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	<title>Cores dos Canários &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Colorindo canários amarelos com luteína</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 17:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A canaricultura vem avançando dia a dia, e os pássaros levados a concurso são cada vez melhores, mais selecionados, e, na maioria das vezes, os vencedores se distanciam muito pouco dos demais, especialmente na linha clara, onde os detalhes fazem a diferença. Tenho cisto muitos artigos sobre a coloração de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A canaricultura vem avançando dia a dia, e os pássaros levados a concurso são cada vez melhores, mais selecionados, e, na maioria das vezes, os vencedores se distanciam muito pouco dos demais, especialmente na linha clara, onde os detalhes fazem a diferença. Tenho cisto muitos artigos sobre a coloração de canários vermelhos e creio que esse assunto já está bem consolidado e as orientações gerais são de conhecimento e acesso a todos os criadores interessados. Por outro lado, teme chamado a atenção não haver na mesma quantidade orientação para a coloração correta dos canários amarelos (sem fator vermelho), considerando-se que hoje os planteis de concurso estão sujeitos a manejo e alimentação específicos para a melhor expressão de seus campeões.</p>
<p>A cor dos canários amarelos Na coloração dos canários amarelos de concurso, busca-se a máxima e expressão do lipocromo, através de sua qualidade-pureza e quantidade. A pureza seria a tonalidade do lipocromo, que nos amarelos (tanto marfins quanto clássicos) seria o tom amarelo limão, afetado pelo fator ótico azul. Portanto, será penalizado tanto o amarelo dourado quanto o amarelo apagado, em clássicos e marfins, e até mesmo o lipocromo que se confunda com o amarelo clássico no caso dos marfins. A quantidade está relacionada com a expressão do lipocromo no pássaro. Quanto mais lipocromo houver na plumagem, melhor. Isso se reflete na distribuição do mesmo. Nos intensos, haverá a distribuição uniforme por toda a extensão das penas; nos nevados, haverá lipocromo até o inicio da névoa e nos mosaicos, intensidade nas zonas de eleição. Por isso, pode haver canários de péssima qualidade, mas com grande quantidade de lipcromo, e vice-versa.</p>
<p>OS ALIMENTOS E AS DIFERENTES ESPÉCIES DE CORANTES A alimentação dos narários, além dos ingredientes alimentares como proteínas, carboidratos, gorduras, possui pigmentos de origem vegetal – os carotenoides, divididos em dois grupos: os carotenos e as xantofilas. O caroteno só após ser quebrado por uma enzima e transformado em retinol (vit. A) é reabsorvido, passa pelo fígado e se espalha pelo sistema circulatório, não concorrendo, portanto, para a pigmentação do canário. Para nossos pássaros, de maneira simplificada, as xantofilas são os mais importantes pigmentos, e, entre essas, a luteína e a zeaxantina são as que formam principalmente as cores desejadas em nossos amarelos. A zeaxantina e a luteína, após serem ingeridas nos alimentos fornecidos aos canários, passam facilmente pelas paredes intestinais e se espalham pela corrente sanguínea, sendo que o seu principal veículo são os lipídios ou gorduras, e por isso chamamos comumente de LIPOCROMOS as cores desses pássaros. Parte da luteína e da zeaxantina passa diretamente ao bulbo de pluma em formação, para ser disponibilizada na plumagem, e parte acumula-se no tecido adiposo do</p>
<p>pássaro. Após ser transformadas, aderem à pele, onde se formam as papilas das penas e assim se fundem às plumas em formação, tornando o canário amarelo. Compreendido esse mecanismo de fixação do corante amarelo através dessa simplificada explicação, e importante que seja compreendido também como se fará com que os pássaros sejam coloridos da forma correta, através dos alimentos que lhe forem fornecidos. Tradicionalmente, os canários são alimentados com uma mistura de sementes (composta de alpiste, aveia descascada colza ou canola, nabão, linhaça, perila, etc.), de uma farinhada feita de milho branco ou amarelo, arroz, farelo de soja, ovos, frutas              e verduras. Pois bem. Se considerarmos que os principais pigmentos são a zeaxantina e a luteína, também já devemos considerar que, atualmente, já se percebeu que a tonalidade desejada aos nossos amarelos provem da utilização de alimentos com alto teor de luteína e baixo teor de zeaxntina. Como orientação e panorama geral com base no uso mais comum de verduras no Brasil, é importante demonstrar os seus níveis aproximados, conforme a tabela abaixo:</p>
<table class="MsoTableGrid" style="border-collapse: collapse; border: solid windowtext 1.0pt;" border="1" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Alimento</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Luteína por kg</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Zeaxantina por kg</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Couve folhas</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,39g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,22g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Espinafre</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,10g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,003g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Brócolis</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,02g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,01g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Milho in natura</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">5,00g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">7,9 a 22,9g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Milho cozido</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">2,79g a 5,47g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">11,0g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Suco de laranja</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,004g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,008g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Ovos</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,02g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Muito variável</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assim, deve-se cuidar para que os canários recebam o alimento que mais ressalte as suas qualidades cromáticas e menos interfira no resultado tido como desejável pelo criador, ou seja, alimentos ricos em luteína e pobres em zeaxantina.</p>
<p>As observações feitas na prática Atualmente, a luteína tem sido largamente utilizada como fonte de pagamento amarelos, e hoje, pode-se afirmar que os canários amarelos de concurso de maior expressão são geralmente pigmentados com base nesse produto. A zeaxantina, por seu turno, tem sido ligada às tonalidades douradas ou pelo menos mais carregadas do lipocromo, com menos fator ótico azul, e por isso, alimentos como o milho amarelo tem sido cada vez mais retirados da dieta dos canários sem fator, mesmo os marfins, que ate há pouco jugava-se beneficiados pelo lipocromo de tonalidade excessiva (ou passada, como dizemos). Como no caso do uso da cantaxantina na pigmentação dos canários vermelhos, originalmente a pigmentação artificial de canários amarelos sofreu uma resistência</p>
<p>dos que acreditavam ser essa maléfica em relação á tonalidade dos pássaro, porem, com seu uso e com a seleção em concursos dos pássaros para a tonalidade ideal (o amarelo limão) houve a consolidação da sua utilização. Ambos o corante vermelho e amarelos foram produzidos e testados em sua origem para a alimentação de galinhas poedeiras e de frangos, visando a pigmentação da pele dos frangos e das gemas dos ovos, já que os alimentos fornecidos in natura não conseguiam fazer com que houvesse coloração semelhante aquela obtidas em condições de via natural. Por outro lado, mesmo que difundindo seu uso entre os criadores mais experientes e atualmente com resultados comprovados, ainda há muitas duvidas a cerca da forma de utilização e das dosagens empregadas. Para tentar desvendar a real influência das dosagens de luteína, foi conduzido um</p>
<p>experimento em pássaros amarelos intensos e nevados, filhotes, normais e marfins, selecionados, de padrão de concurso, alimentados durante 100 dias por farinhada completamente isenta de pigmentos amarelos, à qual foi adicionada luteína na dosagem de 10 g/kg de farinhada pronta. Esses pássaros não receberam outros alimentos ou grãos nesse período. Outros lotes de adultos selecionados no ano anterior pela sua qualidade de lipocromo, todos de lipocromo aparentemente semelhante antes da muda, foram manegados com a mesma farinhada, a mesma dosagem de luteína, e receberam mistura de grãos tradicional (alpiste, canola, nabão, niger e linhaça). Nenhum dos lotes recebeu verduras ou frutas de qualquer tipo. Os resultados foram surpreendentes! Em ambos os lotes, a imensa maioria dos pássaros apresentou lipocromo amarelo vivo e brilhante, de padrão de concurso. Porém, surgiam alguns pássaros de tonalidade abaixo do desejado (chamados de apagados) e a cima (chamados de passados), mesmo nos filhotes, onde, lembre-se, a única fonte de alimentação era a farinhada pigmentada com luteína, o que exclui a possiblidade de preferencia na dieta. Ou comia, ou comia. Na imagem, esse gradação é bem evidente: na esquerda para a direita, temos uma fêmea amarela nevada com coloração deficiente, uma com coloração ideal e outra com coloração carregada. Não se analisa a categoria (nevação), mas assim a variedade (cor de findo amarela). “ uma das vantagens do uso da luteína foi possibilitar a correta pigmentação dos adultos após a cria, fazendo que possam ser novamente selecionados conforme a sua qualidade de lipocromo e também que possam ser vendidos adequadamente coloridos. “</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-5614" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-300x135.jpg" alt="Colorindo canários Amarelos com luteína" width="300" height="135" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-300x135.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-768x345.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-700x315.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-260x117.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-150x67.jpg 150w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa.jpg 1032w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das marcas da luteína resultou em canários fortemente dourados no primeiro instantes, revertida parcialmente em alguns, após o amadurecimento completo da plumagem, enquanto que com o uso de outra as plumas já nasceram na tonalidade final e desejada do amarelo. Em outras palavras, em uma as penas nasciam douradas e depois suavizavam em parte, ficando amarelas, enquanto que em outra, com melhores resultados, as penas já nasceram na tonalidade desejada e com superior uniformidade. Em ambos os casos, houve a arranquia de plumas quebradas ou mal coloridas das asas e cauda (rêmiges e tetrizes), pois no ninho não foi fornecida a luteína. Também nesses dois casos, houve grande variabilidade de pigmentação das penas longas de cauda e asas. Os pássaros que apresentavam as caudas e asas naus bem coloridas provinham de linhagens selecionadas com base também nesse critério. A alimentação com luteína faz com que as plumas longas, logicamente, sejam mais pigmentadas do que seriam sem o seu funcionamento, como se dá com as demais penas do pássaro, mas não resulta em pássaros com a pigmentação ideal se não possuírem essa condição. Esses dois lotes também foram comparados com outro lote de canários que receberam, além de luteína, verduras diariamente (couve, principalmente), e a impressões advindas dessas comparações são as seguintes: 1° &#8211; Nem todos os pássaros são capazes de absorver e sintetizar da mesma maneira a luteína fornecida através de suplementos, e, por isso, alguns pássaros, mesmo que recebam a alimentação de maneira acertada poderão apresentar lipocromo deficiente em tonalidade ou quantidade. 2° &#8211; As verduras, diante da presença de mais o menos zeaxantina e luteína, tornam mais difícil a seleção dos lipocromos, pois aparentemente mascaram com a quantidade de lipocromo a sua falta de qualidade e, principalmente, não se consegue manter uma alimentação com níveis constantes e exatos de luteína. 3° &#8211; As fontes de luteína usadas como aditivo são altamente variáveis na sai concentração e qualidade, e aparentemente, os veículos utilizados para a sai diluição podem conter também altos níveis de Zeaxantina. 4° &#8211; A seleção do plantel só poderá ser feita após a padronização do uso desses aditivos e da alimentação dos pássaros, por qualquer variabilidade poderá gerar resultados indesejados. 5° &#8211; A pigmentação ideal das asas e caudas dos pássaros está mais ligada à seleção das linhagens e indivíduos do que à alimentação. 6° &#8211; A quantidade da luteína a ser adicionada varia de acordo com a dieta fornecida aos pássaros e a qualidade de sua fonte. Foram usadas dosagens de 3 a 10 g/ kg de farinhada seca. Uma das vantagens do uso de luteína foi possibilitar a correta pigmentação dos adultos após a cria, fazendo que possam ser novamente selecionados conforme a sua qualidade de lipocromo e também que possam ser vendidos adequadamente coloridos. Nos filhotes de ninho, a luteína adicionada a farinhada dos pais reduz a necessidade de arranquia de plumas mal pigmentadas, traduzindo em bem estar dos pássaros e adequada seleção dos exemplares que não forem destinados aos concursos. Dessa forma, a luteína resulta em uma forma prática e econômica de pigmentação de canários amarelos, pois não exige do criados o gasto diário e a estressante busca de verduras para adicionar na alimentação de seus pássaros, ressaltando-se também que possibilita um esquema fácil de manejo e alimentação, na qual os níveis de luteína  serão constantes e não sujeitos a disponibilidades e sazonalidades.</p>
<p>Retirado da Revista Brasil Ornitológico Nº107</p>
<p>Colorindo canários Amarelos com luteína Por Paulo César Lof – Juiz FOB/OBJO</p>
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		<title>Não confunda Tarim da Venezuela com Canário!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:48:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[canário mosaico vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[canário vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[canários belga]]></category>
		<category><![CDATA[diferença de tarim pra canário]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
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		<category><![CDATA[tarim e canário]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda o cinza escuro. Listras de cor vermelha aparecem no peito e asas. Existem mutações de cor com variação da presença e intensidade do preto e vermelho.</p>
<div id="attachment_5536" style="width: 276px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-5536" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5536 size-medium" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png" alt="tarim da venezuela macho" width="266" height="300" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png 266w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-129x146.png 129w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-44x50.png 44w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-66x75.png 66w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela.png 489w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /><p id="caption-attachment-5536" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim da venezuela macho</em></span></p></div>
<p style="text-align: justify;">Ele é um pássaro exótico e silvestre da fauna brasileira como muitas pessoas acreditam ser, ele está inserido no grupo dos exóticos raros e no subgrupo dos granívoros americanos e participa de campeonatos ornitológicos por todo pais e pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">0 Tarim apesar de ser um pássaro exótico tem características peculiares, que começam desde a alimentação, manejo, reprodução e preparação. Depois de seis anos dedicados à reprodução deste pássaro venho passar um pouco da experiência adquirida ao longo desses anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A alimentação do Tarim é à base de sementes, as mais apreciadas por eles são o níger, alpiste e a perila, também uso farinhada, no mercado existem várias marcas que podem ser utilizadas, acrescento à farinhada ovo cozido para deixa-la mais palatável, forneço verdura (almeirão) e água sempre fresca.</p>
<p style="text-align: justify;">O criatório deve ser claro, limpo e arejado, devemos ter um cuidado especial com a temperatura, os Tarins são muito sensíveis ao frio, então precisamos mantê-la sempre amena para evitar problemas que podem ser ocasionados pelo frio e servirem de porta de entrada para doenças. Utilizo gaiolas de metal com pintura epóxi nas dimensões 50 x 28 x 31 cm, comedouros meia lua e bebedouro.</p>
<p style="text-align: justify;">A época de reprodução dos Tarins é a mesma dos canários, aqui na Serra Gaúcha onde tenho minha criação eles começam a nidificar no final de agosto até inicio de janeiro. As fêmeas fazem postura de três a cinco ovos, o período de choco é de treze dias, os filhotes saem do ninho com dezoito dias em média e com trinta dias já estão se alimentando sozinhos e podem ser separados dos pais. As fêmeas fazem de três a quatro posturas/ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos deixar que os Tarins mesmo criem seus filhotes, as fêmeas chocam e tratam bem seus filhotes, mas após 0 sétimo, oitavo dia costumam não deitar mais sobre os filhotes à noite e isso pode acarretar a morte dos mesmos devido ao frio, precisamos estar atentos a essa peculiaridade. É possível utilizar canários como ama-seca, o resultado é satisfatório e pode garantir um número maior de filhotes por casal.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: os manons que são utilizados como amas de praticamente todos os pássaros exóticos não criam filhotes de Tarins, devido ao formato do bico e a maneira de o filhote pedir comida que é igual aos canários erguendo-se e abrindo o bico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes são muito ativos e se desenvolvem rápido, é fácil de identificar o sexo, pois os machos com quarenta, quarenta e cinco dias já começam a mostrar pintas pretas na cabeça e também começam a cantar, cantam muito e alegram o criatório. Com cem, cento e vinte dias já estão com a plumagem definitiva, o vermelho vivo contrastando com o negro chama atenção de qualquer pessoa que visite sua criação.</p>
<p style="text-align: justify;">Comercialmente têm grande potencial, a procura por matrizes é grande e tem um valor agregado interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter contribuído de alguma forma com os criadores e futuros criadores dessa espécie, que é, sem sombra de dúvidas, uma das mais belas que temos conhecimento.</p>
<div id="attachment_5538" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-5538" decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5538" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg" alt="tarim macho fêmea filhote" width="800" height="504" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg 800w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-300x189.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-768x484.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-700x441.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-232x146.jpg 232w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-50x32.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-119x75.jpg 119w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-5538" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim macho &#8211; fêmea &#8211; filhote</em></span></p></div>
<p><strong><em>Fonte:</em></strong><br />
<strong><em>Artigo extraido da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 8, conforme regulamento do concurso de revistas da FOB </em></strong></p>
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		<title>Canários Fator Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto se especula em relação à coloração dos canários com fator “canários vermelhos”, especialmente os de linha clara, e são tantas as consultas em busca de um segredo, que terminou motivando esse texto. Longe de almejar ser definitivo, trata-se apenas de relato de experiência na criação desses pássaros e nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tanto se especula em relação à coloração dos canários com fator “canários vermelhos”, especialmente os de linha clara, e são tantas as consultas em busca de um segredo, que terminou motivando esse texto. Longe de almejar ser definitivo, trata-se apenas de relato de experiência na criação desses pássaros e nos julgamentos, restringindo-se unicamente a aspectos práticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4986 alignright" src="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-can%C3%A1rio-vermelho.png" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" srcset="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho.png 280w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-155x146.png 155w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-50x47.png 50w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-80x75.png 80w" alt="como criar canário vermelho" width="280" height="264" /></p>
<p style="text-align: justify;">A orientação freqüente “Não poupe corante, tem que dar direitinho”, deve ser traduzida como ter muito cuidado na sua administração e realmente não fazer qualquer economia indevida que possa prejudicar o resultado final.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, apenas isso não garante a nenhum criador bons resultados, sendo a boa coloração um soma de fatores: dosagem correta de corante + alimentação balanceada + seleção rigorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os pássaros devam ter à sua disposição quantidade de pigmento suficiente pára que haja saturação na sua capacidade de assimilação e, assim, possa expressar fenotipicamente o seu potencial genético, é preciso que seja estabelecida uma metodologia de fornecimento, sob pena de faltar algum dos elementos fundamentais.<br />
Inicialmente, a dosagem que tenho utilizado, tanto para a linha clara quanto para os melânicos, é de cerca de 8 a 10g de cantaxantina a 10% (Carophyll Red, da Roche ou Lucantín Rojo, da Basf, p. ex.) para cada kg de farinhada pronta, diariamente, até o concurso. Há criadores que utilizam dosagens maiores ou menores, dependendo da fase do pássaro, mas tal prática é muito difícil para a maioria dos criadores. Então, padronizar parece ser a melhor opção.</p>
<p style="text-align: justify;">É importantíssimo que uma dosagem padrão seja mantida, pois evitará que haja variação na coloração do plantel, o que atrapalhará a seleção. Como saber se determinado pássaro não possui uma boa cor ou se está mal colorido? Simples: certificar-se de que todos consumam o pigmento de modo homogêneo.<br />
Não raro se vê criadores que acasalam pássaros deficientes de lipocromo com a justificativa de que “é filho de um canário campeão e deve ter comido pouco corante…” Na dúvida, descarte. Exceção, lógico, são os adultos, que já foram selecionados quando filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que deve ser levado em conta é a qualidade do produto utilizado, sendo importantíssima a seriedade do fornecedor, pois os corantes são facilmente degradáveis e a exposição à luz, ao calor e à umidade os afetam profundamente. Por esse motivo, não são observados bons resultados com a pré-mistura de corante na farinhada para posterior utilização. Sempre se deve adicioná-lo na hora do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na papinha dada aos filhotes de ninho é mantida essa mesma dosagem, o que evitará que se tenha que arrancar as penas longas, que já estarão bem coloridas.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo fator é a alimentação balanceada, pois um pássaro mal alimentado nunca conseguirá disponibilizar corretamente o lipocromo em sua plumagem. A plumagem é construída de acordo com os nutrientes disponibilizados, e, assim, um aporte correto de minerais, vitaminas e aminoácidos na hora da muda é de suma importância.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao uso do óleo na farinhada, na época da muda, sem querer gerar polêmica, é fundamental, justamente como veículo para melhor absorção e disponibilização do pigmento. Preferencialmente, utilizar o de girassol e o de soja, pelos níveis, principalmente, de vitamina “E”, antioxidante, no primeiro, e de metionina, no segundo. Atua também na agregação de maior brilho `a plumagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da mistura de grãos habitual (alpiste, colza, nabão, linhaça, níger, aveia, etc) não parece interferir na coloração, mas a utilização de verduras, sim. Também o milho amarelo age negativamente, competindo com o pigmento vermelho. Para aprofundar esse entendimento, ver a excelente matéria escrita por João F. Basile da Silva, publicada na Revista Brasil Ornitológico.</p>
<p style="text-align: justify;">O último fator, mas não em ordem de importância, é a seleção rigorosa dos pássaros de plantel. É somente por ela que poderemos chegar a pássaros que muito bem atinjam o nível que nós desejamos. Como já foi dito acima, não é aconselhável acasalar um pássaro (filhote) que não haja apresentado as condições ideais de coloração, ainda que seja oriundo de uma boa família. Como saber se a falta de brilho e a falta de cor não são genéticos? Assim, deve-se preferir pássaros nas suas melhores condições, sempre, o que já será um forte indício de qualidade e de geração de bons filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, uma recomendação que, ainda que de conhecimento da maioria, merece ser reprisada pela sua importância. Deve ser evitado, para os canários da linha clara, exposição direta ao sol, por períodos prolongados. O ideal é que os pássaros não recebam diretamente a luz solar, pois resultará em amadurecimento precoce da plumagem, com perda na coloração. Por outro lado, essa exposição resulta em aumento no brilho da plumagem, podendo ser dosada quando se tem pássaros que precisam “abrir a cor”, ou seja, o amadurecimento ainda não se deu na época das exposições.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos pássaros da linha escura, especialmente nos de melanina negra (cobres e ágatas), o sol faz com que haja uma melhoria no tipo, prejudicando pouco a cor de fundo. Nada, porém acrescentará muita qualidade a quem não a tem. Esses cuidados só farão diferença nos detalhes, possibilitando aos pássaros de boa qualidade que possam expressar todo o seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Paulo Cesar Löf </em></strong><br />
<strong><em>Juiz de canários de cor </em></strong><br />
<strong><em>fob-objo</em></strong></p>
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		<title>Canários Vermelhos Mosaicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 00:02:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas. Essa novidade no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="post-title entry-title">COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS</h2>
<div style="text-align: justify;">Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas.</div>
<div style="text-align: justify;">Essa novidade no manejo fez surgir muitas dúvidas principalmente no que se refere à data correta de fornecimento e retirada de pigmentantes, já que a coloração das áreas de eleição não deverá ser afetada, devendo ser o mais vermelha possível, como antes. Lembremos que o canário vermelho mosaico é antes de tudo um canário de contraste!</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Através de experiência no manejo de vermelhos mosaicos, das observações durante os julgamentos e também das discussões com outros criadores e juízes, se pode dar algumas informações úteis, as quais detalharemos a seguir:</p>
<p><strong>1 – Manejo de reprodutores na pré-cria &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Considerando que as penas longas deverão ser apresentadas somente sem pigmentação vermelha, poder-se-ia dizer que o manejo dos reprodutores antes da cria seria dispensável, pois mesmo que o amarelo de fundo fosse bastante saliente, não faria diferença. Mas a tendência que se percebe é que têm sido mais valorizados os exemplares com as plumas longas mais claras, com menos expressão de amarelo, tendendo ao branco.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os criadores europeus, com mais experiência, em sua grande maioria assim já procedem, preparando seus reprodutores antes da cria para que produzam filhotes de melhores características para concurso.</div>
<div style="text-align: justify;">Portanto, é recomendável que antes do acasalamento, após a sua seleção e término de emplume, as fêmeas sejam deixadas sem consumir pigmentantes vermelhos e também que sejam pouco expostas à coloração amarela, através da redução do fornecimento de alimentos que contenham esses pigmentos, como verduras, gema de ovos, grãos com alto teor de luteína e zeaxantina (nabão, colza, milho, farelo de soja, germe de trigo, etc). Assim, os embriões produzidos (ovos) terão pouco corante nas suas reservas alimentares e as penas jovens crescerão com a cor adequada.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Normalmente, esse período de antecedência de restrição alimentar para as fêmeas é de 2 a 4 meses.</p>
<p><strong>2 – Os filhotes no ninho &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Durante a fase de ninho, os filhotes de vermelhos mosaicos deverão receber alimentação também com baixíssimo teor de pigmentantes amarelos e nada de pigmentos vermelhos. Dessa forma, até a sua separação também não deverão consumir alimentos como acima exemplificado. Para os criadores essa é a fase de maior cuidado, pois ainda que se busque uma correta alimentação quanto à coloração, se deve usar substitutos alimentares para que não haja carências alimentares.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Como no Brasil nossas farinhadas são produzidas em sua imensa maioria tendo o farelo de soja como fonte proteica, e sendo ele rico em pigmentantes amarelos, é necessário que o criador atente para escolher uma ração que não tenha esse componente ou faça ele mesmo uma ração – farinhada utilizando outras fontes de proteína, como a caseína do leite ou a albumina da clara de ovos. Lembre-se que as penas são quase totalmente formadas por proteínas, e a sua falta na alimentação poderá ser causadora de má formação ou demora no empenamento.</p>
<p><strong>3 – O início da pigmentação com corante &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Depois que os filhotes são separados dos pais ao redor dos 30 dias, já estando bem emplumados, serão normalmente postos em voadeiras e aí começará o criador a ministrar-lhe corante. Por experiência se pode recomendar que se for desejada a separação por sexo que seja feita nessa data, observando-se as máscaras levemente marcadas, porque depois, como a pigmentação ocorre em etapas, é mais difícil diferenciar os filhotes que serão quase brancos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Muitos falam em ser aos 45 dias o período inicial de fornecimento de corante, mas experiências mostram que após os 30 dias já estarão com a formação adequada das penas longas, não necessitando mais a alimentação ‘branca’.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Nesse período e nos seguintes, deve-se cuidar para que os mosaicos não percam penas e nem as quebrem e por isso as populações nas gaiolas deverão ser baixíssimas. Poucos pássaros e muitos poleiros!</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A dosagem para a adequada coloração é de 10 a 12 g de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/cantaxantina.html" target="_blank">cantaxantina a 10% (Carophyl Red DSM ou Lucantin Roj Basf, por exemplo)</a> por kg de farinhada pronta.</p>
<p><strong>4 – A revisão final &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Quando os pássaros já estiverem coloridos nas áreas de eleição (máscara, ombros e uropígio) pode-se cessar o fornecimento de corante e retirar as plumas quebradas ou as que não hajam sido coloridas durante o período anterior, especialmente as de cima dos ombros, normalmente amarelas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Suas penas longas serão bastante claras e perfeitamente adequadas aos critérios exigidos em concurso, e agindo-se dessa maneira, eventuais dificuldades de manejo serão facilmente resolvidas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mesmo que não seja fácil a criação dos vermelhos mosaicos com esses novos parâmetros, a beleza desses pássaros certamente compensará o esforço dos seus dedicados criadores.</p>
<p><strong>Por: <i>Paulo César Löf  Juiz OBJO</i></strong></p>
</div>
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		<title>Entendendo as Cores dos Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 03 Apr 2014 23:50:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário belga]]></category>
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		<category><![CDATA[canário mosaico]]></category>
		<category><![CDATA[Canários]]></category>
		<category><![CDATA[identificar cor do canário]]></category>
		<category><![CDATA[loja virtual canários]]></category>
		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[tabela de cores canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>CORES DOS CANÁRIOS Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários. Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática. Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">CORES DOS CANÁRIOS</h2>
<p style="text-align: justify;">Intitulamos canários de cor (grupos) por termos a certeza de ser mais fácil conhecer todas as cores dos canários se dividirmos em grupos, com essa sistemática ficou mais fácil conhecer os canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto, vamos ao estudo dessa sistemática.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar, necessitamos conhecer as três cores tradicionais que são: <strong>Branco, Amarelo e Vermelho.<br />
</strong><br />
Segundo, conhecer os quatro tipos que são: <strong>Negro Marrom Oxidado (azul, verde e cobre), Ágata, Isabel e Canela.<br />
</strong><br />
Terceiro, conhecer e diferenciar as três categorias que são: <strong>Intenso, Nevado e Mosaico.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Após um bom conhecimento desses pontos fundamentais: cor, tipo, categoria e dominarmos bem esses conceitos teremos condições de conhecer todas as cores da nomenclatura oficial da canaricultura.</p>
<p style="text-align: justify;">Essa forma de propor esse tipo de aprendizado é diferente dos demais, pois somos taxativamente contra mostrar o canário e falar qual sua cor, o nosso objetivo é aprender a reconhecê-lo o que se torna mais fácil.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Amarelos</b>: São todos os canários que possuem amarelo visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles podem ser: Amarelo, Verde, Canela, Ágata e Isabel e deverão estar enquadrados na categoria Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Brancos</b>: São todos os canários que possuem branco visíveis nas penas, independentemente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Branco, Azul, Ágata e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado e Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Vermelhos</b>: São todos os canários que possuem vermelho visível nas penas, independente de pertencerem à linha clara ou escura, eles são: Vermelho, Cobre, Canela e Isabel e deverão pertencer às categorias: Intenso, Nevado ou Mosaico.</p>
<p style="text-align: justify;">Conforme podemos verificar os pássaros são os mesmos, diferenciando apenas na cor do lipocromo. O desenho da marcação dos pássaros da linha escura são sempre os mesmos para cada tipo: Negro- Marrom Oxidado (cobre, azul e verde), Canela, Ágata e Isabel.</p>
<p style="text-align: justify;">Com esses conhecimentos na prática, já é possível identificar todas as cores dos canários clássicas. E, as cores novas nada mais são do que fatores que atuam sobre as melaninas e cores que podem ser: Opalino, Pastel, Recessivo, Marfim e Ino, podendo ser agrupados em dois fatores de inibição &#8211; &#8220;Recessivo e Marfim&#8221;, um fator de redução &#8211; &#8220;Pastel&#8221; e outro de oxidação &#8211; &#8220;Opalino&#8221; Vamos agora descrever esse fatores:</p>
<p><b>1) Recessivo</b>: Apresenta só nos canários de lipocromo branco e indica a ausência de lipocromo amarelo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>2) Marfim</b>: Aparece com uma inibição parcial do lipocromo, causando um esmaecimento da intensidade dos mesmos e atua sobre os lipocromos.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>3) Pastel</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator pastel é responsável por uma redução e dispersão do negro e do marrom, se observamos um canário pastel temos a impressão de ver um canário sujo.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>4) Opalino</b>: Só ocorre em canários da linha escura. O fator opalino é responsável por uma oxidação e inversão das melaninas negras da parte superior das penas para a inferior, centralizando ou condensando sobre o canal medular inferior. As melaninas negras.</p>
<p style="text-align: justify;">Pode haver ainda a combinação entre esses fatores: Recessivo com Pastel e Opalino e, Marfim com Pastel e Opalino,<br />
Nunca devemos combinar os fatores Pastel com Opalino por serem antagônicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Ainda temos os Inos que são, designação dos canários de olhos vermelhos, sendo ainda divididos em dois fatores, os ligados ao sexo e os de sexo livre. Muitas confusões são feitas e notadas sobre esses pássaros, mas é muito fácil de entendê-los, basta seguir um relacionamento lógico.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Ino</b>: Qualquer canário de olho vermelho exclusivamente da linha clara nos lipocromos (amarelos, brancos e vermelhos).<br />
Somente o criador pode saber se é ligado ao sexo livre.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Acetinado</b>: Canários de olhos vermelhos ligados ao sexo, essa denominação poderá ser feita aos canários de linha clara e escura.</p>
<p style="text-align: justify;"><b>Feo Ino</b>: Canários de olhos vermelhos, sexo livre só ocorre em canários da linha escura. Tentando clarear mais, nos Inos temos:</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Acetinado linha clara: Albinos, Lutinos e Rubinos.</li>
<li>Acetinados linha escura: Prateados, Amarelos e Vermelhos.</li>
<li>Feo Ino: Só ocorre na linha escura: Albino, Lutino e Rubino.</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Agora já conhecemos 100% da nomenclatura oficial e será fácil identificar as cores de todos os Canários.</p>
<p style="text-align: justify;">Perguntas para a classificação de qualquer canário.</p>
<p style="text-align: justify;">1) É da linha clara ou escura?</p>
<p style="text-align: justify;">2) Qual a cor do lipocromo?</p>
<p style="text-align: justify;">3) Qual a categoria?</p>
<p style="text-align: justify;">4) É oxidado negro-marrom. Tem pés e bico pretos?</p>
<p style="text-align: justify;">5) É oxidado canela?</p>
<p style="text-align: justify;">6) É diluído negro-marrom? Tem bigodes negros?</p>
<p style="text-align: justify;">7) É diluído canela?</p>
<p style="text-align: justify;">8) Tem lipocromo esmaecido?</p>
<p style="text-align: justify;">9) Tem ausência de lipocromo amarelo sobre o branco?</p>
<p style="text-align: justify;">10) Tem olhos vermelho?</p>
<p style="text-align: justify;">11) Tem melanina invertida?</p>
<p style="text-align: justify;">12) Tem diluição nas marcações negras e canelas?</p>
<p style="text-align: justify;">13) Tem olhos vermelhos e marcação perolado nas costas?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>RESUMO:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Recessivo: Branco sem amarelo, aparece nas linhas clara e escura.</li>
<li>Marfim: Inibição do lipocromo atua no branco, amarelo e vermelho.</li>
<li>Pastel: Só linha escura &#8211; Redução das melaninas.</li>
<li>Opalinos: Só linha escura &#8211; Oxidação e inversão das melaninas.</li>
<li>Acetinado: Olho vermelho, linha clara e escura.</li>
<li>Feo Ino: Olho vermelho, linha escura (Perolado).</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong style="line-height: 1.5em;">CATEGORIA:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Intenso: Cor uniforme por todo corpo.</li>
<li>Nevado: Cor recebeu uma névoa por todo o corpo.</li>
<li>Mosaico: Zonas demarcadas e distintas diferentes nos machos das fêmeas.</li>
</ul>
<p><strong>Fonte: </strong></p>
<div><strong>Fonte: José Giordano Penteado</strong></div>
<div><strong>Revista Pássaros 1999</strong></div>
<div>
<hr />
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="color: #ff0000;">Para Colorir Canários Vermelhos, é utilizado a CANTAXANTINA na FARINHADA.</span></strong></p>
</div>
<div>10 gramas de Cantaxantina + 1kg Farinhada</div>
<div></div>
<div style="text-align: justify;">Cantaxantina é aditivo pigmentante para colorir pássaros com fator vermelho. Modo de usar &#8211; dose: 10 gramas por kg de ração ou farinhada. Não pode sofrer ação de calor, ou ser misturada à grandes quantidades de óleo. Não oferecer junto com leite, e evite mistura de sementes muito oleosa na alimentação dos pássaros.</div>
<div></div>
<div>Suplemento alimentar à base de cantaxantina, que promove uma intensa e uniforme coloração vermelha aos pássaros.</div>
<div></div>
<div></div>
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