação dos canários de olhos vermelhos, sendo ainda divididos em dois fatores, os ligados ao sexo e os de sexo livre. Muitas confusões são feitas e notadas sobre esses pássaros, mas é muito fácil de entendê-los, basta seguir um relacionamento lógico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ino</b>: Qualquer canário de olho vermelho exclusivamente da linha clara nos lipocromos (amarelos, brancos e vermelhos).<br />
Somente o criador pode saber se é ligado ao sexo livre.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Acetinado</b>: Canários de olhos vermelhos ligados ao sexo, essa denominação poderá ser feita aos canários de linha clara e escura.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Feo Ino</b>: Canários de olhos vermelhos, sexo livre só ocorre em canários da linha escura. Tentando clarear mais, nos Inos temos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Acetinado linha clara: Albinos, Lutinos e Rubinos.</li>
<li>Acetinados linha escura: Prateados, Amarelos e Vermelhos.</li>
<li>Feo Ino: Só ocorre na linha escura: Albino, Lutino e Rubino.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora já conhecemos 100% da nomenclatura oficial e será fácil identificar as cores de todos os Canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntas para a classificação de qualquer canário.</p>
<p style="text-align: justify;">1) É da linha clara ou escura?</p>
<p style="text-align: justify;">2) Qual a cor do lipocromo?</p>
<p style="text-align: justify;">3) Qual a categoria?</p>
<p style="text-align: justify;">4) É oxidado negro-marrom. Tem pés e bico pretos?</p>
<p style="text-align: justify;">5) É oxidado canela?</p>
<p style="text-align: justify;">6) É diluído negro-marrom? Tem bigodes negros?</p>
<p style="text-align: justify;">7) É diluído canela?</p>
<p style="text-align: justify;">8) Tem lipocromo esmaecido?</p>
<p style="text-align: justify;">9) Tem ausência de lipocromo amarelo sobre o branco?</p>
<p style="text-align: justify;">10) Tem olhos vermelho?</p>
<p style="text-align: justify;">11) Tem melanina invertida?</p>
<p style="text-align: justify;">12) Tem diluição nas marcações negras e canelas?</p>
<p style="text-align: justify;">13) Tem olhos vermelhos e marcação perolado nas costas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Recessivo: Branco sem amarelo, aparece nas linhas clara e escura.</li>
<li>Marfim: Inibição do lipocromo atua no branco, amarelo e vermelho.</li>
<li>Pastel: Só linha escura &#8211; Redução das melaninas.</li>
<li>Opalinos: Só linha escura &#8211; Oxidação e inversão das melaninas.</li>
<li>Acetinado: Olho vermelho, linha clara e escura.</li>
<li>Feo Ino: Olho vermelho, linha escura (Perolado).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong style="line-height: 1.5em;">CATEGORIA:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Intenso: Cor uniforme por todo corpo.</li>
<li>Nevado: Cor recebeu uma névoa por todo o corpo.</li>
<li>Mosaico: Zonas demarcadas e distintas diferentes nos machos das fêmeas.</li>
</ul>
<p><strong>Fonte: </strong></p>
<div><strong>Fonte: José Giordano Penteado</strong></div>
<div><strong>Revista Pássaros 1999</strong></div>
<div>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Para Colorir Canários Vermelhos, é utilizado a CANTAXANTINA na FARINHADA.</span></strong></p>
</div>
<div>10 gramas de Cantaxantina + 1kg Farinhada</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;">Cantaxantina é aditivo pigmentante para colorir pássaros com fator vermelho. Modo de usar &#8211; dose: 10 gramas por kg de ração ou farinhada. Não pode sofrer ação de calor, ou ser misturada à grandes quantidades de óleo. Não oferecer junto com leite, e evite mistura de sementes muito oleosa na alimentação dos pássaros.</div>
<div></div>
<div>Suplemento alimentar à base de cantaxantina, que promove uma intensa e uniforme coloração vermelha aos pássaros.</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Problemas Reprodutivos dos Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Aug 2012 16:24:15 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reprodução de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[acasalamento de canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[canário do reino]]></category>
		<category><![CDATA[embrião de canário]]></category>
		<category><![CDATA[filhote de canários]]></category>
		<category><![CDATA[ovos inférteis]]></category>
		<category><![CDATA[postura de canários]]></category>
		<category><![CDATA[site sobre canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Todo criador tem alguns casais que simplesmente não se reproduzem durante a estação adequada. Por que são estes casais inativos? As causas são razoavelmente numerosas. Há uma suposição óbvia que um ou ambos os membros deste casal é demasiado jovem ou tem algum problema reprodutivo. O que acontece exatamente quando [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Todo criador tem alguns casais que simplesmente não se reproduzem durante a estação adequada. Por que são estes casais inativos? As causas são razoavelmente numerosas. Há uma suposição óbvia que um ou ambos os membros deste casal é demasiado jovem ou tem algum problema reprodutivo. O que acontece exatamente quando um pássaro se reproduz em determinada circunstância e não em outra e quais são os estímulos envolvidos nesse processo?</span></p>
<p align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os hormônios, substâncias químicas produzidas pelas glândulas e liberadas na corrente sanguínea, são responsáveis pelo controle de inúmeras funções do organismo, dentre elas, a reprodução. Uma das principais glândulas envolvidas neste processo é a hipófise, situada no cérebro e que controla o funcionamento das gônadas (ovários e testículos).</span></p>
<div>
<p style="text-align: center;"><span style="text-decoration: underline;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;">PARTICULARIDADES DE CADA SEXO</span></strong></span></p>
<p><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>ALTERAÇÕES DAS FÊMEAS</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A infertilidade de uma fêmea geralmente se traduz pela falta de postura, mas há alguns raros casos de ovos inférteis. Neste último caso, o acasalamento sucessivo com três machos diferentes sem fertilização confirma o diagnóstico de esterilidade da fêmea. Alterações ovarianas ou hormonais, tumores e infecções podem impedir a fertilização e determinar a postura de ovos inférteis. Intoxicações, fraqueza, senilidade e ambiente desfavorável são outros fatores que podem determinar infertilidade. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Alterações obstrutivas do sistema genital feminino impedem o livre acesso dos espermatozóides aos óvulos, comprometendo a fertilização. O fator idade é importante e merece maiores discussões. As fêmeas primíparas (que botam pela primeira vez), costumam apresentar uma quantidade considerável de ovos inférteis, às vezes até 50%. Esta infertilidade inicial normalmente cessa rapidamente. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Algumas fêmeas adultas freqüentemente põem ovos inférteis quando as posturas ficam muito próximas, ou seja, quando a canária bota enquanto os filhotes da ninhada anterior ainda estão muito novos. Aparentemente, este fato se deve a alterações nos níveis de hormônio prolactina, responsável pelo choco e instinto de alimentar os filhotes pela fêmea, razão pela qual estas canárias quase sempre são mães ruins. Fêmeas afastadas dos machos em idade precoce podem não ter experiência bastante para aceita-los. Embora este fato ocorra com mais freqüência entre psitacídeos, pode também ser visto em algumas canárias. Uma boa opção para despertar a reprodução das fêmeas é coloca-las primeiro na gaiola de reprodução juntamente com o ninho (contrariamente do que a maioria faz), somente introduzindo-se o macho após três dias. Isto geralmente é um estímulo reprodutivo para elas. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Outro problema relativamente comum entre as fêmeas são aquelas que, a despeito de mostrarem sinais de postura (abdômen inchado, fezes amolecidas e até mesmo aninhamento), não botam ovo algum. Estes casos normalmente relacionam-se a problemas funcionais graves, que impedem a produção de óvulos. São pássaros que raramente voltam a ter um ciclo reprodutivo normal e, a menos que tenham altíssimo valor genético, devem ser sumariamente descartados. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os poleiros redondos, lisos e de diâmetro inadequado podem ser também a causa de infertilidade, sobretudo para canários de porte grande e de posição. A incapacidade de uma correta apreensão do poleiro por parte da fêmea faz com que a mesma se sinta insegura e evite o acasalamento. Por isto, os poleiros devem ser específicos para cada raça.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>ALTERAÇÕES DOS MACHOS</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A má nutrição ou baixa luminosidade pode tornar os testículos afuncionais, levando à supressão do instinto sexual e dificuldades durante o acasalamento. Alguns machos podem ser sexualmente indiferentes a certas fêmeas em particular ou a qualquer uma, mostrando-se completamente letárgicos à elas.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Normalmente este é um problema difícil de se resolver e, quando não há má iluminação e/ou nutrição, estes machos devem ser descartados do plantel. A idade também é um fator importante, </span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">desaconselhando-se o uso de pássaros com mais de 3 anos. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>ALTERAÇÕES COMUNS A AMBOS OS SEXOS</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Naturalmente todos nós temos aqueles casais que produzem ovos inférteis. A freqüência destes ovos na primeira postura é relativamente alta, mas se persiste a partir da segunda há algum problema no acasalamento. As causas deste problema são várias, mas a incompatibilidade entre os membros do casal e a infertilidade do macho parecem ser as mais comuns. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O tipo de pena que a ave apresenta também é um fator importante. Canários de pena longa têm maior dificuldade de um acasalamento correto e devem ter as penas ao redor da cloaca bem cortadas antes do acasalamento. Este fator parece afetar mais às fêmeas, embora machos com excesso de penas também tenham dificuldades em cruzar. Também é necessário verificar com freqüência se estas penas da cloaca não estão com fazes grudadas, pois além do evidente problemas sanitário, a fertilização fica comprometida.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>ALTERAÇÕES NO DESENVOLVIMENTO DO EMBRIÃO</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Há muitas causas para a morte do embrião dentro do ovo e cada criador certamente já teve estes casos em seu plantel. A morte do embrião Poe ocorrer durante todo o estágio de desenvolvimento, entre a fertilização e o final da incubação. Entretanto, há duas fases onde esta mortalidade ocorre com mais freqüência, entre o 1o. e o 4o. dias finais de incubação. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">As causas principais de morte embrionária precoce incluem fatores hereditários (letais), fisiológicos (composição do ovo, retenção dentro da fêmea e alterações no choco), nutricionais (deficiência de vitaminas), infecciosos (contaminação do ovo por certos agentes, principalmente bactérias do gênero  Salmonella) e danos físicos (quebras de casca). </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A morte embrionária tardia normalmente decorre de falhas no choco, más condições ambientais (falta de oxigênio ou umidade), mal posicionamento ou deformidade do embrião. Os problemas de choco são relativamente comuns e podem ser causados por deficiência hormonal (determina perda do instinto de choco), parasitos, unhas muito grandes que danificam o ovo e machos que tentam cruzar com a fêmea em incubação. Embriões de pais doentes, fracos, velhos ou muito consangüíneos freqüentemente não têm força suficiente para quebrar a casca quando esta está um pouco mais dura que o normal. </span><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Nestes casos, a umidificação dos ovos com água morna costuma apresentar resultados satisfatórios.</span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>INFERTILIDADE E DEFICIÊNCIA NUTRICIONAL</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Os fatores nutricionais são importantes não só para a fertilidade, como também para a criação dos filhotes. Qualquer leigo sabe que deficiências nutricionais levam a alterações na reprodução das aves, mas poucos consideram a contrapartida. Aves que recebem excessos de determinados nutrientes geralmente são completamente estéreis. Por isto, recomenda-se uma alimentação balanceada, mas sem excessos. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A infertilidade pode naturalmente ser causada por umas deficiências nutricionais, dentre as quais muito se fala das avitaminoses. As vitaminas são substâncias orgânicas, sintetizadas principalmente pelos vegetais e ingeridas pelos pássaros junto com sua alimentação. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Mesmo as quantidades pequenas, são essenciais para a vida. Doenças específicas causadas pela falta de deficiência de algumas vitaminas, as avitaminoses, podem determinar disfunções nos níveis de hormônios responsáveis pela reprodução. As vitaminas também são essenciais para assegurar um desenvolvimento completo do embrião, para impedir sua morte dentro da casca e para garantir um crescimento normal dos jovens. As avitaminoses podem ser primárias, quando há níveis insuficientes na alimentação, ou secundárias, quando a ave não consegue absorver os nutrientes ingeridos devido a alguma disfunção, geralmente localizada no trato digestivo (por ex.: as diarréias). </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Embora sua participação no processo reprodutivo das aves ainda não tenha sido irrefutavelmente comprovada,a vitamina E é tida como essencial a um bom desempenho reprodutivo e muitos criadores suplementam com fontes externas, principalmente gérmen de trigo. Esta suplementação perece ser completamente desnecessária, pois a vitamina E está presente em quantidades satisfatórias em todas as sementes oleaginosas, como por exemplo, colza e níger. </span></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Em periquitos australianos, há uma comprovada degeneração dos túbulos testiculares produzida por deficiência de vitamina B. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>A IMPORTÂNCIA DA LUZ</strong> </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">A luz, especificamente o aumento em sua duração e intensidade, tem um grande efeito no ciclo reprodutivo. Ela estimula a hipófise a produzir seus hormônios, dentre os quais aqueles envolvidos no processo de reprodução. Assim, luz e nutrição são os principais fatores que determinam o sucesso na reprodução dos pássaros. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="font-family: Arial; font-size: small;">O ápice da reprodução ocorre sempre naquelas épocas onde há maior luminosidade, ou seja, aproximadamente em outubro, meados da primavera, onde os dias são mais longos. Pode-se concluir, portanto, que aumentos artificiais na quantidade diária de luz são estimulantes do processo reprodutivo. Qualquer acréscimo (ou decréscimo) de luminosidade, entretanto, deve ser feito de maneira gradual.</span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;">Fonte: </span></strong><span style="font-family: Arial; font-size: small;"><strong>Fernando Antonio Bretas Viana</strong></span></p>
</div>
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