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	<title>canário belga &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Cisto de Penas em Canários</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 15:08:49 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Cisto de Penas em Canários. O presente artigo relata a ocorrência de “Cisto Epidermoide” (“Cisto de Penas” ou “Bola”), em canários das raças “Norwich” e “Gloster”, de caráter hereditário ou induzido por traumas, encontrando um fechamento do folículo e a presença de um conteúdo queratináceo. O tratamento mais eficaz é [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cisto de Penas em Canários. O presente artigo relata a ocorrência de “Cisto Epidermoide” (“Cisto de Penas” ou “Bola”), em canários das raças “Norwich” e “Gloster”, de caráter hereditário ou induzido por traumas, encontrando um fechamento do folículo e a presença de um conteúdo queratináceo. O tratamento mais eficaz é através da remoção cirúrgica, por um especialista capacitado na área (médico veterinário), para não haver a possibilidade de hemorragias em vasos sanguíneos ao redor do cisto.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-5583 alignright" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-300x225.jpg" alt="cisto de pena em canários" width="300" height="225" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-300x225.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-195x146.jpg 195w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-50x38.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-100x75.jpg 100w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há também relatos de casos para o tratamento de cistos de penas com 0 uso de medicamentos na água de beber (bebedouros) e na farinhada. Um fator importante é a retirada dessas aves da reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>O que é &#8220;Cisto de Penas&#8221; ou &#8220;Bola&#8221;? </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Uma massa firma encontrada geralmente no topo da asa, que consiste em uma pena encravada que continuou crescendo, enrolou-se e formou uma bola sob a pele. O folículo se apresenta muito distendido e inflamado sobre o cisto.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O cisto de penas ou &#8220;caroço hereditário&#8221; em canários pode ser hereditário ou induzido por traumatismos no desenvolvimento anormal do folículo e da haste da pena se curvando para dentro da epiderme.</p>
<p style="text-align: justify;">O cisto epidermoide também é denominado como cisto de inclusão epidérmico ou cisto infundibular. Os cistos surgem no infundíbulo do folículo piloso e são envoltos por epitélio estratificado escamoso, com uma camada de células granulares, como na porção superior do folículo normal. Levando a um quadro de foliculite, provocando um processo de dermatite ulcerativa. Devido à má formação da plumagem, o aparecimento de cistos de penas são decorrentes a traumas, má nutrição, processos virais, bacterianos ou infecções parasitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Macroscopicamente observa-se uma <span style="line-height: 1.5;">massa firme, amarela e de formato </span><span style="line-height: 1.5;">globular. </span><span style="line-height: 1.5;">Histologicamente caracteriza-se pela </span><span style="line-height: 1.5;">presença de lâminas de queratina </span><span style="line-height: 1.5;">dispostas em camadas circulares. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="line-height: 1.5;">DESENVOLVIMENTO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</span></strong></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-5584 alignright" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-300x240.jpg" alt="cisto de pena em canário belga" width="300" height="240" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-300x240.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-183x146.jpg 183w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-50x40.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-94x75.jpg 94w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga.jpg 578w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Os cistos cutâneos são caracterizados </span><span style="line-height: 1.5;">por um espaço epitelial circundado por </span><span style="line-height: 1.5;">conteúdo queratináceo, de forma </span><span style="line-height: 1.5;">isolada (único), ou de forma múltipla, </span><span style="line-height: 1.5;">sendo observados mais nas asas, no </span><span style="line-height: 1.5;">dorso ou no peito das aves. </span><span style="line-height: 1.5;">A textura do material dentro do cisto </span><span style="line-height: 1.5;">irá variar de acordo com o estado </span><span style="line-height: 1.5;">evolutivo. Cisto maduro possui um </span><span style="line-height: 1.5;">material queratinoso seco, sendo um </span><span style="line-height: 1.5;">cisto maior, mais duro e menos </span><span style="line-height: 1.5;">vascularizado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Dentre as aves mais suscetíveis a esta </span><span style="line-height: 1.5;">anomalia estão os canários das raças </span><span style="line-height: 1.5;">&#8220;Norwich&#8221; </span><span style="line-height: 1.5;">e &#8220;Gloster&#8221; </span><span style="line-height: 1.5;">e seus </span><span style="line-height: 1.5;">descendentes. Outras aves como </span><span style="line-height: 1.5;">Periquitos Australianos e Araras também </span><span style="line-height: 1.5;">são suscetíveis a este tipo de </span><span style="line-height: 1.5;">anormalidade, </span><span style="line-height: 1.5;">sendo raramente </span><span style="line-height: 1.5;">encontrada em Papagaios. Estas raças </span><span style="line-height: 1.5;">são geneticamente selecionadas a </span><span style="line-height: 1.5;">produzirem uma plumagem extra e </span><span style="line-height: 1.5;">acabam sendo predispostas a esta </span><span style="line-height: 1.5;">síndrome. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="line-height: 1.5;">TRATAMENTO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na remoção cirúrgica dos cistos muito cuidado com os outros folículos ou vasos sanguíneos próximos a região.</p>
<p style="text-align: justify;">No pós-operatório, as asas devem ser imobilizadas para prevenir movimentos, até que ocorra a cicatrização completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os folículos próximos devem ser lavados com solução salina morna, várias vezes ao dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste procedimento podem ocorrer hemorragias devido a incisão erroneamente, por isso, deve ser realizada por profissionais capacitados (médicos veterinários especializados), podendo ser controladas através de ligaduras com fio não absorvível 6-0 ou através de sutura simples continua da pele com fio não absorvível.</p>
<p style="text-align: justify;">O melhor método incisivo é o uso do bisturi eletrônico para cortar e realizar a hemostasia ao mesmo tempo. Bandagens elásticas são utilizadas para o controle de pequenos sangramentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENÇÃO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar que o pássaro adquire uma enfermidade como descrita neste artigo, devemos prevenir com uma alimentação adequada para cada tipo de espécie de ave e o uso de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos.html" target="_blank">vitaminas</a>, <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/avitrin-aminoacidos-para-passaros.html?___SID=U" target="_blank">aminoácidos</a> e <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-minerais-para-passaros.html" target="_blank">minerais</a> na época de entrar na fase da muda. Como preventivo nas deficiências de vitaminas e minerais (Ca e D), podemos citar o <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-minerais-para-passaros.html" target="_blank">Cantolindo Minerais</a> no bebedouro e o <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-omega-3-e-6.html?___SID=U" target="_blank">Cantolindo Ômega 3 e 6</a> na farinhada ou mistura de ração, esse tratamento  deve ser administrado antes da fase da muda. Já no período da muda devemos administrar as <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/dicas-de-uso/muda-de-penas.html" target="_blank">vitaminas específicas para muda de penas, confira aqui as dicas</a>. Não se deve esquecer de trocar a água medicada todos os dias, e sempre higienizar as gaiolas, comedouros e bebedouros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artigo publicado na revista da União dos Criadores de Pássaros de Piracicaba</strong><br />
<strong>Robson de Lima Carvalho &#8211; Médico Veterinário CRMV/RJ: 8541 </strong></p>
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		<title>Fratura Óssea em Canários</title>
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		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 02:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades visíveis o Manual pede a desclassificação do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os canários, como todas as aves, possuem os ossos dotados de cavidades, pequenos orifícios que permitem a passagem do ar, por isto são denominados ossos pneumáticos. Estes ossos, devidos tais características associadas às córtices (área mais densa e compacta, localizada na região periférica do osso) muito finas são muito mais propensos às fraturas, e impõe uma grande dificuldade para tratamento e cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ocorre a fratura óssea, inicia um processo biológico complexo que segue padrões específicos de regeneração e envolve alterações na expressão de milhares de genes, denominada cicatrização óssea.</p>
<p style="text-align: justify;">O tecido ósseo tem capacidade para reparação e regeneração em resposta a uma lesão ou tratamento cirúrgico. Ambos os processos envolvem uma complexa integração de células, fatores de crescimento e matriz extracelular. O processo de reparação consiste em restaurar a continuidade dos tecidos lesados, sem necessariamente aumentar o volume ósseo. No entanto, a regeneração é um processo que envolve a diferenciação de novas células e a formação de um novo tecido ósseo resulta em um aumento do volume total de novos tecidos esqueléticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante cada uma dessas fases os processos biológicos são regulados por moléculas de sinalização que &#8220;avisam&#8221; ao corpo que ocorreu uma fratura e esta deverá ser corrigida. Essas moléculas podem ser categorizadas em três grupos:</p>
<p style="text-align: justify;">(l)citocinas pro-inflamatórias,</p>
<p style="text-align: justify;">(2) membros da super família do fator de crescimento transformador-beta (TGF-F)</p>
<p style="text-align: justify;">(3) fatores angiogênicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse processo de recuperação depender da inflamação não se deve, em hipótese alguma, utilizar medicamentos que contenham corticoides, tais como Dexametasona, Prednisona e Prednisolona, pois esses, inibiriam o processo inflamatório de modo exacerbado. A consolidação do osso é a regeneração da morfologia e da função do tecido lesado através da produção de nova matriz osteoide, ocorrendo de forma direta ou primaria (não há formação de calo mole ou calo duro) ou na forma indireta ou secundária (espontânea, há formação de calo ósseo).</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de fixadores, hastes, pinos e placas é amplamente restrito para algumas aves devido a certas particularidades, tais como, a espessura óssea dos canários, o que pode não colaborar com o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os artigos científicos demonstram que em aves maiores como pombos, gaviões e psitacídeos em geral, o uso de fixadores determina a melhor opção de consolidação de fratura. Porém, os resultados podem variar devido aos diferentes tipos de fraturas, associados aos diversos comportamentos pós- cirúrgico dos pacientes. Outro fator negativo comum nestas técnicas é a anquilose (rigidez de uma articulação) devido à imobilização por longo período.</p>
<p style="text-align: justify;">Em canários há poucos estudos sobre o tratamento de fraturas, e muitas vezes o dono da ave, em busca de ajudar acaba por piorar o quadro clinico da ave, devido ao desespero e a pouca experiência no assunto. No intuito de imobilizar a fratura, é bastante comum o uso de fitas, como esparadrapos e micropore. No entanto, essa prática é altamente complexa e se torna ineficaz sem o auxilio de uma pessoa capacitada, além de não manter a imobilização ideal e ainda permitir o desenvolvimento de uma área com alto potencial de infecção, em casos de fraturas expostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas, em determinadas cirurgias do campo médico humano e veterinário, foi introduzido como ferramenta o ciano acrilato de etila, que é o principio ativo comum nas &#8220;super-colas&#8221;. E encontrada com o nome comercial de SuperBonder.</p>
<p style="text-align: justify;">Na canaricultura esta cola é eficientemente usada na correção de faturas, estancando a hemorragia no local traumatizado e permitindo a imobilização do membro para a consolidação ideal. Na ocorrência de uma fratura é dever do proprietário da ave buscar auxilio de um médico veterinário. Caso não consiga a ajuda especializada, os primeiros socorros devem ser realizados prontamente para não comprometer a vida do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de trauma no membro inferior, o pássaro deve ser cuidadosamente contido. Mantenha alto esmero com o membro afetado, não o desloque da posição anatômica encontrada; ato comum entre os leigos para afirmar que houve de fato uma fratura. Leve a ave ferida a uma água corrente limpa e sem pressão. Deixe que o sangue seja enxaguado. Se a hemorragia aumentar, faça leve pressão comum papel absorvente mantendo o posicionamento encontrado. Quando a hemorragia estiver contida deverá ser observado o local da fratura e o posicionamento ideal do membro, utilizando como auxilio os dígitos do pé, lembrando que a porção frontal contem três dedos e a caudal apenas um.</p>
<p style="text-align: justify;">A cola é primeiramente colocada no ponto da fratura, alinhando o eixo comum do osso. Apoie o osso alinhado até a cola secar. Passe a cola novamente sobre o ponto da fratura e o por toda extensão da canela até a base inicial dos dedos. Flexione-a ao abdômen, paralela ao outro membro, colando-a nas penas abdominais.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira com que a perna é posicionada no momento da imobilização permite que o canário apoie os dedos no poleiro, pois os mesmos não estão colados, assim, é iniciado um processo de fisioterapia espontânea. A consolidação da fratura estará completa em torno do 30º dia de imobilização. Nessa fase o canário estará apto a realizar novamente o movimento de extensão do membro 0 que acarreta à descolagem natural da canela com as penas do abdômen.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a fratura, por sua vez, ocorrer em membro superior, a imobilização deve ser realizada com o reposicionamento anatômico da asa com o tórax. Cola-se as penas da asa com as penas do flanco médio. O processo de recuperação é semelhante ao dos membros inferiores.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5544 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg" alt="fratura óssea em canários" width="763" height="348" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg 763w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-300x137.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-700x319.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-260x119.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-50x23.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-150x68.jpg 150w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /></p>
<hr />
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5545 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg" alt="canário com asa quebrada" width="762" height="334" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg 762w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-300x131.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-700x307.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-260x114.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-150x66.jpg 150w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /></p>
<hr />
<p><em><strong>Fonte:</strong></em></p>
<p><em><strong>Artigo extraído da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 50</strong></em></p>
<p><em><strong>Sergio Ricardo Nicolau Martins </strong></em><br />
<em><strong> Medico Veterinário e Juiz Aspirante OBJO </strong></em></p>
<p><em><strong>Alessandra G. Lindquist Nicolau </strong></em><br />
<em><strong>Estudante de Medicina Veterinária </strong></em></p>
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		<title>Canários Vermelhos Mosaicos</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 00:02:48 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[deixar canário vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
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		<category><![CDATA[pigmento vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas. Essa novidade no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="post-title entry-title">COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS</h2>
<div style="text-align: justify;">Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas.</div>
<div style="text-align: justify;">Essa novidade no manejo fez surgir muitas dúvidas principalmente no que se refere à data correta de fornecimento e retirada de pigmentantes, já que a coloração das áreas de eleição não deverá ser afetada, devendo ser o mais vermelha possível, como antes. Lembremos que o canário vermelho mosaico é antes de tudo um canário de contraste!</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Através de experiência no manejo de vermelhos mosaicos, das observações durante os julgamentos e também das discussões com outros criadores e juízes, se pode dar algumas informações úteis, as quais detalharemos a seguir:</p>
<p><strong>1 – Manejo de reprodutores na pré-cria &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Considerando que as penas longas deverão ser apresentadas somente sem pigmentação vermelha, poder-se-ia dizer que o manejo dos reprodutores antes da cria seria dispensável, pois mesmo que o amarelo de fundo fosse bastante saliente, não faria diferença. Mas a tendência que se percebe é que têm sido mais valorizados os exemplares com as plumas longas mais claras, com menos expressão de amarelo, tendendo ao branco.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os criadores europeus, com mais experiência, em sua grande maioria assim já procedem, preparando seus reprodutores antes da cria para que produzam filhotes de melhores características para concurso.</div>
<div style="text-align: justify;">Portanto, é recomendável que antes do acasalamento, após a sua seleção e término de emplume, as fêmeas sejam deixadas sem consumir pigmentantes vermelhos e também que sejam pouco expostas à coloração amarela, através da redução do fornecimento de alimentos que contenham esses pigmentos, como verduras, gema de ovos, grãos com alto teor de luteína e zeaxantina (nabão, colza, milho, farelo de soja, germe de trigo, etc). Assim, os embriões produzidos (ovos) terão pouco corante nas suas reservas alimentares e as penas jovens crescerão com a cor adequada.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Normalmente, esse período de antecedência de restrição alimentar para as fêmeas é de 2 a 4 meses.</p>
<p><strong>2 – Os filhotes no ninho &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Durante a fase de ninho, os filhotes de vermelhos mosaicos deverão receber alimentação também com baixíssimo teor de pigmentantes amarelos e nada de pigmentos vermelhos. Dessa forma, até a sua separação também não deverão consumir alimentos como acima exemplificado. Para os criadores essa é a fase de maior cuidado, pois ainda que se busque uma correta alimentação quanto à coloração, se deve usar substitutos alimentares para que não haja carências alimentares.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Como no Brasil nossas farinhadas são produzidas em sua imensa maioria tendo o farelo de soja como fonte proteica, e sendo ele rico em pigmentantes amarelos, é necessário que o criador atente para escolher uma ração que não tenha esse componente ou faça ele mesmo uma ração – farinhada utilizando outras fontes de proteína, como a caseína do leite ou a albumina da clara de ovos. Lembre-se que as penas são quase totalmente formadas por proteínas, e a sua falta na alimentação poderá ser causadora de má formação ou demora no empenamento.</p>
<p><strong>3 – O início da pigmentação com corante &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Depois que os filhotes são separados dos pais ao redor dos 30 dias, já estando bem emplumados, serão normalmente postos em voadeiras e aí começará o criador a ministrar-lhe corante. Por experiência se pode recomendar que se for desejada a separação por sexo que seja feita nessa data, observando-se as máscaras levemente marcadas, porque depois, como a pigmentação ocorre em etapas, é mais difícil diferenciar os filhotes que serão quase brancos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Muitos falam em ser aos 45 dias o período inicial de fornecimento de corante, mas experiências mostram que após os 30 dias já estarão com a formação adequada das penas longas, não necessitando mais a alimentação ‘branca’.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Nesse período e nos seguintes, deve-se cuidar para que os mosaicos não percam penas e nem as quebrem e por isso as populações nas gaiolas deverão ser baixíssimas. Poucos pássaros e muitos poleiros!</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A dosagem para a adequada coloração é de 10 a 12 g de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/cantaxantina.html" target="_blank">cantaxantina a 10% (Carophyl Red DSM ou Lucantin Roj Basf, por exemplo)</a> por kg de farinhada pronta.</p>
<p><strong>4 – A revisão final &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Quando os pássaros já estiverem coloridos nas áreas de eleição (máscara, ombros e uropígio) pode-se cessar o fornecimento de corante e retirar as plumas quebradas ou as que não hajam sido coloridas durante o período anterior, especialmente as de cima dos ombros, normalmente amarelas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Suas penas longas serão bastante claras e perfeitamente adequadas aos critérios exigidos em concurso, e agindo-se dessa maneira, eventuais dificuldades de manejo serão facilmente resolvidas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mesmo que não seja fácil a criação dos vermelhos mosaicos com esses novos parâmetros, a beleza desses pássaros certamente compensará o esforço dos seus dedicados criadores.</p>
<p><strong>Por: <i>Paulo César Löf  Juiz OBJO</i></strong></p>
</div>
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		<title>Como reduzir a mortalidade na época da criação dos canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 20 Nov 2017 22:22:53 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reprodução de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Antibiótico]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
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		<category><![CDATA[Loja de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[morte após nascimento]]></category>
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		<category><![CDATA[ração para canários]]></category>
		<category><![CDATA[Saúde do canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorretas. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;">
<p>São muitos os apaixonados pela canaricultura, e também são muitos os que têm problemas com a mortalidade dos seus exemplares durante a época de criação. Em certas ocasiões é bastante difícil estabelecer as causas da morte dos canários, mas na maioria das vezes tem origem no uso de práticas incorretas. Seguindo os conselhos que adiante demonstro, conseguiremos reduzir em grande percentagem o número de baixas.</p>
<p>A mortalidade pode ocorrer antes do nascimento (aborto) ou logo que o jovem pássaro se tenha libertado da casca do ovo.</p>
<p><strong>ABORTOS</strong></p>
<p>A morte do embrião, pode acontecer nos primeiros dias da incubação, numa etapa intermédia ou nas proximidades do nascimento.</p>
<p>a) As alterações cromossômicas, a presença dos pesticidas, medicamentos ou toxinas e as infecções transmitidas pelos pais são causas suficientes para que o embrião morra a poucos dias para começar a incubação.</p>
<p>b) A morte num período intermediário do desenvolvimento pode ser devido a uma má nutrição dos pais, os quais transmitiram aquelas deficiências aos filhotes. Assim temos a carência de vitamina como a D3, K, B2, B5, B6, B12, biotina, o ácido fólico e outras substâncias como o magnésio, fósforo e o ácido linoleico, etc., que podem ser responsáveis para mortes nessa etapa. Este défice nutricional pode ser causado indiretamente ao se abusar de antibióticos, já que estes destroem a flora digestiva capaz de sintetizar algumas das substâncias anteriores nos intestinos dos progenitores.</p>
<p>As infecções víricas, bacterianas e fúngicas também podem ser indicadas como responsáveis nos abortos a esta altura.</p>
<p>c) Finalmente a morte do canário pouco antes de nascer pode ser devido à presença de genes letais ou de alterações cromossômicas.</p>
<p>Recordemos que na ânsia de reparar e fixar as características relacionadas à raça dos canários com que se está a trabalhar recorremos com demasiada frequência à consanguinidade, com todos os efeitos indesejáveis que isso envolve.</p>
<p>O défice de vitaminas como a A, D3, e K, ácido pantotênico e fólico, ou as doenças infecciosas como “famoso ponto negro” são também responsáveis pela morte do embrião.</p>
<p>Ás vezes o recurso a práticas tão simples como colocar banheiras aos pais para aumentar a umidade do aviário podem evitar que o passarinho fique colado dentro do ovo, já que assim ele não se conseguirá virar para romper corretamente a casca e morrerá na tentativa.</p>
<p><strong>MORTE APÓS O NASCIMENTO</strong></p>
<p>Em outras ocasiões a morte ocorre após o nascimento do canário.</p>
<p>Algumas das causas responsáveis são:</p>
<p><strong><em><u>a) Abuso de antibióticos.</u></em></strong></p>
<p>É prática habitual por parte de muitos canaricultores o abuso de antibióticos nos momentos precedentes à criação e durante a mesma.</p>
<p>Com o pretexto da preparação para a reprodução os canários são bombardeados com coquetéis antibióticos. Este mau uso dos medicamentos causa, em meu parecer, mais inconvenientes do que vantagens. Os efeitos indesejáveis que aparecem são:</p>
<p>&#8211; <strong>Imunodepressão:</strong> verifica-se que determinados antibióticos, como as tetraciclinas, deprimem o funcionamento sistema imunológico dos pássaros, com o perigo consequente de poderem estes ficar infectados por todos os agentes infecciosos oportunistas.</p>
<p>&#8211; <strong>Aparecimento de resistência bacteriana:</strong> em certas ocasiões as doses aplicadas são inadequadas e são usadas durante um tempo inapropriado. Isto pode provocar que as bactérias se possam tornar resistentes a estes medicamentos, de tal maneira que quando nós necessitarmos realmente de os dar, eles já não servirão.</p>
<p>&#8211; <strong>Transtornos digestivos:</strong> com os antibióticos não somente eliminamos as bactérias perigosas como também as bactérias benéficas, sendo estas as encarregadas de fabricar as substâncias úteis para o organismo do canário como as vitaminas.</p>
<p>&#8211; <strong>Aparecimento de infecções fúngicas:</strong> as bactérias e os fungos estão em equilíbrio no intestino dos pássaros, razão pela qual a eliminação de um dos grupos favorece o crescimento excessivo do outro. Por exemplo, quando se abusam de tetraciclinas é fácil que apareça a candidíase.</p>
<p>&#8211; <strong>Alteração do desenvolvimento embrionário:</strong> algumas substâncias como as penicilinas, tetraciclinas, cloranfenicóis e as sulfamidas foram comprovadas que interferem com o desenvolvimento normal do embrião. Embora a maioria das investigações tenham sido feitas em antibióticos antigos, como os mencionados anteriormente, não se rejeita que os novos antibióticos não sejam também perigosos. O razoável nestes casos seria usar com precaução os medicamentos em fêmeas que estão a pôr.</p>
<p><strong><em><u>b) Hipo ou hipervitaminose.</u></em></strong></p>
<p>Pequenas carências de vitaminas nas fêmeas podem ser aumentadas durante a reprodução, principalmente se estas efetuam várias posturas. É que os níveis adequados para um adulto podem ser insuficientes para uma fêmea que esteja na postura.</p>
<p>Atualmente é possível encontrar casos de hipervitaminose, já que é habitual que os canaricultores acrescentem suplementos vitamínicos ás papas dos jovens que em geral já vêm comercializadas com os níveis necessários da vitamina. Este excesso vitamínico é igualmente prejudicial, assim como a sua deficiência.</p>
<p><strong><em><u>c) Preparação inadequada dos alimentos.</u></em></strong></p>
<p>A grande maioria dos criadores dos canários usa geralmente alimentos úmidos para favorecer a alimentação dos passarinhos por parte de seus pais. O uso de sementes germinadas, de cuscuz ou das papas úmidas pode ser prejudicial se não estiverem preparados corretamente ou se estiverem demasiado tempo ao alcance dos pássaros. É que as altas temperaturas e a umidade favorecem o aparecimento de fungos e bolores dos alimentos, não sendo estranho que os passarinhos de muitos aviários sofram de infecções como a candidíase.</p>
<p><strong><em><u>d) Higiene Deficiente.</u></em></strong></p>
<p>A época do nascimento dos jovens é um estágio de muito trabalho para o canaricultor, razão pela qual às vezes a higiene é um aspecto que se esquece mais um pouco. Isto favorece as infecções bacterianas intestinais que se traduzem nas diarreias dos passarinhos.</p>
<p>Noutras ocasiões, com a intenção de manter mais quente o aviário produz-se uma má ventilação das instalações com os consequentes problemas respiratórios (dificuldade respiratória, sinusites, etc.) nas aves.</p>
<p>Estas são algumas das causas da mortalidade entre os canários jovens. Lamentavelmente não são as únicas mas somente aquelas que mais facilmente podem ser evitadas. Nas situações da perda de vida generalizada é aconselhável requerer os serviços de um veterinário perito em aves.</p>
<p><strong>Fonte:</strong><br />
<strong>Enrique Moreno Ortega &#8211; Veterinário especialista em Aves</strong></p>
</div>
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		<title>Incubação de ovos pelas mães e nascimento de filhotes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 19 Nov 2015 14:05:21 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Reprodução de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Acasalamento]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[Loja de Canários]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[nascimento de filhotes]]></category>
		<category><![CDATA[Ovoscopia]]></category>
		<category><![CDATA[papa para canário]]></category>
		<category><![CDATA[postura de canários]]></category>
		<category><![CDATA[ração para canário]]></category>
		<category><![CDATA[Reprodução]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Colocação do ninho e período de incubação A criação, nutrição, ambiente, saúde geral e a saúde dos órgãos reprodutivos constituem fatores importantes para o sucesso da reprodução. Um fator importante na sexualidade das aves é a luminosidade. Uma boa maneira de prepará-las é dando-lhes luz. Espécies diferentes respondem a diferentes [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Colocação do ninho e período de incubação</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">A criação, nutrição, ambiente, saúde geral e a saúde dos órgãos reprodutivos constituem fatores importantes para o sucesso da reprodução. Um fator importante na sexualidade das aves é a luminosidade. Uma boa maneira de prepará-las é dando-lhes luz. Espécies diferentes respondem a diferentes estímulos luminosos, mas em sua maioria, uma maior quantidade de luz deve ser dada ao macho a partir do início do mês de julho e para as fêmeas a parir do início de agosto.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5145 size-medium alignright" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-300x176.jpg" alt="como reduzir a mortalidade da reprodução de canários" width="300" height="176" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-300x176.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-768x451.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-700x411.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-248x146.jpg 248w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-50x29.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1-128x75.jpg 128w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/como-reduzir-a-mortalidade-da-reprodução-de-canários-1.jpg 900w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">O período de reprodução inicia-se na confecção do ninho pelos casais. As aves de gaiola não necessitam construir seu ninho, uma vez que já tem a sua disposição um suporte preparado para esta finalidade. Os canários que vivem em aviários e que tem de ir à procura do seu ninho demonstram que esta é uma tarefa muito importante para toda a família. A canária se encarrega da construção do ninho ajudada pelo macho, que participa ativamente na busca do material. As canárias são construtoras hábeis, mas o criador pode auxiliar nesta fase para que não fique assimétrico.</p>
<p style="text-align: justify;">O material oferecido para a construção do ninho deve consistir de lascas ou maravalha de madeira clara, também pode ser oferecida palha de capim. Evite cedro, musgo de turfa, terra de vaso além de fibras de coco. O material do ninho deve ser removido e substituído a cada estação, para que não ocorra acúmulo de sujeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Próximo à postura a fêmea vira frequentemente no ninho, andando em círculos por 2 ou 3 dias antes de pôr os ovos. No dia anterior à postura seu peito incha consideravelmente. A formação do casal, o acasalamento, a construção do ninho, o ato do macho a fêmea, a postura dos ovos, a incubação e tantos outros comportamentos são processos importantes na vida de uma ave e devem se efetuar de acordo com uma sequência ordenada. Este período é muito estressante e o criador deve ser paciente não interferindo drasticamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O intervalo de postura é variável. Nos psitaciformes, por exemplo, é geralmente 2 dias, já a maioria dos passeriformes bota em intervalos de 24 horas, mas em alguns casos pode ser superior. A postura dos ovos acontece geralmente nas primeiras horas da manhã. Neste período as fêmeas exigem silêncio e sossego, caso contrário, muitas vezes abandonam o ninho. Após a postura de cada ovo, 0 mesmo deve ser retirado e substituído por um indez de plástico. O horário mais indicado é o fim da tarde, pois caso a manipulação do ninho ocorra antes da postura, a fêmea poderá reter o ovo, e ao entardecer ela logo retornará ao choco. O ovo deve ser colocado em um recipiente com painço, areia ou algodão, com a ponta fina voltada pra baixo. Aconselha-se a não utilizar alpiste, devido a suas extremidades finas que poderão danificar o ovo. Quando o último ovo é posto, retorna-se com os primeiros, com isso é garantido o nascimento dos filhotes no mesmo dia para que cresçam uniformemente. A identificação do último ovo se dá pela cor mais escura.</p>
<p style="text-align: justify;">Caso a postura ultrapasse cinco ovos, aconselha-se a recolocação destes no ninho quando esta quantidade for atingida. Ovos com mais de cinco dias de armazenagem tem sua taxa de eclodibilidade afetada. A armazenagem pode ser em temperatura ambiente, desde que esta não exceda 25ºC.</p>
<p style="text-align: justify;">Para os canários o período de incubação dura em torno de treze dias. Condições climáticas inadequadas podem prolongar a duração da incubação até dezesseis dias. A incubação até 0 14º dia é normal, após poderá apresentar problemas. A falta de umidade também pode influenciar. Não abra ou jogue fora um ovo pelo menos até 0 15º dia de choco e, mesmo assim, faça um teste de vitalidade, (Quadro 1) se colocando os ovos em um recipiente com água morna por alguns minutos. Se o embrião estiver vivo, o ovo flutuará com a ponta para baixo, uma vez que a câmara de ar ocupa o pólo mais largo e balançará ligeiramente. Os ovos abortados flutuarão de lado, sem movimentos pendulares, ou afundarão.</p>
<p style="text-align: justify;">Normalmente intervenções na hora da eclosão não são necessárias, mas filhotes com dificuldades de se liberar da casca poderão ser auxiliados pelo criador. Durante a incubação os ovos perdem água através da casca que é porosa e permite também intercâmbio de gradientes necessários para a vida do embrião. Nesse processo de &#8220;respiração do ovo&#8221; o vapor da água expelido deve ser reposto. Daí a necessidade, nesse período, de umidade relativa do ar mais elevada. As canárias por instinto regulam a umidade molhando suas penas, sendo conveniente colocar banheiras, particularmente ao final da incubação (3-4 dias antes do final) momento em que os ovos necessitam de maior umidade e menor temperatura para que os estímulos de eclosão sejam eficazes e os filhotes possam romper facilmente a casca (70-90% de umidade).</p>
<p style="text-align: justify;">O estresse por calor e frio constitui a fonte mais comum de origem de doenças nos viveiros de psitaciformes. Se a fêmea não se banha é conveniente pulverizar os ninhos com água. Em períodos de baixa umidade pode-se colocar esponja úmida no fundo da gaiola, embaixo do ninho. Durante a incubação artificial, a temperatura e umidade devem ser adequadas para a espécie, temperaturas inadequadas podem resultar em uma eclosão fraca ou precoce, desidratação dos filhotes, e malformações faciais. Durante a incubação, é normal que as aves rodem seus ovos ou os troquem de lugar.</p>
<p style="text-align: justify;">Isto acontece por vários motivos. Um deles é para que o embrião não morra por colamento da pele com a casca do ovo. E, no caso do remanejamento, é devido às trocas gasosas com o meio externo. Isto porque, quando o embrião está num estágio avançado, ele necessita de mais trocas gasosas que anteriormente. Durante a incubação pode-se fazer o diagnóstico da fertilidade dos ovos a parir do 5º ou 6º dia, examinando-os por transparência através de um foco de luz e comprovando a existência do complexo embrionário. Para isso emprega-se um ovoscópio que consiste numa caixa contendo uma lâmpada no interior e um orifício sobre o qual se coloca o ovo. Observando-se um ovo não fecundado, por esse método, a gema é perfeitamente distinguida, enquanto nos ovos fecundados, a partir do 3º ou 4º dia da incubação já não se distingue a gema, como se ela estivesse misturada com a clara, ou seja, caso o ovo esteja claro e se consiga ver com facilidade no interior da clara, este não está fecundado.</p>
<p style="text-align: justify;">Alguns autores recomendam a ovoscopia em dois períodos, aos 5-6 dias para descobrir ovos não fecundados e aos 10-11 dias para eliminar os embriões mortos. Convêm lembrar que manipulações excessivas podem prejudicar a incubação e algumas fêmeas podem suspender o choco.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>O nascimento das crias:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">As aves altrizes, cujos filhotes ficam no ninho após o nascimento, incluem os psitaciformes e passeriformes. Ao eclodirem eles apresentam pouca ou nenhuma penugem, desenvolvimento músculo esquelético fraco e dependem da alimentação e do aquecimento dos pais. É recomendável restringir a alimentação durante o período de incubação, para que as fêmeas não façam posturas sucessivas e imperfeitas.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5146 size-medium alignright" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-300x225.jpg" alt="nascimentos dos filhotes de canários" width="300" height="225" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-300x225.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-700x525.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-195x146.jpg 195w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-50x37.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários-100x75.jpg 100w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/11/nascimentos-dos-filhotes-de-canários.jpg 754w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">No caso das aves selvagens, a procura de alimentos está restringida pela obrigação de incubação durante esse período. No dia do seu nascimento, os recém-nascidos não necessitam de qualquer tipo de alimento. Possuem um saco vitelino que no último dia é absorvido para a cavidade abdominal que serve como provisão nutritiva para sobreviverem às primeiras horas de vida. A partir do segundo dia as aves devem receber suplementos como papas e farinhadas. Os pais devem estar habituados previamente a este tipo de alimentação para que possam oferecer aos filhotes. Os excrementos dos filhotes estão envolvidos numa película espessa e, mal são expulsos, a fêmea agarra-os com o bico e deita-os para fora do ninho. Depois de cerca de sete dias, a película que os reveste deixa de existir. Os filhotes procuram de costas o bordo do ninho para aí apoiara sua cauda e expelir os excrementos com força para fora do ninho. Quando a quantidade de excrementos é excessiva estes devem ser removidos pelo criador.</p>
<p style="text-align: justify;">O anilhamento é importante e deve ser feito por volta do 7º dia de vida. As anilhas que são aplicadas muito cedo acabam por saltar. Se aplicarmos a anilha muito tarde podemos ferir as patas delicadas dos passarinhos. Essa operação pode ser facilitada, untando-se os pés dos filhotes com vaselina ou outro lubrificante neutro.</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>Do primeiro voo à independência:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes permanecem no ninho até o 16º dia de vida. A partir desta idade, ocorre alteração do comportamento e a ave começa a se debater e esvoaçar. Deve-se cuidar para que os filhotes não caiam do ninho, pois nesta fase podem ocorrer traumatismos nas grades do fundo da gaiola. Neste período, a sua plumagem desenvolve-se quase por completo. Apenas a penugem na cabeça e a cauda pequena revelam a sua idade jovem.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois de 22 dias tiramos os canários da gaiola de incubação que seguem para outra gaiola &#8211; que deve ser espaçosa e ter um acessório para o banho &#8211; o pai, ou uma ama, pode tomar conta dos passarinhos.</p>
<p style="text-align: justify;">Devem ser monitorados diariamente. Filhotes normais apresentam alimento em seus papos e tem uma pele rosa-amarelada. Caso seja necessária alimentação manual das aves, deve-se observar a quantidade de alimento presente no papo. Ele deve estar vazio ou quase vazio entre as refeições, e deve estar vazio uma vez por dia. Todas as informações devem ser registradas. Para cada par incluem identificação de ninhada e número de ovos, datas de postura (se forem conhecidas), ovos quebrados ou perdidos, ovos inférteis, ovos férteis, embriões mortos dentro dos ovos, data de eclosão, qualquer diagnóstico médico dos filhotes, causas de morte, data e idade da mudança alimentar e data de venda com informações do comprador, quando for o caso.</p>
<p style="text-align: justify;">É importante planejar o manejo, tais como exames preventivos e aparamentos de bico e unhas para a estação não reprodutiva. Não usar cloranfenicol, penicilina, tetraciclina, oxitetraciclina ou sulfas em aves fêmeas reprodutoras próximas ou durante a estação reprodutiva, pois estas drogas podem causar deformidades embrionárias.</p>
<p style="text-align: justify;">O manejo reprodutivo inicia na seleção das matrizes, na realização de exames de rotina, na escolha da gaiola e local, além da alimentação oferecida pré-postura. A reprodução não compreende só a postura de ovos férteis e sim todo este período que envolve a preparação das aves e a obtenção de filhotes saudáveis.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:<br />
</strong><strong>Artigo extraído da Revista da SOSM – Sociedade Ornitológica Santa Maria<br />
</strong><strong>Edição 2009 conforme regulamento do concurso de revistas da FOB.</strong></p>
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		<title>Ácaros de Traqueia em Canários, o que fazer?</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jun 2014 03:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
		<category><![CDATA[ácaro da asma-fole-de canário]]></category>
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		<category><![CDATA[Ácaros de Traqueia]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>ÁCAROS DE TRAQUEIA As aves são hospedeiras de uma rica diversidade de ácaros que infestam penas, pele, vias respiratórias e ninhos. Muitas espécies são hematófagas atuando como vetores de vários patógenos como protozoários, bactérias e vírus deixando as aves susceptíveis a infecções secundárias, podendo levá-las a morte, principalmente se estiver [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">ÁCAROS DE TRAQUEIA</h2>
<p style="text-align: justify;">As aves são hospedeiras de uma rica diversidade de ácaros que infestam penas, pele, vias respiratórias e ninhos. Muitas espécies são hematófagas atuando como vetores de vários patógenos como protozoários, bactérias e vírus deixando as aves susceptíveis a infecções secundárias, podendo levá-las a morte, principalmente se estiver com ácaros de traqueia.</p>
<p style="text-align: justify;">O Sternostoma tracheacolum, também conhecido como ácaros de traqueia ou ácaro da asma-fole-de canário, é um ácaro que acomete várias espécies de pássaros, sendo um dos responsáveis por muitas dores de cabeça e desgosto de criadores e amadores que criam aves de gaiola ou ornamental.</p>
<p style="text-align: justify;">Este ácaro é facilmente observável, pois o seu aparelho digestivo possui coloração escura (pela presença de sangue do qual se alimenta). O parasita desenvolve-se principalmente na boca afetando vias aéreas, com o tempo os ácaros migra para a traqueia, o que torna a situação mais grave. Acomete também os sacos aéreos, brônquios e parênquima pulmonar.</p>
<p style="text-align: justify;">A transmissão de ácaros de traqueia ocorre principalmente em ninhos onde há regurgitação das aves durante o trato dos filhotes. Os adultos geralmente se contaminam através de água contaminada, alimentos, correntes de ar mal distribuídas ou mesmo espirro de aves doentes, também ocorre transmissão em exposições, torneios através da introdução de novas aves no criatório, ou a partir do contato com pássaros livres que tenham acesso as gaiolas.</p>
<p style="text-align: justify;">Aves afetadas por ácaros de traqueia apresentam incomodo e começam a esfregar o bico nos poleiros e grades, deixam de cantar, mas comem e bebem água normalmente. Quando os ácaros migram para a traqueia a ave manifesta um mal estar permanente por dificuldades respiratórias, dorme embolada, passa a comer menos que o normal e suas fezes tornam-se líquidas e esbranquiçadas. Ao atingir os pulmões, pode-se ouvir um ruído semelhante a um assovio, principalmente à noite. A ave respira com muita dificuldade, mantém o bico aberto e apresenta tosse. Em alguns casos, pode esfregar a região da traqueia nos poleiros, podendo ocasionar queda de penas nesta região. Como a ave apresenta dificuldade em alimentar-se, a mesma tende a ficar debilitada facilitando o aparecimento de doenças oportunistas, o que contribui para o agravamento de seu estado de saúde.</p>
<p style="text-align: justify;">Como o Sternostoma tracheacolum é um ácaro escuro e pequeno o diagnóstico é feito a partir da trans-iluminação da traqueia, este teste consiste em, num ambiente escuro, incidir uma fonte de luz no pescoço da ave. Com isso, podem-se observar pequenos pontos negros, correspondentes ao aparelho digestivo do ácaro, dispersos ao longo da traqueia do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Laboratorialmente, os ácaros podem ser vistos através de exame de fezes ou necropsia, onde os ácaros são vistos em sacos aéreos, pulmões e traqueia. O diagnóstico é presuntivo nos sintomas, epidemiologia e resposta ao tratamento. Assim que os sinais clínicos de ácaros de traqueia começarem a aparecer, as aves devem ser isoladas do plantel imediatamente.</p>
<p style="text-align: justify;">O tratamento a base de ivermectina associado a polivitaminicos tem demonstrado resultados satisfatórios, lembrando sempre que, a dosagem e o modo de administração devem ser prescritos pelo médico veterinário, pois a ivermectina é um produto tóxico, forte e quando mal utilizado pode esterilizar as aves ou até mesmo causar sua morte.</p>
<p style="text-align: justify;">As formas de se evitar este transtorno em nossos plantéis devem incluir quarentena de novas aves, e de aves que participaram de torneios e ou exposições, um bom manejo higiênico no criadouro, limpando e desinfetando os viveiros com certa regularidade, deve-se ainda desinfetar os ninhos e viveiros depois de cada criação, utilizar comedouros fechados de modo que as aves não defequem em sua comida, proporcionar boa ventilação e renovação do ar, mas sem correntes de ar passando diretamente pelas gaiolas, pois, essas correntes podem carrear ácaros e outros agentes infecciosos.</p>
<p style="text-align: justify;">Evitar o contato com outros tipos de aves, como galinhas, pombos, pardais, entre outros. Além das medidas de higiene e manejo, podemos adotar como medida preventiva a administração de quatro a cinco gotas de vinagre na água do banho, ajudando a manter nossas aves afastadas destes ácaros.</p>
<p style="text-align: justify;">É de extrema importância termos cuidado com a sanidade e manejo dos nossos criadouros, pois descuidos com manejo e higiene pode determinar o sucesso da criação. Aconselhamos aos criadores que sempre procurem orientação de um médico veterinário, pois a utilização de medicamentos errados pode ocasionar grandes prejuízos.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em><strong>Dra. Roberta Pivesso Mazola</strong></em><br />
<em><strong> Dra. Tais Cremasco Donato</strong></em><br />
<em><strong> Médicas Veterinárias Residentes do Laboratório de Ornitopatologia &#8211; UNESP/Botucatu</strong></em></p>
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		<title>Entendendo as Cores dos Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 23:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[canário de cor]]></category>
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		<category><![CDATA[identificar cor do canário]]></category>
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		<category><![CDATA[tabela de cores canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CORES DOS CANÁRIOS Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários. Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática. Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">CORES DOS CANÁRIOS</h2>
<p style="text-align: justify;">Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais que são: <strong>Branco, Amarelo e Vermelho.<br />
</strong><br />
Segundo, conhecer os quatro tipos que são: <strong>Negro Marrom Oxidado (azul, verde e cobre), Ágata, Isabel e Canela.<br />
</strong><br />
Terceiro, conhecer e diferenciar as três categorias que são: <strong>Intenso, Nevado e Mosaico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após um bom conhecimento desses pontos fundamentais: cor, tipo, categoria e dominarmos bem esses conceitos teremos condições de conhecer todas as cores da nomenclatura oficial da canaricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa forma de propor esse tipo de aprendizado é diferente dos demais, pois somos taxativamente contra mostrar o canário e falar qual sua cor, o nosso objetivo é aprender a reconhecê-lo o que se torna mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Amarelos</b>: São todos os canários que possuem amarelo visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles podem ser: Amarelo, Verde, Canela, Ágata e Isabel e deverão estar enquadrados na categoria Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Brancos</b>: São todos os canários que possuem branco visíveis nas penas, independentemente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Branco, Azul, Ágata e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado e Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Vermelhos</b>: São todos os canários que possuem vermelho visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Vermelho, Cobre, Canela e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme podemos verificar os pássaros são os mesmos, diferenciando apenas na cor do lipocromo. O desenho da marcação dos pássaros da linha escura são sempre os mesmos para cada tipo: Negro- Marrom Oxidado (cobre, azul e verde), Canela, Ágata e Isabel.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esses conhecimentos na prática, já é possível identificar todas as cores dos canários clássicas. E, as cores novas nada mais são do que fatores que atuam sobre as melaninas e cores que podem ser: Opalino, Pastel, Recessivo, Marfim e Ino, podendo ser agrupados em dois fatores de inibição &#8211; &#8220;Recessivo e Marfim&#8221;, um fator de redução &#8211; &#8220;Pastel&#8221; e outro de oxidação &#8211; &#8220;Opalino&#8221; Vamos agora descrever esse fatores:</p>
<p><b>1) Recessivo</b>: Apresenta só nos canários de lipocromo branco e indica a ausência de lipocromo amarelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>2) Marfim</b>: Aparece com uma inibição parcial do lipocromo, causando um esmaecimento da intensidade dos mesmos e atua sobre os lipocromos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>3) Pastel</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator pastel é responsável por uma redução e dispersão do negro e do marrom, se observamos um canário pastel temos a impressão de ver um canário sujo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>4) Opalino</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator opalino é responsável por uma oxidação e inversão das melaninas negras da parte superior das penas para a inferior, centralizando ou condensando sobre o canal medular inferior. As melaninas negras.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode haver ainda a combinação entre esses fatores: Recessivo com Pastel e Opalino e, Marfim com Pastel e Opalino,<br />
Nunca devemos combinar os fatores Pastel com Opalino por serem antagônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda temos os Inos que são, designação dos canários de olhos vermelhos, sendo ainda divididos em dois fatores, os ligados ao sexo e os de sexo livre. Muitas confusões são feitas e notadas sobre esses pássaros, mas é muito fácil de entendê-los, basta seguir um relacionamento lógico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ino</b>: Qualquer canário de olho vermelho exclusivamente da linha clara nos lipocromos (amarelos, brancos e vermelhos).<br />
Somente o criador pode saber se é ligado ao sexo livre.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Acetinado</b>: Canários de olhos vermelhos ligados ao sexo, essa denominação poderá ser feita aos canários de linha clara e escura.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Feo Ino</b>: Canários de olhos vermelhos, sexo livre só ocorre em canários da linha escura. Tentando clarear mais, nos Inos temos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Acetinado linha clara: Albinos, Lutinos e Rubinos.</li>
<li>Acetinados linha escura: Prateados, Amarelos e Vermelhos.</li>
<li>Feo Ino: Só ocorre na linha escura: Albino, Lutino e Rubino.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora já conhecemos 100% da nomenclatura oficial e será fácil identificar as cores de todos os Canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntas para a classificação de qualquer canário.</p>
<p style="text-align: justify;">1) É da linha clara ou escura?</p>
<p style="text-align: justify;">2) Qual a cor do lipocromo?</p>
<p style="text-align: justify;">3) Qual a categoria?</p>
<p style="text-align: justify;">4) É oxidado negro-marrom. Tem pés e bico pretos?</p>
<p style="text-align: justify;">5) É oxidado canela?</p>
<p style="text-align: justify;">6) É diluído negro-marrom? Tem bigodes negros?</p>
<p style="text-align: justify;">7) É diluído canela?</p>
<p style="text-align: justify;">8) Tem lipocromo esmaecido?</p>
<p style="text-align: justify;">9) Tem ausência de lipocromo amarelo sobre o branco?</p>
<p style="text-align: justify;">10) Tem olhos vermelho?</p>
<p style="text-align: justify;">11) Tem melanina invertida?</p>
<p style="text-align: justify;">12) Tem diluição nas marcações negras e canelas?</p>
<p style="text-align: justify;">13) Tem olhos vermelhos e marcação perolado nas costas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Recessivo: Branco sem amarelo, aparece nas linhas clara e escura.</li>
<li>Marfim: Inibição do lipocromo atua no branco, amarelo e vermelho.</li>
<li>Pastel: Só linha escura &#8211; Redução das melaninas.</li>
<li>Opalinos: Só linha escura &#8211; Oxidação e inversão das melaninas.</li>
<li>Acetinado: Olho vermelho, linha clara e escura.</li>
<li>Feo Ino: Olho vermelho, linha escura (Perolado).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong style="line-height: 1.5em;">CATEGORIA:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Intenso: Cor uniforme por todo corpo.</li>
<li>Nevado: Cor recebeu uma névoa por todo o corpo.</li>
<li>Mosaico: Zonas demarcadas e distintas diferentes nos machos das fêmeas.</li>
</ul>
<p><strong>Fonte: </strong></p>
<div><strong>Fonte: José Giordano Penteado</strong></div>
<div><strong>Revista Pássaros 1999</strong></div>
<div>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Para Colorir Canários Vermelhos, é utilizado a CANTAXANTINA na FARINHADA.</span></strong></p>
</div>
<div>10 gramas de Cantaxantina + 1kg Farinhada</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;">Cantaxantina é aditivo pigmentante para colorir pássaros com fator vermelho. Modo de usar &#8211; dose: 10 gramas por kg de ração ou farinhada. Não pode sofrer ação de calor, ou ser misturada à grandes quantidades de óleo. Não oferecer junto com leite, e evite mistura de sementes muito oleosa na alimentação dos pássaros.</div>
<div></div>
<div>Suplemento alimentar à base de cantaxantina, que promove uma intensa e uniforme coloração vermelha aos pássaros.</div>
<div></div>
<div></div>
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		<title>Cuidado com os Poleiros das Gaiolas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Mar 2014 22:27:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[canários belga]]></category>
		<category><![CDATA[cuidado com os poleiros]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[poleiro com lixas]]></category>
		<category><![CDATA[poleiro frisado]]></category>
		<category><![CDATA[poleiro para canários]]></category>
		<category><![CDATA[poleiros para pássaros]]></category>
		<category><![CDATA[problema na pata do canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>POLEIROS DAS GAIOLAS Assim como uma boa alimentação, oferecer poleiros adequados pode ajudar ainda mais a saúde dos pés dos pássaros. É comum encontrar casos de aves com calos nos pés ou mesmo que contraíram fungos e sarnas e até mesmo pássaros com pés atrofiados devido aos tipos de poleiros [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">POLEIROS DAS GAIOLAS</h2>
<p style="text-align: justify;">Assim como uma boa alimentação, oferecer poleiros adequados pode ajudar ainda mais a saúde dos pés dos pássaros. É comum encontrar casos de aves com calos nos pés ou mesmo que contraíram fungos e sarnas e até mesmo pássaros com pés atrofiados devido aos tipos de poleiros das gaiolas. Esse item muitas vezes é considerado de pouca importância para criadores amadores ou iniciantes, muitos deles não se preocupam em oferecer bons poleiros para seus pássaros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Problemas causados por poleiros das gaiolas inadequados</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na natureza os pássaros usam os galhos das árvores como poleiro, e como todos sabemos as árvores possuem galhos não lineares com diversas espessuras e com vários tipos de revestimento natural, isso ajuda no exercício das articulações e circulação. Porém em cativeiro devemos tentar reproduzir esse tipo sensação.</p>
<p style="text-align: justify;">Um poleiro muito grosso pode fazer com que os pássaros venham a entortar as unhas laterais e traseiras, e expondo-o a contrair o famoso chifre de carneiro nos dedos conhecido também como “esporão”.</p>
<p style="text-align: justify;">Poleiros muito finos são ótimos para os pássaros dormirem, conhecidos também como poleiro de descanso ou dorminhoco. Existem alguns dorminhocos que já vem com uma tira de lixa na parte de baixo, esse modelo não é muito apreciado pelas aves para dormirem, pois dificulta o travamento da musculatura dos pés. O travamento da musculatura dos pés no poleiro pode ajudar no retardamento do crescimento das unhas, devido ao fechamento da circulação sanguínea.</p>
<p style="text-align: justify;">Poleiros de uma só espessura podem afetar seriamente as articulações e músculos, pois não exercitam as juntas dos pés dos pássaros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Poleiros ideais</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Procure sempre variar a espessura e o acabamento dos poleiros, coloque 2 ou 3 tipos diferentes. Atualmente é fácil encontrar poleiros de vários tipos em lojas especializadas em pássaros, procure colocar poleiros frisados e lisos de espessuras entre 10 e 14 milímetros; um poleiro com lixa também pode ser colocado para ajudar a manter as unhas em bom tamanho.</p>
<p style="text-align: justify;">Nunca coloque um poleiro em cima do outro e nem em cima de recipientes de alimentos, pois as fezes e sujeiras liberadas pela ave podem cair sobre eles facilitando a ingestão ou contato com bactérias que favorecem o aparecimento de doenças.</p>
<p style="text-align: justify;">Devemos sempre observar se a ave esta conseguindo se apoiar bem nos poleiros se estes estão bem firmes e com os tamanhos e espessuras corretas, tudo isso pode influenciar na saúde do pássaro deixando-os cansados e estressados.</p>
<p><strong>  Tipos de poleiros:</strong></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5154 aligncenter" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04.jpg" alt="poleiros para canários" width="400" height="232" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04.jpg 400w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04-300x174.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04-252x146.jpg 252w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04-50x29.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/04-129x75.jpg 129w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5156 aligncenter" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05.jpg" alt="poleiros especiais para pássaros" width="400" height="175" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05.jpg 400w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05-300x131.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05-260x114.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/05-150x66.jpg 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5157 aligncenter" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06.jpg" alt="poleiros com lixa para pássaros" width="400" height="180" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06.jpg 400w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06-300x135.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06-260x117.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06-50x23.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/06-150x68.jpg 150w" sizes="(max-width: 400px) 100vw, 400px" /></p>
<hr />
<p style="text-align: left;"><strong>Resumindo tudo isso, fiz aqui uma lista de requisitos básicos para manter os poleiros em ordem.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O poleiro deve ser bem redondo e a superfície deve conter ranhuras para facilitar a acomodação e evitar escorregamentos, não deve conter nenhum tipo de impureza, não deve ser feito de material frio e pouco poroso, nunca deixar um poleiro debaixo do outro, deve ser limpo e desinfetado constantemente e a altura dos poleiros deve permitir que o pássaro fique confortavelmente ereto.</p>
<p style="text-align: justify;">Logicamente que existem casos e casos de criadores que utilizam outros tipos de poleiros como poleiros plásticos, revestidos com algum tipo de material emborrachado, poleiros com cavas para pássaros que já possuem problemas de calos, poleiros de materiais mais macios e etc.. Tudo isso deve ser analisado de caso para caso, porem quero através desse artigo alertar a todos os criadores que revejam seus cuidados com poleiros para que os pássaros possam ter o melhor cuidado possível, pois na natureza esses problemas são supridos como vimos no inicio, sendo assim por se tratar de pássaros de cativeiro tentar oferecer o mínimo de cuidados para que eles tenham a mesma sensação que na natureza, é o mínimo que podemos fazer.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: </strong></p>
<p><strong>Jacqueline R.F. Cremoneze</strong><br />
<strong>Médica Veterinária CRMV &#8211; SP 21312</strong></p>
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		<title>Ração Extrusada x Sementes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Mar 2014 17:11:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Alimentação para Canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>RAÇÃO EXTRUSADA Este artigo foi feito para aguçar a sua curiosidade e também levantar alguns pontos sobre a alimentação de nossos canários como a ração extrusada. Atualmente estamos em um mundo rodeado de tecnologias que sempre estão em desenvolvimento, temos televisões de ultima geração com tecnologia 3 D, temos carros [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;"><b>RAÇÃO EXTRUSADA</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Este artigo foi feito para aguçar a sua curiosidade e também levantar alguns pontos sobre a alimentação de nossos canários como a ração extrusada.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente estamos em um mundo rodeado de tecnologias que sempre estão em desenvolvimento, temos televisões de ultima geração com tecnologia 3 D, temos carros de ultima geração, temos alimento para cães de ultima geração e os nossos canários ainda estão comendo feijão e arroz!</p>
<p><strong>Porque será?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns pontos na criação de canários tiveram uma enorme evolução, entre eles os remédios, as gaiolas, os utensílios, as farinhadas, etc&#8230;<br />
Mas a alimentação com base em sementes continua a mesma. Será que esta será a nossa realidade em termos de alimentação para o futuro ou não?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vou relatar alguns fatos:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Antigamente se caçava aves silvestres e hoje não temos mais essa probabilidade, antigamente se uma ave caçada viesse a morrer, se pegava outra e pronto, essa era a realidade. Quando comecei a me entender por gente e ter pássaros eles eram tratados quando filhotes com pão umedecido em leite e quando adultos o principal alimento era o painço e o alpiste, não tínhamos acesso a outras sementes. O mais importante deste breve relato é que antigamente também era mais difícil de criar pássaros em cativeiro e quem tinha silvestres há anos atrás sabe bem do que estou relatando. Este fato dava-se principalmente por falta de conhecimento em criação de cativeiro e também pelo fato relatado acima, se morresse um pássaro se caçava outro e pronto. Hoje em dia a coisa é bem diferente. Um pintassilgo diluído criado em cativeiro chega a mais de R$ 1.000,00, um canário de boa linhagem e genética alcança este cifrão facilmente, um curió, bicudo, trinca ferro tem preços elevadíssimos.</p>
<p style="text-align: justify;">A grande diferença entre antigamente e hoje é que passamos a criar em cativeiro. Também posso afirmar que nunca iremos conseguir recriar em cativeiro as mesmas condições da natureza, nem em espaço e nem em alimentação, ou seja, um pintassilgo, canário, curió, bicudo não encontram as sementes que lhes são dadas em cativeiro na natureza. Quando se fala em cativeiro na criação de pássaros queremos que eles vivam por mais tempo possível, pois não podemos simplesmente se dar ao luxo de perder uma ave e estar repondo sempre que uma morte ocorre, temos que saber a origem da morte, ou ainda se temos um plantel que não produz bem, temos que analisar o que há de errado com a forma de manejo e talvez uma das causas seja a alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;">Hoje também temos um numero cada vez maior de aves em nossas casas e criadouros, um casal, dois casais, cinco casais, já não são mais suficientes para suprir as nossas necessidades de “Hobby”. É sabido que um grande número de doenças chegam a nossos canários através da alimentação, seja por má qualidade ou por manejo inadequado.</p>
<p><strong>Manejo com sementes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Grande parte dos criadores faz uso das famosas e cobiçadas maquinas de limpar e soprar sementes ou usam a tradicional peneira para soprar e limpar.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Será que este manejo favorece ou atrapalha?</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Alguns irão dizer; “eu só passo as sementes pela maquina quando compro”.<br />
Correto! É para isso mesmo que a maquina deve lhe ajudar. Mas será mesmo essa a realidade?<br />
E aquele resto que fica nos comedouros, você joga fora? Remonta?</p>
<p style="text-align: justify;">Amigos a grande realidade não é essa. Muitos criadores pegam estes restos dos comedouros, juntam e passam tudo nesta maquina dando a falsa impressão de limpeza e depois voltam a colocar estas sementes nos comedouros. Imaginem se um ou mais canários do seu plantel estiverem desenvolvendo alguma doença!</p>
<p>O que vai acontecer?<br />
Fatalmente você estará disseminando a doença no plantel inteiro. Para quem faz esse tipo de manejo e nunca aconteceu nada. Parabéns! Você é uma pessoa de sorte! Ou utiliza muitos medicamentos.</p>
<p style="text-align: justify;">O tema é novas tecnologias.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem maquinas que esterilizam as sementes por ionização ou por exposição à luz. No interior desta maquina existem lâmpadas UV que tem poder germicida, deixando as sementes livres de fungos e bactérias. Que ótimo! Vamos eliminar então aqueles problemas citados acima.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas será que vale a pena esterilizar sementes de baixa qualidade?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Vamos ver.</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qualidade das sementes:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Há muitas leis e burocracias falando sobre a importação, testes de qualidade e rotulagem de sementes, posso citar algumas:</p>
<p style="text-align: justify;">§ INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 50, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2006.</p>
<p style="text-align: justify;">§ PORTARIA Nº 65 DE 16 DE FEVEREIRO DE 1993.</p>
<p style="text-align: justify;">§ DECRETO Nº 42.916, DE 30 DE DEZEMBRO DE 1957.</p>
<p style="text-align: justify;">Este último mais precisamente no capitulo 2 – artigo 18 – 3º.</p>
<p style="text-align: justify;">A portaria Nº 65 é muito interessante, para quem tem acesso a Internet, vale a pena pesquisar sobre ela.</p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que todas sementes têm um prazo de validade, mas infelizmente para nós que somos consumidores finais elas nem sempre chegam em perfeito estado de conservação. Desde a sua colheita até nós o caminho é longo e quase sempre os processos de estocagem e conservação deixam a desejar. Chegando a nós um produto final que muitas vezes contem sujeira, pó, insetos, mofo, etc&#8230;<br />
Muitos criadores lendo isso vão pensar; eu compro do fornecedor X ou Y e elas são excelentes, nunca tive problemas! Ou então; eu só compro importada e são excelentes.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas já pararam e pensaram em fazer um teste com elas para realmente verificar e atestar essa qualidade que tanto defendem?<br />
A verdade é que para se fazer uma analise em laboratório custa caro e também não há como realizar este teste em cada lote que compramos, pois seria fora de nossa realidade financeira.</p>
<p style="text-align: justify;">Então o que podemos fazer?<br />
Podemos fazer testes simples sem nenhum gasto, mas que trarão grande esclarecimento para nós.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Primeiro teste – Mofo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pegue umas 100 gramas da semente e coloque em uma caixa fechada ao abrigo da luz por 24 horas, após esse período, pelo cheiro você poderá constatar se estão mofadas. Algumas já têm o cheiro antes de fazer o teste, então preste atenção no ato da compra.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>*Segundo teste – Germinação.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Este teste é o mais importante e ira determinar realmente a qualidade do lote analisado. Para facilitar o seu cálculo, pegue 100 sementes de alpiste, Coloque de molho em água limpa durante quatro horas. Prepare um prato ou tigela e forre com algodão bem umedecido com água limpa, em seguida coloque as sementes ali depois de retirar a água em que ficaram de molho. Cubra a tigela ou prato com um pano ou uma tampa semi aberta. Em três dias elas devem germinar, agora veja o percentual alcançado no lote testado. Alguns criadores que tive conversas a esse respeito dizem que se tiver em media de 80% de germinação já se pode considerar de boa qualidade, mas o ideal é um índice acima disso. Eu considero 80% de germinação muito pouco.</p>
<p>Vejam, as sementes que não germinam, nada podem oferecer em termos de nutrientes as suas aves e podem até fazer mal a elas.</p>
<p>Se você compra um quilo de alpiste e perde 20% por má qualidade, mais 5% por conta de desperdícios e cascas, ao final você perdeu 250 gramas em um quilo.</p>
<p>Se você gasta em media 10 quilos de alpiste por mês, estará perdendo no mínimo dois quilos.<br />
E se o alpiste chegar a um nível muito bom, 95% de germinação!</p>
<p>Ótimo! O alpiste esta bom.<br />
E as outras sementes da mistura?<br />
E se o pássaro gostar mais de uma semente que de outra, como fica o balanceamento?</p>
<p>Vejam que a realidade não permite conciliar uma elevada porcentagem de qualidade em todas as sementes da mistura, nem tão pouco fazer a mistura e querer que a ave coma de forma igual. Pensem nisso&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Façam os testes citados acima, comprovem vocês mesmos, não acreditem somente porque leram este artigo, tirem suas próprias conclusões, façam o teste constantemente e crie hábito em fazê-lo, pois só assim você terá certeza da qualidade que esta oferecendo as suas aves.</p>
<p style="text-align: justify;">Não adianta você pagar caro em matrizes, gaiolas, utensílios, cuidar com a limpeza, etc&#8230; E descuidar no mais importante que é alimentação.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5395 alignnone" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES.jpg" alt="TESTE SEMENTES" width="1333" height="1417" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES.jpg 1333w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-282x300.jpg 282w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-768x816.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-700x744.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-137x146.jpg 137w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-47x50.jpg 47w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/03/TESTE-SEMENTES-71x75.jpg 71w" sizes="(max-width: 1333px) 100vw, 1333px" /></p>
<p style="text-align: justify;">(acima o teste feito para germinação. O resultado mostra que a qualidade é péssima.)</p>
<p style="text-align: justify;">Mas então no que a tecnologia pode nos auxiliar?</p>
<p style="text-align: justify;">Vamos ver abaixo.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><b>A RAÇÃO EXTRUSADA.</b></h2>
<p style="text-align: justify;">Muitos iram dizer; “mas os canários são granívoros!”.<br />
Claro que são, mas também não podemos afirmar que a alimentação tradicional com sementes seja a correta ou a mais eficaz, pelo menos não hoje em dia. Depois de tantos anos a alimentação que nos orientam a fornecer para um canário é a mistura de sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">Será que não esta na hora de orientar para uma segunda alternativa?<br />
Creio que sim! A Ração Extrusada!<a href="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2015/08/Gran_Mix_22_1kg.jpg" target="_blank"><br />
</a><a title="Gran Mix" href="http://www.mundodoscanarios.com.br/racao-e-farinhada/para-canarios/gran-mix.html" target="_blank"><br />
</a>Salgar e secar foram os dois primeiros métodos de tratamento dos alimentos a serem utilizados para preservar a frescura e melhorar o sabor destes. Ao longo dos anos, as técnicas de processamento dos alimentos têm melhorado, o que resultou numa expansão do abastecimento de alimentos pelo prolongamento do tempo de armazenamento destes, evitando o refugo e aumentando a variedade de alimentos disponíveis. Uma destas técnicas é a extrusão.</p>
<p style="text-align: justify;">Mas o que é extrusão?<br />
Extrusão basicamente é um processo de cozimento baseado em alta pressão, umidade controlada e temperaturas elevadas, gerando um incremento de digestibilidade em relação à mistura crua, além de resultar em um produto com aspecto final desejado. Um dos principais benefícios deste procedimento no processamento alimentar está relacionado com a preservação dos alimentos. A extrusão pode se usada para controlar a quantidade de água dos ingredientes, que determina a atividade microbiana nestes e a sua putrefação.</p>
<p><strong>Mas quais são os principais benefícios em oferecer ração extrusada para meus canários?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>São eles:</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Nutrição ótima.<br />
Alimentação uniforme.<br />
Correto Balanceamento.<br />
Maior digestibilidade.<br />
Sem intoxicação.<br />
Economia.<br />
Facilidade de manejo.</p>
<p style="text-align: justify;">Estas são algumas entre outras e podemos comentar um pouco sobre elas.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Nutrição ótima. </b></p>
<p style="text-align: justify;">A formulação das rações permite a apresentação dos níveis de garantia ideais e de acordo com as exigências nutricionais dos pássaros. Sendo assim a extrusada ser usada tanto como única fonte de alimentação ou como a fonte principal, podendo ser usada em conformidade com outra alimentação extra, como frutas, verduras e farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Alimentação uniforme. </b></p>
<p style="text-align: justify;">Muitas aves são seletivas em relação à alimentação com sementes. A composição da extrusada é exatamente igual em cada grânulo, proporcionando uma alimentação completa e uniforme.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Correto Balanceamento.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Por ser balanceados corretamente, o uso da extrusada evita problemas decorrentes de má nutrição, como excesso de gordura e deficiência de vitaminas, minerais e aminoácidos, provenientes das dietas à base de sementes. A maioria dos fabricantes já se adequou à realidade dos criadores que alimentam seus canários em duas épocas distintas;<br />
manutenção e reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Maior digestibilidade. </b></p>
<p style="text-align: justify;">O processo de fabricação e extrusão promove o aumento da digestibilidade dos nutrientes pelas aves, tornando mais fácil à absorção dos nutrientes. A extrusão faz com que as rações sofram um processo de um pré-cozimento, tornando mais fácil sua digestibilidade.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Sem intoxicação.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Por causa da alta temperatura no processo de extrusão, são eliminados possíveis patógenos que possam contaminar os ingredientes. Isso garante maior qualidade e elimina riscos de intoxicação alimentar. Há ausência de agrotóxicos nas extrusadas, por outro lado eles podem estar presentes nas sementes, verduras e frutas. Vários agrotóxicos podem não apresentar sintomas aparentes de intoxicação, porém podem matar os pássaros.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Economia. </b></p>
<p style="text-align: justify;">O uso da extrusada proporciona uma economia considerável. Por causa do balanceamento ideal, as aves necessitam de um volume menor de alimento para satisfazer suas necessidades nutricionais. O consumo é em media 30 a 40 % menor que o volume de sementes que seriam fornecidas. Além disso, uma grande porcentagem das sementes é desperdiçada em função das cascas e sementes jogadas fora pelas próprias aves.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Facilidade de manejo. </b></p>
<p style="text-align: justify;">São muito mais práticas e higiênicas. Não fazem sujeira como as cascas de sementes e restos de frutas e legumes. Por isso, não há a necessidade de se fazer diariamente à limpeza para soprar as cascas, como ocorre com as sementes, bastando apenas repor a ração consumida.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da extrusada na alimentação traz muitos benefícios que não temos com as sementes e isso é fato.</p>
<p style="text-align: justify;">A extrusada também tem alguns pontos negativos que aos poucos devem ser sanados pelos fabricantes.</p>
<p style="text-align: justify;">Entre eles esta a compra diretamente com o fabricante. Neste ponto alguns fabricantes já saíram na frente e vendem diretamente para o criador, mas em algumas marcas isso ainda não é possível. A compra direta com o fabricante reduz o custo final da ração.<br />
Outro fato negativo é a pigmentação. Alguns criadores que usaram a extrusada em anos passados relataram que seus canários amarelos ficaram com a coloração um pouco apagada.<br />
Mas neste ponto os fabricantes também já estão evoluindo para rações próprias para canários amarelos e também os vermelhos. Isso também seria facilmente resolvido com uma suplementação maior de folhas verdes ou então a adição de luteína na farinhada.</p>
<p style="text-align: justify;">Estes pontos negativos creio que logo serão resolvidos por todos fabricantes.</p>
<p><b>AS GRANDES PERGUNTAS.</b></p>
<p style="text-align: justify;">Ninguém pode negar que o uso exclusivo da extrusada no manejo diário facilita e muito a vida do criador, não há sujeira, o desperdício é mínimo, agiliza o tempo de manejo e a conversão alimentar é excelente, minimiza as doenças, etc&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Porque então ela não cai nas graças dos criadores?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque há tão poucos criadores utilizando a extrusada, já que as vantagens são muitas e excelentes?</p>
<p style="text-align: justify;">Porque quase ninguém aconselha o uso dela?</p>
<p style="text-align: justify;">Será o preço? Ceticismo? Ou é mais simples que isso; o que falta é informação?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu não poderia responder a essas perguntas, só posso falar por mim mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando iniciei o artigo eu disse que foi feito para aguçar a sua curiosidade, pois bem, então pergunte a outros criadores que utilizam a extrusada. Pergunte também a quem não utiliza o motivo pelo qual não adotou este manejo.<br />
Depois de ler o que relatei até agora e obter essas respostas dos outros criadores tire suas próprias conclusões.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Meu comentário.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Eu era cético em achar que a alimentação dos canários teria que ser única e exclusiva com sementes, mas estou tendo que me render a essa tecnologia que é a extrusada.</p>
<p>Não quero que ninguém mude a forma de seu manejo pelo que falei ate aqui. Creio que vocês são inteligentes e saberão discernir os fatos até aqui relatados. Eu aprecio a forma de manejo e alimentação tradicional com sementes, mas também não posso mais defendê-lo.</p>
<p>A minha mudança de alimentação se deu a um principal fato; a qualidade das sementes. O fato é que as sementes que chegam em nosso país são de péssima qualidade.</p>
<p>Este fato me fez ir atrás e pesquisar sobre as extrusadas.<br />
Quanto mais eu me aprofundava no assunto, mais a realidade me saltava aos olhos. Um dia fui convidado a ir numa palestra sobre a extrusada que um fabricante estava dando para criadores. Tudo que eu havia aprendido sobre a extrusada ficou ainda mais claro com esta palestra.<br />
Vocês podem pensar: claro! Querem vender o peixe deles!<br />
Bem; só posso dizer que o peixe é bom!<br />
Posso também relatar as mudanças que vi em meu criadouro até agora.</p>
<p style="text-align: justify;">*As gaiolas estão mais limpas, sem contar o resto do criadouro.</p>
<p style="text-align: justify;">*Os utensílios diminuirão, principalmente os comedouros.</p>
<p style="text-align: justify;">*Realmente meu tempo dispensado para criação caiu quase pela metade.</p>
<p style="text-align: justify;">*Sobra mais tempo para observar os canários.</p>
<p style="text-align: justify;">*Não preciso mais gastar tempo limpando sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*Economia de energia elétrica, pois não ligo mais a sopradeira de sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*Economia de produtos para combater as micotoxinas nas sementes.</p>
<p style="text-align: justify;">*O espaço de armazenamento é menor.</p>
<p style="text-align: justify;">*As fezes são consistentes e iguais e com menos quantidade.</p>
<p style="text-align: justify;">*As aves parecem estar mais ativas mesmo em muda de penas.</p>
<p style="text-align: justify;">Não sei ainda o resultado futuro e só o tempo me dirá, mas por enquanto estou satisfeito com a opção que fiz.<br />
O uso da extrusada na alimentação traz muitos benefícios que não temos com as sementes e isso ninguém pode negar.</p>
<p style="text-align: justify;">Será a extrusada o alimento do futuro na criação de canários?</p>
<p style="text-align: justify;">Eu já respondi, agora cabe a você buscar a sua resposta.</p>
<p><strong>Artigo Publicado na Revista SICO 4ª edição &#8211; 2010</strong><br />
<strong>Autor: Bento Formigari (sócio SICO 153)</strong></p>
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		<title>Problemas nas Patas dos Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 13 Feb 2014 17:01:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
		<category><![CDATA[ácaros]]></category>
		<category><![CDATA[bolhas]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
		<category><![CDATA[canário puxando a perna]]></category>
		<category><![CDATA[doença na pata]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[pipoca]]></category>
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		<category><![CDATA[problema na pata canário]]></category>
		<category><![CDATA[rachaduras]]></category>
		<category><![CDATA[Sarna nas patas do canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>PROBLEMAS NAS PATAS DOS CANÁRIOS Os principais inimigos das patas do canário são os ácaros, a sarna e os insetos, principalmente os &#8220;pernilongos&#8221;, uma única picada desse inseto pode levar seu canário a morte ou ainda a outras doenças infectocontagiosas de difícil tratamento&#8230; Segue abaixo os principais tratamentos das mais comuns [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">PROBLEMAS NAS PATAS DOS CANÁRIOS</h2>
<p style="text-align: justify;">Os principais inimigos das patas do canário são os ácaros, a sarna e os insetos, principalmente os &#8220;pernilongos&#8221;, uma única picada desse inseto pode levar seu canário a morte ou ainda a outras doenças infectocontagiosas de difícil tratamento&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify">Segue abaixo os principais tratamentos das mais comuns doenças das patas.</p>
<h2 style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #008000;"><strong>SARNA DAS PATAS DO CANÁRIO:</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5150 aligncenter" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210.jpg" alt="pomada dolemil sarnas nas patas" width="500" height="210" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210.jpg 500w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210-300x126.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210-260x109.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210-50x21.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/dolemil1-500x210-150x63.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><em><strong>Observações:</strong></em> Geralmente vem aparecendo aos poucos, ficam com rachaduras, escamas podendo até sangrar. Utilizar a pomada corretamente e em poucos dias terá resultado.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #008000;"><strong>Instruções:</strong></span> Lavar as patas do canário com água morna e aplicar uma fina camada de Dolemil de 1 a 3 vezes ao dia até desaparecer o problema.</p>
<h2 style="text-align: justify;" align="center"><span style="color: #008000;"><strong>PICADAS DE INSETOS NAS PATAS DO CANÁRIO:</strong></span></h2>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5151 aligncenter" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210.jpg" alt="nebacetim picada de inseto em canários" width="500" height="210" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210.jpg 500w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210-300x126.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210-260x109.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210-50x21.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2014/02/nebacetim-500x210-150x63.jpg 150w" sizes="(max-width: 500px) 100vw, 500px" /></p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><em><strong>Observações:</strong></em> Geralmente aparece uma bolha de um dia para o outro, inflama, pontos preto (sangue coagulado), agir rápido com a pomada.</p>
<p style="text-align: justify;" align="justify"><span style="color: #008000;"><strong>Instruções:</strong></span> Lavar as patas do canário com água morna e aplicar Nebacetin uma vez ao dia.</p>
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