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	<title>Mundo dos canarios &#8211; Canários Belga &#8211; Criação, Reprodução, Alimentação, Doenças, Dicas</title>
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	<description>Tudo Sobre Canários Belga</description>
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		<title>Colorindo canários amarelos com luteína</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 17:51:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[Destaques]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>A canaricultura vem avançando dia a dia, e os pássaros levados a concurso são cada vez melhores, mais selecionados, e, na maioria das vezes, os vencedores se distanciam muito pouco dos demais, especialmente na linha clara, onde os detalhes fazem a diferença. Tenho cisto muitos artigos sobre a coloração de [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>A canaricultura vem avançando dia a dia, e os pássaros levados a concurso são cada vez melhores, mais selecionados, e, na maioria das vezes, os vencedores se distanciam muito pouco dos demais, especialmente na linha clara, onde os detalhes fazem a diferença. Tenho cisto muitos artigos sobre a coloração de canários vermelhos e creio que esse assunto já está bem consolidado e as orientações gerais são de conhecimento e acesso a todos os criadores interessados. Por outro lado, teme chamado a atenção não haver na mesma quantidade orientação para a coloração correta dos canários amarelos (sem fator vermelho), considerando-se que hoje os planteis de concurso estão sujeitos a manejo e alimentação específicos para a melhor expressão de seus campeões.</p>
<p>A cor dos canários amarelos Na coloração dos canários amarelos de concurso, busca-se a máxima e expressão do lipocromo, através de sua qualidade-pureza e quantidade. A pureza seria a tonalidade do lipocromo, que nos amarelos (tanto marfins quanto clássicos) seria o tom amarelo limão, afetado pelo fator ótico azul. Portanto, será penalizado tanto o amarelo dourado quanto o amarelo apagado, em clássicos e marfins, e até mesmo o lipocromo que se confunda com o amarelo clássico no caso dos marfins. A quantidade está relacionada com a expressão do lipocromo no pássaro. Quanto mais lipocromo houver na plumagem, melhor. Isso se reflete na distribuição do mesmo. Nos intensos, haverá a distribuição uniforme por toda a extensão das penas; nos nevados, haverá lipocromo até o inicio da névoa e nos mosaicos, intensidade nas zonas de eleição. Por isso, pode haver canários de péssima qualidade, mas com grande quantidade de lipcromo, e vice-versa.</p>
<p>OS ALIMENTOS E AS DIFERENTES ESPÉCIES DE CORANTES A alimentação dos narários, além dos ingredientes alimentares como proteínas, carboidratos, gorduras, possui pigmentos de origem vegetal – os carotenoides, divididos em dois grupos: os carotenos e as xantofilas. O caroteno só após ser quebrado por uma enzima e transformado em retinol (vit. A) é reabsorvido, passa pelo fígado e se espalha pelo sistema circulatório, não concorrendo, portanto, para a pigmentação do canário. Para nossos pássaros, de maneira simplificada, as xantofilas são os mais importantes pigmentos, e, entre essas, a luteína e a zeaxantina são as que formam principalmente as cores desejadas em nossos amarelos. A zeaxantina e a luteína, após serem ingeridas nos alimentos fornecidos aos canários, passam facilmente pelas paredes intestinais e se espalham pela corrente sanguínea, sendo que o seu principal veículo são os lipídios ou gorduras, e por isso chamamos comumente de LIPOCROMOS as cores desses pássaros. Parte da luteína e da zeaxantina passa diretamente ao bulbo de pluma em formação, para ser disponibilizada na plumagem, e parte acumula-se no tecido adiposo do</p>
<p>pássaro. Após ser transformadas, aderem à pele, onde se formam as papilas das penas e assim se fundem às plumas em formação, tornando o canário amarelo. Compreendido esse mecanismo de fixação do corante amarelo através dessa simplificada explicação, e importante que seja compreendido também como se fará com que os pássaros sejam coloridos da forma correta, através dos alimentos que lhe forem fornecidos. Tradicionalmente, os canários são alimentados com uma mistura de sementes (composta de alpiste, aveia descascada colza ou canola, nabão, linhaça, perila, etc.), de uma farinhada feita de milho branco ou amarelo, arroz, farelo de soja, ovos, frutas              e verduras. Pois bem. Se considerarmos que os principais pigmentos são a zeaxantina e a luteína, também já devemos considerar que, atualmente, já se percebeu que a tonalidade desejada aos nossos amarelos provem da utilização de alimentos com alto teor de luteína e baixo teor de zeaxntina. Como orientação e panorama geral com base no uso mais comum de verduras no Brasil, é importante demonstrar os seus níveis aproximados, conforme a tabela abaixo:</p>
<table class="MsoTableGrid" style="border-collapse: collapse; border: solid windowtext 1.0pt;" border="1" cellspacing="0">
<tbody>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Alimento</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Luteína por kg</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Zeaxantina por kg</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Couve folhas</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,39g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,22g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Espinafre</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,10g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,003g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Brócolis</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,02g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,01g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Milho in natura</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">5,00g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">7,9 a 22,9g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Milho cozido</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">2,79g a 5,47g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">11,0g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Suco de laranja</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,004g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,008g</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
<tr>
<td style="vertical-align: top; width: 64.75pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Ovos</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">0,02g</span></span></span></span></p>
</td>
<td style="vertical-align: top; width: 64.8pt;">
<p style="margin-left: 0cm; margin-right: 0cm;"><span style="font-size: 11pt;"><span style="font-family: Calibri,sans-serif;"><span style="font-size: 9.0pt;"><span style="font-family: 'Arial','sans-serif';">Muito variável</span></span></span></span></p>
</td>
</tr>
</tbody>
</table>
<p>Assim, deve-se cuidar para que os canários recebam o alimento que mais ressalte as suas qualidades cromáticas e menos interfira no resultado tido como desejável pelo criador, ou seja, alimentos ricos em luteína e pobres em zeaxantina.</p>
<p>As observações feitas na prática Atualmente, a luteína tem sido largamente utilizada como fonte de pagamento amarelos, e hoje, pode-se afirmar que os canários amarelos de concurso de maior expressão são geralmente pigmentados com base nesse produto. A zeaxantina, por seu turno, tem sido ligada às tonalidades douradas ou pelo menos mais carregadas do lipocromo, com menos fator ótico azul, e por isso, alimentos como o milho amarelo tem sido cada vez mais retirados da dieta dos canários sem fator, mesmo os marfins, que ate há pouco jugava-se beneficiados pelo lipocromo de tonalidade excessiva (ou passada, como dizemos). Como no caso do uso da cantaxantina na pigmentação dos canários vermelhos, originalmente a pigmentação artificial de canários amarelos sofreu uma resistência</p>
<p>dos que acreditavam ser essa maléfica em relação á tonalidade dos pássaro, porem, com seu uso e com a seleção em concursos dos pássaros para a tonalidade ideal (o amarelo limão) houve a consolidação da sua utilização. Ambos o corante vermelho e amarelos foram produzidos e testados em sua origem para a alimentação de galinhas poedeiras e de frangos, visando a pigmentação da pele dos frangos e das gemas dos ovos, já que os alimentos fornecidos in natura não conseguiam fazer com que houvesse coloração semelhante aquela obtidas em condições de via natural. Por outro lado, mesmo que difundindo seu uso entre os criadores mais experientes e atualmente com resultados comprovados, ainda há muitas duvidas a cerca da forma de utilização e das dosagens empregadas. Para tentar desvendar a real influência das dosagens de luteína, foi conduzido um</p>
<p>experimento em pássaros amarelos intensos e nevados, filhotes, normais e marfins, selecionados, de padrão de concurso, alimentados durante 100 dias por farinhada completamente isenta de pigmentos amarelos, à qual foi adicionada luteína na dosagem de 10 g/kg de farinhada pronta. Esses pássaros não receberam outros alimentos ou grãos nesse período. Outros lotes de adultos selecionados no ano anterior pela sua qualidade de lipocromo, todos de lipocromo aparentemente semelhante antes da muda, foram manegados com a mesma farinhada, a mesma dosagem de luteína, e receberam mistura de grãos tradicional (alpiste, canola, nabão, niger e linhaça). Nenhum dos lotes recebeu verduras ou frutas de qualquer tipo. Os resultados foram surpreendentes! Em ambos os lotes, a imensa maioria dos pássaros apresentou lipocromo amarelo vivo e brilhante, de padrão de concurso. Porém, surgiam alguns pássaros de tonalidade abaixo do desejado (chamados de apagados) e a cima (chamados de passados), mesmo nos filhotes, onde, lembre-se, a única fonte de alimentação era a farinhada pigmentada com luteína, o que exclui a possiblidade de preferencia na dieta. Ou comia, ou comia. Na imagem, esse gradação é bem evidente: na esquerda para a direita, temos uma fêmea amarela nevada com coloração deficiente, uma com coloração ideal e outra com coloração carregada. Não se analisa a categoria (nevação), mas assim a variedade (cor de findo amarela). “ uma das vantagens do uso da luteína foi possibilitar a correta pigmentação dos adultos após a cria, fazendo que possam ser novamente selecionados conforme a sua qualidade de lipocromo e também que possam ser vendidos adequadamente coloridos. “</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="aligncenter size-medium wp-image-5614" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-300x135.jpg" alt="Colorindo canários Amarelos com luteína" width="300" height="135" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-300x135.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-768x345.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-700x315.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-260x117.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa-150x67.jpg 150w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2017/08/aaaaa.jpg 1032w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Uma das marcas da luteína resultou em canários fortemente dourados no primeiro instantes, revertida parcialmente em alguns, após o amadurecimento completo da plumagem, enquanto que com o uso de outra as plumas já nasceram na tonalidade final e desejada do amarelo. Em outras palavras, em uma as penas nasciam douradas e depois suavizavam em parte, ficando amarelas, enquanto que em outra, com melhores resultados, as penas já nasceram na tonalidade desejada e com superior uniformidade. Em ambos os casos, houve a arranquia de plumas quebradas ou mal coloridas das asas e cauda (rêmiges e tetrizes), pois no ninho não foi fornecida a luteína. Também nesses dois casos, houve grande variabilidade de pigmentação das penas longas de cauda e asas. Os pássaros que apresentavam as caudas e asas naus bem coloridas provinham de linhagens selecionadas com base também nesse critério. A alimentação com luteína faz com que as plumas longas, logicamente, sejam mais pigmentadas do que seriam sem o seu funcionamento, como se dá com as demais penas do pássaro, mas não resulta em pássaros com a pigmentação ideal se não possuírem essa condição. Esses dois lotes também foram comparados com outro lote de canários que receberam, além de luteína, verduras diariamente (couve, principalmente), e a impressões advindas dessas comparações são as seguintes: 1° &#8211; Nem todos os pássaros são capazes de absorver e sintetizar da mesma maneira a luteína fornecida através de suplementos, e, por isso, alguns pássaros, mesmo que recebam a alimentação de maneira acertada poderão apresentar lipocromo deficiente em tonalidade ou quantidade. 2° &#8211; As verduras, diante da presença de mais o menos zeaxantina e luteína, tornam mais difícil a seleção dos lipocromos, pois aparentemente mascaram com a quantidade de lipocromo a sua falta de qualidade e, principalmente, não se consegue manter uma alimentação com níveis constantes e exatos de luteína. 3° &#8211; As fontes de luteína usadas como aditivo são altamente variáveis na sai concentração e qualidade, e aparentemente, os veículos utilizados para a sai diluição podem conter também altos níveis de Zeaxantina. 4° &#8211; A seleção do plantel só poderá ser feita após a padronização do uso desses aditivos e da alimentação dos pássaros, por qualquer variabilidade poderá gerar resultados indesejados. 5° &#8211; A pigmentação ideal das asas e caudas dos pássaros está mais ligada à seleção das linhagens e indivíduos do que à alimentação. 6° &#8211; A quantidade da luteína a ser adicionada varia de acordo com a dieta fornecida aos pássaros e a qualidade de sua fonte. Foram usadas dosagens de 3 a 10 g/ kg de farinhada seca. Uma das vantagens do uso de luteína foi possibilitar a correta pigmentação dos adultos após a cria, fazendo que possam ser novamente selecionados conforme a sua qualidade de lipocromo e também que possam ser vendidos adequadamente coloridos. Nos filhotes de ninho, a luteína adicionada a farinhada dos pais reduz a necessidade de arranquia de plumas mal pigmentadas, traduzindo em bem estar dos pássaros e adequada seleção dos exemplares que não forem destinados aos concursos. Dessa forma, a luteína resulta em uma forma prática e econômica de pigmentação de canários amarelos, pois não exige do criados o gasto diário e a estressante busca de verduras para adicionar na alimentação de seus pássaros, ressaltando-se também que possibilita um esquema fácil de manejo e alimentação, na qual os níveis de luteína  serão constantes e não sujeitos a disponibilidades e sazonalidades.</p>
<p>Retirado da Revista Brasil Ornitológico Nº107</p>
<p>Colorindo canários Amarelos com luteína Por Paulo César Lof – Juiz FOB/OBJO</p>
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		<title>Cisto de Penas em Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Aug 2018 15:08:49 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Destaques]]></category>
		<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Cisto de Penas em Canários. O presente artigo relata a ocorrência de “Cisto Epidermoide” (“Cisto de Penas” ou “Bola”), em canários das raças “Norwich” e “Gloster”, de caráter hereditário ou induzido por traumas, encontrando um fechamento do folículo e a presença de um conteúdo queratináceo. O tratamento mais eficaz é [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cisto de Penas em Canários. O presente artigo relata a ocorrência de “Cisto Epidermoide” (“Cisto de Penas” ou “Bola”), em canários das raças “Norwich” e “Gloster”, de caráter hereditário ou induzido por traumas, encontrando um fechamento do folículo e a presença de um conteúdo queratináceo. O tratamento mais eficaz é através da remoção cirúrgica, por um especialista capacitado na área (médico veterinário), para não haver a possibilidade de hemorragias em vasos sanguíneos ao redor do cisto.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-5583 alignright" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-300x225.jpg" alt="cisto de pena em canários" width="300" height="225" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-300x225.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-195x146.jpg 195w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-50x38.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários-100x75.jpg 100w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canários.jpg 640w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;">Há também relatos de casos para o tratamento de cistos de penas com 0 uso de medicamentos na água de beber (bebedouros) e na farinhada. Um fator importante é a retirada dessas aves da reprodução.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>INTRODUÇÃO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>O que é &#8220;Cisto de Penas&#8221; ou &#8220;Bola&#8221;? </em></strong></p>
<p style="text-align: justify;"><em>Uma massa firma encontrada geralmente no topo da asa, que consiste em uma pena encravada que continuou crescendo, enrolou-se e formou uma bola sob a pele. O folículo se apresenta muito distendido e inflamado sobre o cisto.</em></p>
<p style="text-align: justify;">O cisto de penas ou &#8220;caroço hereditário&#8221; em canários pode ser hereditário ou induzido por traumatismos no desenvolvimento anormal do folículo e da haste da pena se curvando para dentro da epiderme.</p>
<p style="text-align: justify;">O cisto epidermoide também é denominado como cisto de inclusão epidérmico ou cisto infundibular. Os cistos surgem no infundíbulo do folículo piloso e são envoltos por epitélio estratificado escamoso, com uma camada de células granulares, como na porção superior do folículo normal. Levando a um quadro de foliculite, provocando um processo de dermatite ulcerativa. Devido à má formação da plumagem, o aparecimento de cistos de penas são decorrentes a traumas, má nutrição, processos virais, bacterianos ou infecções parasitários.</p>
<p style="text-align: justify;">Macroscopicamente observa-se uma <span style="line-height: 1.5;">massa firme, amarela e de formato </span><span style="line-height: 1.5;">globular. </span><span style="line-height: 1.5;">Histologicamente caracteriza-se pela </span><span style="line-height: 1.5;">presença de lâminas de queratina </span><span style="line-height: 1.5;">dispostas em camadas circulares. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="line-height: 1.5;">DESENVOLVIMENTO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</span></strong></p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-5584 alignright" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-300x240.jpg" alt="cisto de pena em canário belga" width="300" height="240" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-300x240.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-183x146.jpg 183w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-50x40.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga-94x75.jpg 94w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/08/cisto-de-pena-em-canário-belga.jpg 578w" sizes="(max-width: 300px) 100vw, 300px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Os cistos cutâneos são caracterizados </span><span style="line-height: 1.5;">por um espaço epitelial circundado por </span><span style="line-height: 1.5;">conteúdo queratináceo, de forma </span><span style="line-height: 1.5;">isolada (único), ou de forma múltipla, </span><span style="line-height: 1.5;">sendo observados mais nas asas, no </span><span style="line-height: 1.5;">dorso ou no peito das aves. </span><span style="line-height: 1.5;">A textura do material dentro do cisto </span><span style="line-height: 1.5;">irá variar de acordo com o estado </span><span style="line-height: 1.5;">evolutivo. Cisto maduro possui um </span><span style="line-height: 1.5;">material queratinoso seco, sendo um </span><span style="line-height: 1.5;">cisto maior, mais duro e menos </span><span style="line-height: 1.5;">vascularizado. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><span style="line-height: 1.5;">Dentre as aves mais suscetíveis a esta </span><span style="line-height: 1.5;">anomalia estão os canários das raças </span><span style="line-height: 1.5;">&#8220;Norwich&#8221; </span><span style="line-height: 1.5;">e &#8220;Gloster&#8221; </span><span style="line-height: 1.5;">e seus </span><span style="line-height: 1.5;">descendentes. Outras aves como </span><span style="line-height: 1.5;">Periquitos Australianos e Araras também </span><span style="line-height: 1.5;">são suscetíveis a este tipo de </span><span style="line-height: 1.5;">anormalidade, </span><span style="line-height: 1.5;">sendo raramente </span><span style="line-height: 1.5;">encontrada em Papagaios. Estas raças </span><span style="line-height: 1.5;">são geneticamente selecionadas a </span><span style="line-height: 1.5;">produzirem uma plumagem extra e </span><span style="line-height: 1.5;">acabam sendo predispostas a esta </span><span style="line-height: 1.5;">síndrome. </span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong><span style="line-height: 1.5;">TRATAMENTO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</span></strong></p>
<p style="text-align: justify;">Na remoção cirúrgica dos cistos muito cuidado com os outros folículos ou vasos sanguíneos próximos a região.</p>
<p style="text-align: justify;">No pós-operatório, as asas devem ser imobilizadas para prevenir movimentos, até que ocorra a cicatrização completa.</p>
<p style="text-align: justify;">Os folículos próximos devem ser lavados com solução salina morna, várias vezes ao dia.</p>
<p style="text-align: justify;">Neste procedimento podem ocorrer hemorragias devido a incisão erroneamente, por isso, deve ser realizada por profissionais capacitados (médicos veterinários especializados), podendo ser controladas através de ligaduras com fio não absorvível 6-0 ou através de sutura simples continua da pele com fio não absorvível.</p>
<p style="text-align: justify;">O melhor método incisivo é o uso do bisturi eletrônico para cortar e realizar a hemostasia ao mesmo tempo. Bandagens elásticas são utilizadas para o controle de pequenos sangramentos.</p>
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENÇÃO &#8211; CISTO DE PENAS EM CANÁRIOS</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;">Para evitar que o pássaro adquire uma enfermidade como descrita neste artigo, devemos prevenir com uma alimentação adequada para cada tipo de espécie de ave e o uso de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos.html" target="_blank">vitaminas</a>, <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/avitrin-aminoacidos-para-passaros.html?___SID=U" target="_blank">aminoácidos</a> e <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-minerais-para-passaros.html" target="_blank">minerais</a> na época de entrar na fase da muda. Como preventivo nas deficiências de vitaminas e minerais (Ca e D), podemos citar o <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-minerais-para-passaros.html" target="_blank">Cantolindo Minerais</a> no bebedouro e o <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/cantolindo-omega-3-e-6.html?___SID=U" target="_blank">Cantolindo Ômega 3 e 6</a> na farinhada ou mistura de ração, esse tratamento  deve ser administrado antes da fase da muda. Já no período da muda devemos administrar as <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/dicas-de-uso/muda-de-penas.html" target="_blank">vitaminas específicas para muda de penas, confira aqui as dicas</a>. Não se deve esquecer de trocar a água medicada todos os dias, e sempre higienizar as gaiolas, comedouros e bebedouros.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte:</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Artigo publicado na revista da União dos Criadores de Pássaros de Piracicaba</strong><br />
<strong>Robson de Lima Carvalho &#8211; Médico Veterinário CRMV/RJ: 8541 </strong></p>
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		<title>Canário Rouco ou Parou de Cantar?</title>
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		<pubDate>Sat, 28 Jul 2018 00:00:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Canário rouco ou parou de cantar? Os ácaros causam grandes transtornos em uma criação e às vezes se instalam na traqueia da ave. Quando isto ocorre, o canário começa a ficar rouco, tenta cantar e desafina perdendo a &#8220;voz&#8221; por algum tempo. É duro ver um canário tentar cantar e [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: justify;">Canário rouco ou parou de cantar? Os ácaros causam grandes transtornos em uma criação e às vezes se instalam na traqueia da ave. Quando isto ocorre, o canário começa a ficar rouco, tenta cantar e desafina perdendo a &#8220;voz&#8221; por algum tempo. É duro ver um canário tentar cantar e não poder, principalmente quando outros machos cantam e se exibem e o seu canarinho rouco quer fazer igual e não pode.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-medium wp-image-5567 alignright" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar-219x300.png" alt="canário rouco ou parou de cantar" width="219" height="300" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar-219x300.png 219w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar-106x146.png 106w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar-36x50.png 36w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar-55x75.png 55w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-rouco-ou-parou-de-cantar.png 556w" sizes="(max-width: 219px) 100vw, 219px" /></p>
<p style="text-align: justify;"><em>O Ácaro da Asma–Fole-de-Canário (Sternostoma tracheacolum) e o Ácaro dos Sacos Aéreos das Aves (Cytodites Nudus), são só dois dos muitos ácaros responsáveis pelas dores de cabeça dos criadores de pássaros, principalmente canários.</em></p>
<p style="text-align: justify;">Inicialmente os ácaros se instalam no bico e nas vias aéreas da ave, causando desconforto e fazendo com que os canários cocem o bico nos poleiros e grades da gaiola, às vezes até machucando as narinas e perdendo as plumagens no canto do bico e olhos pelo esforço repetitivo. Posteriormente os ácaros migram para a traqueia da ave. Se os ácaros chegam ao pulmão do canário, este começa a não conseguir comer direito e a emitir chiados e assobios quando respira. Estes chiados aumentam no período noturno e a ave passa a respirar com dificuldade e mantendo o bico aberto.</p>
<p style="text-align: justify;">A ave perde o apetite, narinas obstruídas, bico aberto, rouquidão e catarro, a ave não canta e fica agitada.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>SINTOMAS DE ÁCAROS DE TRAQUEIA EM CANÁRIOS E PÁSSAROS</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Canário começa a cantar cada vez mais baixo</li>
<li style="text-align: justify;">Canário pára de cantar</li>
<li style="text-align: justify;">Ave emite chiados e assobios ao respirar (principalmente a noite)</li>
<li style="text-align: justify;">Bico aberto</li>
<li style="text-align: justify;">Coçar o bico e as narinas no poleiro</li>
<li style="text-align: justify;">Perda de apetite</li>
<li style="text-align: justify;">Ave agitada, agoniada</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>CAUSAS DE ÁCAROS DE TRAQUEIA EM CANÁRIOS E PÁSSAROS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Correntes de ar, aves em local de ar não renovado, bruscas mudanças de temperaturas. Algumas vezes a presença de poeira com ácaro. Poleiros de madeira que não são trocados ou lavados com frequência e acabam se tornando ninho de ácaros, bem como ninhos antigos. (o ninho deve ser trocado 1 vez por ano, ou mais, de acordo com a sujeira dele, e desinfectado).</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PREVENÇÃO CONTRA ÁCAROS DE TRAQUEIA EM CANÁRIOS E PÁSSAROS</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Os ácaros muitas vezes vem com as aves quando você as compra, mas alguns cuidados podem evitar infestações por ácaros e piolhos.</p>
<p style="text-align: justify;">A ração comprada deve ser de boa qualidade e as sementes limpas e sem &#8220;areia&#8221; no fundo do pacote, pois os ácaros podem estar vivendo ali.</p>
<p style="text-align: justify;">Deixar as gaiolas e viveiros longe de correntes de ar também ajuda a evitar ácaros e resfriados, e sempre que os canários forem reproduzir, deixar que eles construam um ninho novo com material limpo para construção. Pois os ácaros se alimentam de restos de pele, penas ou pelos que ficam no ninho antigo.</p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Aves longe de correntes de ar</li>
<li style="text-align: justify;">Poleiros de plástico ou lavados frequentemente</li>
<li style="text-align: justify;">Ninhos novos</li>
<li style="text-align: justify;">Higiene da gaiola sempre em dia</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;"><strong>TRATAMENTO PARA CANÁRIOS E PÁSSAROS COM ÁCAROS DE TRAQUEIA</strong></p>
<p style="text-align: justify;">O Allax (para matar piolhos e ácaros). Deve-se respeitar a dosagem descrita na bula e pingar as gotinhas na nuca da ave, abrindo as penas e colocando o medicamento na pele. Porém, somente o medicamento para matar os ácaros não é suficiente, em conjunto ministre o CantoLindo Vias Aéreas, 10 gotas em meio bebedouro de água até acabar.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: center;"><strong>COMO USAR ALLAX:</strong></p>
<p><a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/cantolindo-vias-aereas-para-rouquidao-em-passaros.html" target="_blank"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5571 size-full aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar.jpg" alt="allax canário rouco parou de cantar" width="609" height="177" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar.jpg 609w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar-300x87.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar-260x76.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar-50x15.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/allax-canário-rouco-parou-de-cantar-150x44.jpg 150w" sizes="(max-width: 609px) 100vw, 609px" /></a></p>
</div>
<div style="text-align: justify;" align="justify"></div>
<div style="text-align: justify;" align="justify">
<p style="text-align: center;"><strong>COMO USAR CANTOLINDO VIAS AÉREAS:</strong></p>
</div>
<div style="text-align: center;" align="justify">
<p style="text-align: justify;"><a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/allax-endectocida-combate-acaros-de-traqueia-em-passaros.html" target="_blank"><img decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5572 size-full aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar.jpg" alt="cantolindo vias aéreas canário rouco parou de cantar" width="609" height="177" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar.jpg 609w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar-300x87.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar-260x76.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar-50x15.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/cantolindo-vias-aéreas-canário-rouco-parou-de-cantar-150x44.jpg 150w" sizes="(max-width: 609px) 100vw, 609px" /></a></p>
</div>
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		<title>Fratura Óssea em Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Jul 2018 02:33:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">0 julgamento é o momento mais esperado para a maioria dos criadores, porém alguns inconvenientes podem ocorrer até essa data, sendo um deles, a fratura óssea. O canário que apresenta irregularidade óssea, como calos ou defeitos de flexura nas canelas, dedos ou asas é severamente penalizado, em caso de deformidades visíveis o Manual pede a desclassificação do mesmo.</p>
<p style="text-align: justify;">Os canários, como todas as aves, possuem os ossos dotados de cavidades, pequenos orifícios que permitem a passagem do ar, por isto são denominados ossos pneumáticos. Estes ossos, devidos tais características associadas às córtices (área mais densa e compacta, localizada na região periférica do osso) muito finas são muito mais propensos às fraturas, e impõe uma grande dificuldade para tratamento e cura.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando ocorre a fratura óssea, inicia um processo biológico complexo que segue padrões específicos de regeneração e envolve alterações na expressão de milhares de genes, denominada cicatrização óssea.</p>
<p style="text-align: justify;">O tecido ósseo tem capacidade para reparação e regeneração em resposta a uma lesão ou tratamento cirúrgico. Ambos os processos envolvem uma complexa integração de células, fatores de crescimento e matriz extracelular. O processo de reparação consiste em restaurar a continuidade dos tecidos lesados, sem necessariamente aumentar o volume ósseo. No entanto, a regeneração é um processo que envolve a diferenciação de novas células e a formação de um novo tecido ósseo resulta em um aumento do volume total de novos tecidos esqueléticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Durante cada uma dessas fases os processos biológicos são regulados por moléculas de sinalização que &#8220;avisam&#8221; ao corpo que ocorreu uma fratura e esta deverá ser corrigida. Essas moléculas podem ser categorizadas em três grupos:</p>
<p style="text-align: justify;">(l)citocinas pro-inflamatórias,</p>
<p style="text-align: justify;">(2) membros da super família do fator de crescimento transformador-beta (TGF-F)</p>
<p style="text-align: justify;">(3) fatores angiogênicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Por esse processo de recuperação depender da inflamação não se deve, em hipótese alguma, utilizar medicamentos que contenham corticoides, tais como Dexametasona, Prednisona e Prednisolona, pois esses, inibiriam o processo inflamatório de modo exacerbado. A consolidação do osso é a regeneração da morfologia e da função do tecido lesado através da produção de nova matriz osteoide, ocorrendo de forma direta ou primaria (não há formação de calo mole ou calo duro) ou na forma indireta ou secundária (espontânea, há formação de calo ósseo).</p>
<p style="text-align: justify;">O uso de fixadores, hastes, pinos e placas é amplamente restrito para algumas aves devido a certas particularidades, tais como, a espessura óssea dos canários, o que pode não colaborar com o tratamento.</p>
<p style="text-align: justify;">Os artigos científicos demonstram que em aves maiores como pombos, gaviões e psitacídeos em geral, o uso de fixadores determina a melhor opção de consolidação de fratura. Porém, os resultados podem variar devido aos diferentes tipos de fraturas, associados aos diversos comportamentos pós- cirúrgico dos pacientes. Outro fator negativo comum nestas técnicas é a anquilose (rigidez de uma articulação) devido à imobilização por longo período.</p>
<p style="text-align: justify;">Em canários há poucos estudos sobre o tratamento de fraturas, e muitas vezes o dono da ave, em busca de ajudar acaba por piorar o quadro clinico da ave, devido ao desespero e a pouca experiência no assunto. No intuito de imobilizar a fratura, é bastante comum o uso de fitas, como esparadrapos e micropore. No entanto, essa prática é altamente complexa e se torna ineficaz sem o auxilio de uma pessoa capacitada, além de não manter a imobilização ideal e ainda permitir o desenvolvimento de uma área com alto potencial de infecção, em casos de fraturas expostas.</p>
<p style="text-align: justify;">Nas últimas décadas, em determinadas cirurgias do campo médico humano e veterinário, foi introduzido como ferramenta o ciano acrilato de etila, que é o principio ativo comum nas &#8220;super-colas&#8221;. E encontrada com o nome comercial de SuperBonder.</p>
<p style="text-align: justify;">Na canaricultura esta cola é eficientemente usada na correção de faturas, estancando a hemorragia no local traumatizado e permitindo a imobilização do membro para a consolidação ideal. Na ocorrência de uma fratura é dever do proprietário da ave buscar auxilio de um médico veterinário. Caso não consiga a ajuda especializada, os primeiros socorros devem ser realizados prontamente para não comprometer a vida do animal.</p>
<p style="text-align: justify;">Em casos de trauma no membro inferior, o pássaro deve ser cuidadosamente contido. Mantenha alto esmero com o membro afetado, não o desloque da posição anatômica encontrada; ato comum entre os leigos para afirmar que houve de fato uma fratura. Leve a ave ferida a uma água corrente limpa e sem pressão. Deixe que o sangue seja enxaguado. Se a hemorragia aumentar, faça leve pressão comum papel absorvente mantendo o posicionamento encontrado. Quando a hemorragia estiver contida deverá ser observado o local da fratura e o posicionamento ideal do membro, utilizando como auxilio os dígitos do pé, lembrando que a porção frontal contem três dedos e a caudal apenas um.</p>
<p style="text-align: justify;">A cola é primeiramente colocada no ponto da fratura, alinhando o eixo comum do osso. Apoie o osso alinhado até a cola secar. Passe a cola novamente sobre o ponto da fratura e o por toda extensão da canela até a base inicial dos dedos. Flexione-a ao abdômen, paralela ao outro membro, colando-a nas penas abdominais.</p>
<p style="text-align: justify;">A maneira com que a perna é posicionada no momento da imobilização permite que o canário apoie os dedos no poleiro, pois os mesmos não estão colados, assim, é iniciado um processo de fisioterapia espontânea. A consolidação da fratura estará completa em torno do 30º dia de imobilização. Nessa fase o canário estará apto a realizar novamente o movimento de extensão do membro 0 que acarreta à descolagem natural da canela com as penas do abdômen.</p>
<p style="text-align: justify;">Se a fratura, por sua vez, ocorrer em membro superior, a imobilização deve ser realizada com o reposicionamento anatômico da asa com o tórax. Cola-se as penas da asa com as penas do flanco médio. O processo de recuperação é semelhante ao dos membros inferiores.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5544 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg" alt="fratura óssea em canários" width="763" height="348" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários.jpg 763w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-300x137.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-700x319.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-260x119.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-50x23.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/fratura-óssea-em-canários-150x68.jpg 150w" sizes="(max-width: 763px) 100vw, 763px" /></p>
<hr />
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5545 aligncenter" src="http://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg" alt="canário com asa quebrada" width="762" height="334" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada.jpg 762w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-300x131.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-700x307.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-260x114.jpg 260w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-50x22.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/canário-com-asa-quebrada-150x66.jpg 150w" sizes="(max-width: 762px) 100vw, 762px" /></p>
<hr />
<p><em><strong>Fonte:</strong></em></p>
<p><em><strong>Artigo extraído da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 50</strong></em></p>
<p><em><strong>Sergio Ricardo Nicolau Martins </strong></em><br />
<em><strong> Medico Veterinário e Juiz Aspirante OBJO </strong></em></p>
<p><em><strong>Alessandra G. Lindquist Nicolau </strong></em><br />
<em><strong>Estudante de Medicina Veterinária </strong></em></p>
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		<title>Não confunda Tarim da Venezuela com Canário!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Jul 2018 19:48:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O Tarim da Venezuela é um pássaro com cerca de dez centímetros de comprimento. O macho tem a cabeça, 0 pescoço, a cauda e asas pretas com manchas vermelhas. No restante do corpo predomina o vermelho. Na fêmea a cor predominante é o cinza claro e nas asas e cauda o cinza escuro. Listras de cor vermelha aparecem no peito e asas. Existem mutações de cor com variação da presença e intensidade do preto e vermelho.</p>
<div id="attachment_5536" style="width: 276px" class="wp-caption alignright"><img aria-describedby="caption-attachment-5536" decoding="async" loading="lazy" class="wp-image-5536 size-medium" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png" alt="tarim da venezuela macho" width="266" height="300" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-266x300.png 266w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-129x146.png 129w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-44x50.png 44w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela-66x75.png 66w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-da-venezuela.png 489w" sizes="(max-width: 266px) 100vw, 266px" /><p id="caption-attachment-5536" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim da venezuela macho</em></span></p></div>
<p style="text-align: justify;">Ele é um pássaro exótico e silvestre da fauna brasileira como muitas pessoas acreditam ser, ele está inserido no grupo dos exóticos raros e no subgrupo dos granívoros americanos e participa de campeonatos ornitológicos por todo pais e pelo mundo.</p>
<p style="text-align: justify;">0 Tarim apesar de ser um pássaro exótico tem características peculiares, que começam desde a alimentação, manejo, reprodução e preparação. Depois de seis anos dedicados à reprodução deste pássaro venho passar um pouco da experiência adquirida ao longo desses anos.</p>
<p style="text-align: justify;">A alimentação do Tarim é à base de sementes, as mais apreciadas por eles são o níger, alpiste e a perila, também uso farinhada, no mercado existem várias marcas que podem ser utilizadas, acrescento à farinhada ovo cozido para deixa-la mais palatável, forneço verdura (almeirão) e água sempre fresca.</p>
<p style="text-align: justify;">O criatório deve ser claro, limpo e arejado, devemos ter um cuidado especial com a temperatura, os Tarins são muito sensíveis ao frio, então precisamos mantê-la sempre amena para evitar problemas que podem ser ocasionados pelo frio e servirem de porta de entrada para doenças. Utilizo gaiolas de metal com pintura epóxi nas dimensões 50 x 28 x 31 cm, comedouros meia lua e bebedouro.</p>
<p style="text-align: justify;">A época de reprodução dos Tarins é a mesma dos canários, aqui na Serra Gaúcha onde tenho minha criação eles começam a nidificar no final de agosto até inicio de janeiro. As fêmeas fazem postura de três a cinco ovos, o período de choco é de treze dias, os filhotes saem do ninho com dezoito dias em média e com trinta dias já estão se alimentando sozinhos e podem ser separados dos pais. As fêmeas fazem de três a quatro posturas/ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Podemos deixar que os Tarins mesmo criem seus filhotes, as fêmeas chocam e tratam bem seus filhotes, mas após 0 sétimo, oitavo dia costumam não deitar mais sobre os filhotes à noite e isso pode acarretar a morte dos mesmos devido ao frio, precisamos estar atentos a essa peculiaridade. É possível utilizar canários como ama-seca, o resultado é satisfatório e pode garantir um número maior de filhotes por casal.</p>
<p style="text-align: justify;">Observação: os manons que são utilizados como amas de praticamente todos os pássaros exóticos não criam filhotes de Tarins, devido ao formato do bico e a maneira de o filhote pedir comida que é igual aos canários erguendo-se e abrindo o bico.</p>
<p style="text-align: justify;">Os filhotes são muito ativos e se desenvolvem rápido, é fácil de identificar o sexo, pois os machos com quarenta, quarenta e cinco dias já começam a mostrar pintas pretas na cabeça e também começam a cantar, cantam muito e alegram o criatório. Com cem, cento e vinte dias já estão com a plumagem definitiva, o vermelho vivo contrastando com o negro chama atenção de qualquer pessoa que visite sua criação.</p>
<p style="text-align: justify;">Comercialmente têm grande potencial, a procura por matrizes é grande e tem um valor agregado interessante.</p>
<p style="text-align: justify;">Espero ter contribuído de alguma forma com os criadores e futuros criadores dessa espécie, que é, sem sombra de dúvidas, uma das mais belas que temos conhecimento.</p>
<div id="attachment_5538" style="width: 810px" class="wp-caption aligncenter"><img aria-describedby="caption-attachment-5538" decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5538" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg" alt="tarim macho fêmea filhote" width="800" height="504" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote.jpg 800w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-300x189.jpg 300w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-768x484.jpg 768w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-700x441.jpg 700w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-232x146.jpg 232w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-50x32.jpg 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/tarim-macho-fêmea-filhote-119x75.jpg 119w" sizes="(max-width: 800px) 100vw, 800px" /><p id="caption-attachment-5538" class="wp-caption-text"><span style="color: #800000;"><em>tarim macho &#8211; fêmea &#8211; filhote</em></span></p></div>
<p><strong><em>Fonte:</em></strong><br />
<strong><em>Artigo extraido da revista da Associação Ornitológica Caxiense ed. 2015, página 8, conforme regulamento do concurso de revistas da FOB </em></strong></p>
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		<title>Prevenindo Doenças em Filhotes de Canários</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Jul 2018 20:53:04 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Prevenindo doenças em filhotes de canários. Os criadores de canários perdem muito o ânimo, quando verificam que seus filhotes estão doentes.  Em contrapartida, os filhotes de canários sofrem muito quando a criação está doente, pois consideramos que todo o criatório necessita de atenção. A finalidade de reconhecer e prevenir as [&#8230;]</p>
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]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Prevenindo doenças em filhotes de canários. Os criadores de canários perdem muito o ânimo, quando verificam que seus filhotes estão doentes.</p>
<p><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-5465 alignright" src="http://canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/prevenindo-doenças-em-filhotes-de-canários.png" alt="prevenindo doenças em filhotes de canários" width="204" height="166" srcset="https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/prevenindo-doenças-em-filhotes-de-canários.png 204w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/prevenindo-doenças-em-filhotes-de-canários-179x146.png 179w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/prevenindo-doenças-em-filhotes-de-canários-50x41.png 50w, https://www.canariosbelga.com.br/wp-content/uploads/2016/07/prevenindo-doenças-em-filhotes-de-canários-92x75.png 92w" sizes="(max-width: 204px) 100vw, 204px" /></p>
<p style="text-align: justify;"> Em contrapartida, os filhotes de canários sofrem muito quando a criação está doente, pois consideramos que todo o criatório necessita de atenção. A finalidade de reconhecer e prevenir as doenças é a geração de filhotes saudáveis e com desenvolvimento pleno de seu potencial genético.</p>
<p style="text-align: justify;">Sintomas gerais das doenças dos filhotes e formas de prevenção e tratamento:</p>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS: </strong></span><strong>COLIBACILOSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agente causador:</strong> Escherichia coli (bactéria Gram negativa)</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas observados nos filhotes</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">“Pinta preta” observada na lateral direita do abdome dos filhotes, na primeira semana de vida (que significa um aumento da vesícula biliar);</li>
<li style="text-align: justify;">a morte embrionária nos primeiros dias de incubação;</li>
<li style="text-align: justify;">a morte de filhotes na primeira semana de vida;</li>
<li style="text-align: justify;">Alta mortalidade de filhotes na primeira quinzena de vida;</li>
<li style="text-align: justify;">Filhotes com crescimento retardado e morte na primeira semana de vida;</li>
<li style="text-align: justify;">Morte de filhotes mais velhos;</li>
<li style="text-align: justify;">Presença de um mancha amarela dentro do abdômen (retenção do saco da gema) observado no abdome dos filhotes no ninho;</li>
<li style="text-align: justify;">Diarreia amarela, fétida, causada por toxemia (nunca foram encontrados casos de diarreia por E.coli em aves, apenas em suínos);</li>
<li style="text-align: justify;">Diarreia por alteração metabólica por insuficiente função hepática e renal;</li>
<li style="text-align: justify;">Má digestão por retardo nas enzimas biliares;</li>
<li style="text-align: justify;">Problemas de filtração e concentração da urina.</li>
<li style="text-align: justify;">Infecções oculares com formação de massas amarelas de pus dentro dos olhos dos filhotes ainda no ninho.</li>
<li style="text-align: justify;">Excesso de uratos na urina (poliuria), urina leitosa;</li>
<li style="text-align: justify;">Dificuldade respiratória; cansaço; alta mortalidade de filhotes; febre;</li>
<li style="text-align: justify;">Falta de apetite; ausência de sede, mesmo com febre;</li>
<li style="text-align: justify;">Cansaço crônico (Doença Crônica Respiratória: Mycoplasma associado a colibacilose); artrites agudas com inflamação e dores articulares.</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS: </strong></span><strong>MYCOPLASMOSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinônimos:</strong> Doença Crônica Respiratória (DRC); “Doença do Peito Seco”.<br />
<strong>Agente causador:</strong> Mycoplasma gallisepticum, Mycoplasma synovei</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">Doença Crônica Respiratória (DRC): O Mycoplasma é o agente primário da Doença Crônica Respiratória (DCR). Os sintomas agudos ocorrem a partir da contaminação secundária de bactérias, por exemplo, Escherichia coli. Os sintomas clássicos iniciais são um quadro respiratório crônico, havendo crises agudas quando há queda de resistência e contaminação secundária. Os sintomas respiratórios são progressivos: as aves apresentam ruídos respiratórios de inspiração e expiração; movimentos respiratórios associados ao movimento da cauda em pêndulo; obstrução de narinas; coriza purulenta e escoriante; alteração da forma e aumento do diâmetro das narinas, muitas vezes de forma irreversível; sinusites crônicas, com destruição dos seios nasais.</li>
<li style="text-align: justify;">Artrites crônicas de difícil tratamento; dificuldade de locomoção; articulações inchadas; queda de imunidade crônica do plantel; aparecimento de várias doenças repetitivas; difícil de tratamento; sintomas inespecíficos de uma única patologia;</li>
<li style="text-align: justify;">Surtos freqüentes de patologias oportunistas, como exemplo a Candidiase (sapinho ).</li>
<li style="text-align: justify;">Mortalidade de filhotes no final da incubação (morte do embrião na fase de eclosão do ovo); filhotes que não conseguem sair totalmente do ovo ou que nascem muito debilitados e fracos. (Observação: não existe casca de ovo muito dura, como dizem os criadores, considerada a causa de morte de filhotes, o problema está na falta de saúde do filhote em quebrar a casca e nascer).</li>
<li style="text-align: justify;">Lesão no saco aéreo na primeira semana de vida, observada ao exame de necropsia do filhote ou do ovo com embrião morto.</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS: </strong></span><strong>SALMONELOSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sinônimos:</strong> Diarréia branca; “Doença da Pinta-preta”<br />
<strong>Agente causador:</strong> Salmonella ssp. Salmonella gallinarum (atinge especificamente aves), Salmonella typhimurium (freqüente em aves silvestres), S.pullorum, S.bareilly, S.anatum, S.enteritidis, S.thompson, S.orinienburg, etc.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li style="text-align: justify;">Forma Aguda: diarréia severa de coloração variável entre a cor castanha a avermelhada; “diarréia branca”, que na verdade, é um excesso de uratos na urina (poliuria); febre; perda de peso; perda de apetite e sede; penas arrepiadas; aves emboladas, mancha roxa ou cor de vinho no abdômen (hepatomegalia), pinta preta no lado direito do abdômen dos filhotes com 1 semana de vida (hiperplasia da vesícula biliar); debilidade de filhotes; morte rápida.</li>
<li style="text-align: justify;">Forma Crônica: Artrites crônicas</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS: </strong></span><strong>COCCIDIOSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agente causador:</strong> Coccidias (Eimeria e Isospora)<br />
<strong>Sintomas:</strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Forma subclínica: Aves que não apresentam sintomas, havendo dificuldade no diagnóstico.</li>
<li>Filhotes: Aves mais susceptíveis e frágeis desenvolvem os sintomas mais característicos da doença: mortalidade de filhotes em crescimento e os filhotes de primeira semana de vida, ainda nos ninhos; perda de peso podendo chegar até a síndrome do peito seco; perda da coloração das penas; doenças concomitantes; diarreia de ninho; diarreia amarela.</li>
<li>Fezes pastosas, ou com muco; diarreia desde amarelada até com estrias de sangue ou pretas (sangue digerido); alimento mal digerido nas fezes, acompanhado de perda de peso; aumento excessivo de apetite, sendo que algumas aves até dormem ou morrem no comedouro; apatia e prostração; penas arrepiadas; “fêmeas suadas” no ninho, causado pela umidade das fezes dos filhotes com diarreia; ninhos úmidos; cloaca dos filhotes suja; problemas de pele e de muda atrasada.</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #339966;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS: </strong></span><strong>MICOTOXICOSE</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Agente causador:</strong> toxinas oriundas do metabolismo dos fungos existentes nos alimentos, fungos estes principalmente do grupo Aspergillus ssp. As toxinas mais comuns nos alimentos são produzidas por: Aspergillus flavus (14 tipos de toxinas), Aspergillus ochracens (ocratoxina do tipo A e B); Fuzarium (produz grande número de toxinas, sendo as mais importantes a Zearalinona e a Trichothecena). São toxinas termoestáveis, ou seja, não são destruídas por nenhuma forma de calor, não existe antídotos contra elas, apenas adsorventes e inibidores para serem usados nos alimentos (ver texto abaixo). Estes fungos acometem qualquer tipo de sementes e cereais, e são destruídos pelo calor. Aquecendo as sementes, tostando ou deixando ao sol, podemos ter uma semente novamente sem fungo, mas as toxinas que já foram produzidas nunca serão destruídas. Estas toxinas são acumuladas no organismo da ave a cada ingestão de alimentos. Para sua desintoxicação, a ave demora 4 meses, pelo menos, para eliminar todas as micotoxinas e deixar os órgãos se regenerarem.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Sintomas: </strong></p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>Fatores de influência: Os sintomas dependem: do tipo de fungo; do tipo de toxina; da quantidade ingerida; do tempo de manutenção deste alimento contaminado na criação; das condições de manejo geral do plantel; da qualidade do balanceamento nutricional; do estado de saúde geral das aves; da fase da vida que a ave se encontra.</li>
<li>Filhotes: Diminui o ritmo de crescimento dos filhotes; mortalidade de filhotes no início da incubação; mortalidade de filhotes na primeira semana de vida; morte de jovens e adultos posteriormente aos filhotes. Inicialmente letargia; anorexia; redução do crescimento; penas arrepiadas e asas caídas. Posteriormente, ataxia motora; opistotonos e convulsões.</li>
<li>Geral: Hematomas por fragilidade capilar; morte em 24 horas em casos de grave contaminação; aumenta riscos de infecções secundárias. A micotoxina denominada ocratoxina causa mortalidade alta nas primeiras 24 horas, principalmente por causar lesões renais graves (fezes brancas grudadas na cloaca, a ave força a cauda para baixo, como para limpar a cloaca). A micotoxina F2 produzida pelo Fuzarium, causa queda na postura. A mortalidade pode variar, porém dentro de padrões altos.</li>
</ul>
<hr />
<p style="text-align: justify;"><span style="color: #008000;"><strong>PREVENINDO DOENÇAS EM FILHOTES DE CANÁRIOS:</strong></span></p>
<p style="text-align: justify;"><strong>PREVENÇÃO E TRATAMENTO DESTAS DOENÇAS:</strong></p>
<ul>
<li style="text-align: justify;">Prevenindo Doenças em filhotes de canários: O filhote hidratado revigora-se após as fases de debilidade, doença, susto ou choque térmico; consegue restabelecer as defesas orgânicas durante períodos de mudanças bruscas de temperatura, doenças gastro-intestinais, durante e após o tratamento de doenças infecciosas e após uso de antibióticos. Use o soro antistress e soro de torneio Hidrafort na dose de 1 grama em 50ml de água até 10 dias.</li>
<li style="text-align: justify;">A coccidiose é uma grande causa da morte de filhotes de primeira semana de vida e filhotes no desmame (usamos em nosso criatório o <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/coccinon-vitasol-pote-com-21-capsulas-14-7g.html?___SID=U" target="_blank">Coccinon Vitasol</a> na dose de 20g por litro durante 20 dias, podendo ser usado de forma contínua, e dose de 40 a 60 gramas por litro apenas 4 dias para tratamento.</li>
<li style="text-align: justify;">O <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/saude-e-tratamento/vitaminas-e-suplementos/nalyt-baby-10gr.html?___SID=U" target="_blank">Nalyt Baby</a> é usado no desmame e na primeira semana de vida. Indicamos a realização de exames de fezes no período de muda e na pré-reprodução. Estes produtos são agregados a papinha <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/racao-para-canarios-passaros/papa-para-filhotes/papinha-para-filhotes-energet-plus-com-nalyt-baby-80g.html" target="_blank">Energet Plus</a>.</li>
<li style="text-align: justify;">Probióticos promovem modulação da flora intestinal das aves, e controle da proliferação de bactérias e leveduras patogênicas, que provocam quadros de diarreia. Previne a diarreia de ninho, auxilia na redução da “pinta preta” e na retenção do saco da gema nos filhotes. O uso deve ser anterior ao nascimento dos filhotes pois, prepara a flora do trato digestivo dos pais antes do nascimento dos filhotes, para que estes já recebam alimento com a flora microbiana saudável (ProbLac Plus).</li>
<li style="text-align: justify;">Os ácidos orgânicos incrementam a eficácia alimentar; auxiliam na manutenção da criação nos períodos de stress, estimulam o sistema imunológico, auxiliam nas respostas vacinais, favorecem a conversão alimentar. Prevent é indicado e promove o controle da flora intestinal, diminuindo diarreia, controlam o crescimento de fungo e bactérias dos alimentos; e agem na prevenção e controle da Salmonelose e Colibacilose dos filhotes.</li>
<li style="text-align: justify;">As lesões de patas, a pinta Preta ou Salmonelose e a Colibacilose tem respondido bem a antibióticos de largo espectro e suplementação nutricional, respectivamente Ampicilon (dose de 20 gramas em 1 litro de água 7 dias) e o Rovital-C (dose de 5 gramas em 1 litro 5 a 7 dias seguidos e manutenção 2 vezes por semana na água de bebida dos filhotes e adultos).</li>
</ul>
<p><em><strong>Fonte:</strong></em></p>
<p><em><strong>Stella Maris Benez Médica </strong></em><br />
<em><strong>Veterinária Homeopata </strong></em></p>
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		<title>Canários Fator Vermelho</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 06 Jul 2018 13:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Cores dos Canários]]></category>
		<category><![CDATA[canário vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[canários belga]]></category>
		<category><![CDATA[canários fator vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[como deixar canário vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[comprar cantaxantina]]></category>
		<category><![CDATA[criando canários vermelhos]]></category>
		<category><![CDATA[de onde vem o canário vermelho]]></category>
		<category><![CDATA[o que deixa canário vermelho]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>Tanto se especula em relação à coloração dos canários com fator “canários vermelhos”, especialmente os de linha clara, e são tantas as consultas em busca de um segredo, que terminou motivando esse texto. Longe de almejar ser definitivo, trata-se apenas de relato de experiência na criação desses pássaros e nos [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Tanto se especula em relação à coloração dos canários com fator “canários vermelhos”, especialmente os de linha clara, e são tantas as consultas em busca de um segredo, que terminou motivando esse texto. Longe de almejar ser definitivo, trata-se apenas de relato de experiência na criação desses pássaros e nos julgamentos, restringindo-se unicamente a aspectos práticos.</p>
<p style="text-align: justify;"><img decoding="async" loading="lazy" class="size-full wp-image-4986 alignright" src="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-can%C3%A1rio-vermelho.png" sizes="(max-width: 280px) 100vw, 280px" srcset="http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho.png 280w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-155x146.png 155w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-50x47.png 50w, http://criandocanarios.com.br/wp-content/uploads/2012/07/como-criar-canário-vermelho-80x75.png 80w" alt="como criar canário vermelho" width="280" height="264" /></p>
<p style="text-align: justify;">A orientação freqüente “Não poupe corante, tem que dar direitinho”, deve ser traduzida como ter muito cuidado na sua administração e realmente não fazer qualquer economia indevida que possa prejudicar o resultado final.</p>
<p style="text-align: justify;">Porém, apenas isso não garante a nenhum criador bons resultados, sendo a boa coloração um soma de fatores: dosagem correta de corante + alimentação balanceada + seleção rigorosa.</p>
<p style="text-align: justify;">Considerando que os pássaros devam ter à sua disposição quantidade de pigmento suficiente pára que haja saturação na sua capacidade de assimilação e, assim, possa expressar fenotipicamente o seu potencial genético, é preciso que seja estabelecida uma metodologia de fornecimento, sob pena de faltar algum dos elementos fundamentais.<br />
Inicialmente, a dosagem que tenho utilizado, tanto para a linha clara quanto para os melânicos, é de cerca de 8 a 10g de cantaxantina a 10% (Carophyll Red, da Roche ou Lucantín Rojo, da Basf, p. ex.) para cada kg de farinhada pronta, diariamente, até o concurso. Há criadores que utilizam dosagens maiores ou menores, dependendo da fase do pássaro, mas tal prática é muito difícil para a maioria dos criadores. Então, padronizar parece ser a melhor opção.</p>
<p style="text-align: justify;">É importantíssimo que uma dosagem padrão seja mantida, pois evitará que haja variação na coloração do plantel, o que atrapalhará a seleção. Como saber se determinado pássaro não possui uma boa cor ou se está mal colorido? Simples: certificar-se de que todos consumam o pigmento de modo homogêneo.<br />
Não raro se vê criadores que acasalam pássaros deficientes de lipocromo com a justificativa de que “é filho de um canário campeão e deve ter comido pouco corante…” Na dúvida, descarte. Exceção, lógico, são os adultos, que já foram selecionados quando filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Outro fator que deve ser levado em conta é a qualidade do produto utilizado, sendo importantíssima a seriedade do fornecedor, pois os corantes são facilmente degradáveis e a exposição à luz, ao calor e à umidade os afetam profundamente. Por esse motivo, não são observados bons resultados com a pré-mistura de corante na farinhada para posterior utilização. Sempre se deve adicioná-lo na hora do consumo.</p>
<p style="text-align: justify;">Na papinha dada aos filhotes de ninho é mantida essa mesma dosagem, o que evitará que se tenha que arrancar as penas longas, que já estarão bem coloridas.</p>
<p style="text-align: justify;">O segundo fator é a alimentação balanceada, pois um pássaro mal alimentado nunca conseguirá disponibilizar corretamente o lipocromo em sua plumagem. A plumagem é construída de acordo com os nutrientes disponibilizados, e, assim, um aporte correto de minerais, vitaminas e aminoácidos na hora da muda é de suma importância.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto ao uso do óleo na farinhada, na época da muda, sem querer gerar polêmica, é fundamental, justamente como veículo para melhor absorção e disponibilização do pigmento. Preferencialmente, utilizar o de girassol e o de soja, pelos níveis, principalmente, de vitamina “E”, antioxidante, no primeiro, e de metionina, no segundo. Atua também na agregação de maior brilho `a plumagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O uso da mistura de grãos habitual (alpiste, colza, nabão, linhaça, níger, aveia, etc) não parece interferir na coloração, mas a utilização de verduras, sim. Também o milho amarelo age negativamente, competindo com o pigmento vermelho. Para aprofundar esse entendimento, ver a excelente matéria escrita por João F. Basile da Silva, publicada na Revista Brasil Ornitológico.</p>
<p style="text-align: justify;">O último fator, mas não em ordem de importância, é a seleção rigorosa dos pássaros de plantel. É somente por ela que poderemos chegar a pássaros que muito bem atinjam o nível que nós desejamos. Como já foi dito acima, não é aconselhável acasalar um pássaro (filhote) que não haja apresentado as condições ideais de coloração, ainda que seja oriundo de uma boa família. Como saber se a falta de brilho e a falta de cor não são genéticos? Assim, deve-se preferir pássaros nas suas melhores condições, sempre, o que já será um forte indício de qualidade e de geração de bons filhotes.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, uma recomendação que, ainda que de conhecimento da maioria, merece ser reprisada pela sua importância. Deve ser evitado, para os canários da linha clara, exposição direta ao sol, por períodos prolongados. O ideal é que os pássaros não recebam diretamente a luz solar, pois resultará em amadurecimento precoce da plumagem, com perda na coloração. Por outro lado, essa exposição resulta em aumento no brilho da plumagem, podendo ser dosada quando se tem pássaros que precisam “abrir a cor”, ou seja, o amadurecimento ainda não se deu na época das exposições.</p>
<p style="text-align: justify;">Nos pássaros da linha escura, especialmente nos de melanina negra (cobres e ágatas), o sol faz com que haja uma melhoria no tipo, prejudicando pouco a cor de fundo. Nada, porém acrescentará muita qualidade a quem não a tem. Esses cuidados só farão diferença nos detalhes, possibilitando aos pássaros de boa qualidade que possam expressar todo o seu potencial.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong><em>Paulo Cesar Löf </em></strong><br />
<strong><em>Juiz de canários de cor </em></strong><br />
<strong><em>fob-objo</em></strong></p>
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		<title>Uso do Vinagre de Cridra na Criação Pássaros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 04 Apr 2018 22:57:09 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Doenças em Canários]]></category>
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		<category><![CDATA[mundo dos canários]]></category>
		<category><![CDATA[vinagre de cidra]]></category>
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		<category><![CDATA[vinagre espanta piolhos]]></category>
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					<description><![CDATA[<p>O vinagre é usado desde a antiguidade como panaceia e para manter uma vida saudável. Existem vários tipos de vinagre, vinagre de vinho, vinagre de cereais, vinagre de cidra, este ultimo provem da maçã. O vinagre de cidra é usado na criação de aves, contém sustâncias benéficas, vitaminas, minerais, pectina. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">O vinagre é usado desde a antiguidade como panaceia e para manter uma vida saudável. Existem vários tipos de vinagre, vinagre de vinho, vinagre de cereais, vinagre de cidra, este ultimo provem da maçã.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinagre de cidra é usado na criação de aves, contém sustâncias benéficas, vitaminas, minerais, pectina. Melhora a digestão, destrói bactérias, e tem outros benefícios.</p>
<p style="text-align: justify;">Exemplos de utilização:</p>
<p style="text-align: justify;">Na água em que cozinhamos os ovos, deitar umas gotas de vinagre de cidra, evita que se estalarem quando os mergulhamos, deitem tudo para fora.</p>
<p style="text-align: justify;">Desinfectar verdura – na água em que mergulhamos as verduras depois de lavadas, se adicionarmos 10 gotas num litro de água. Deixar de molho durante 30 minutos, depois enxaguar com água limpa e corrente. Podemos tratar as sementes germinadas com esta solução para prevenir contra, fungos, bactérias e outro germens patogênicos.</p>
<p style="text-align: justify;">Água de beber – 10 ml de vinagre de cidra em 1 litro de água – duas vezes por semana. A finalidade é reduzir o pH e favorecer o desenvolvimento de micro-organismos favoráveis no sistema digestivo.</p>
<p style="text-align: justify;">Água do banho – 10 gotas por litro de água – solução eficaz para prevenir infestação de piolho na plumagem.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinagre de cidra ajuda a manter as aves em condições ótimas, em conjunto com outras medidas. Boas praticas de limpeza e higiene das instalações, acessórios e gaiolas ou viveiros. Água limpa e fresca, comida adequada e fresca todos os dias. Isolamento das aves suspeitas de doença.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinagre de sidra é um produto muito fácil de encontrar, qualquer supermercado, mercearia ou mesmo ervanária têm. E um produto natural. Muitas pessoas utilizam no tempero de saladas e outros alimentados. Quanto a parte ornitológica. O vinagre de sidra faz o mesmo efeito que a colina. Este contem uma substancia a qual se da o nome de “coilina”. Já se sabe que os problemas hepáticos nas aves muitas vezes são provocados por excesso de gordura no fígado, a alteração da flora intestinal (parte que protege o estômago) normal, causa frequentemente infecções intestinais.</p>
<p style="text-align: justify;">Quanto aos benefícios para as aves são vários. Quando as aves estão demasiado gordas por norma costuma se comprar “colina” e fazer-se uma dieta de sementes. Quase todas as sementes são ricas em gordura claro que não ceram todas as sementes, mas muitas são. As sementes ditas sementes pretas (cânhamo, nabo, níger, entre outras) são muito ricas em gordura. As aves mais gulosas se não se tiver algum cuidado acabaram por dar problemas. A ave deixa de comer todas as sementes e começa por fazer uma alimentação pouco adequada comendo só um ou dois tipos de alimentos, por norma sementes pretas. Os primeiros sintomas visíveis a olho nu. São fadiga ao fazer pequenos voos, arfar em dias de muito calor, a ave parece muito forte, o que ate nos parece bem, pois a ave parece maior, dificuldades na criação (as copulas são falhadas) … etc.</p>
<p style="text-align: justify;">A utilização do vinagre de sidra durante alguns períodos do ano vai resolver muitos dos problemas a que me referi entre outros. O vinagre de sidra contem uma substancia “coilina” que é de grande consistência quando ingerida pelas aves e fixa-se nas paredes musculares internas do estômago da ave protegendo o e fazendo que este fique mais forte. Assim pode facilitar na digestão e eliminação das gorduras. Isso pode conseguir-se com a administração de vinagre de sidra. Modo como se deve utilizar. Diluir uma colher cheia de sopa (10ml) por cada litro de água. Repetir esta operação duas vezes por semana, nos outros dias água normal.</p>
<p style="text-align: justify;">O vinagre tem ação repelente e bactericida sem agredir a saúde de seu pássaro por ser natural. As penas ficam vistosas e com brilho intenso.</p>
<p style="text-align: justify;">Em pesquisas que fiz antes de usar o vinagre de maçã só encontrei boas recomendações de vários criadores, em uma das pesquisas há a informação de que o vinagre solta a cola que tem nos ovos dos piolhos se desprendendo assim das penas dos pássaros. Aqui em casa tive sucesso na aplicação em 20 dias de uso. O vinagre de maçã misturado à água também é recomendado para desinfetar  bebedouros, comedouros e gaiolas e pode ser aplicado no pote de banho ou pulverizado sobre os pássaros com auxílio de um borrifador de plantas.</p>
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		<title>Canários Vermelhos Mosaicos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Mundo dos canarios]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 00:02:48 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas. Essa novidade no [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 class="post-title entry-title">COMO COLORIR OS CANÁRIOS VERMELHOS MOSAICOS</h2>
<div style="text-align: justify;">Nos últimos tempos, se gerou uma ansiedade muito grande entre os criadores de canários mosaicos da linha clara, diante das novas regras que obrigam que a sua apresentação em concurso seja sem a pigmentação das remiges e retrizes – penas longas.</div>
<div style="text-align: justify;">Essa novidade no manejo fez surgir muitas dúvidas principalmente no que se refere à data correta de fornecimento e retirada de pigmentantes, já que a coloração das áreas de eleição não deverá ser afetada, devendo ser o mais vermelha possível, como antes. Lembremos que o canário vermelho mosaico é antes de tudo um canário de contraste!</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Através de experiência no manejo de vermelhos mosaicos, das observações durante os julgamentos e também das discussões com outros criadores e juízes, se pode dar algumas informações úteis, as quais detalharemos a seguir:</p>
<p><strong>1 – Manejo de reprodutores na pré-cria &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Considerando que as penas longas deverão ser apresentadas somente sem pigmentação vermelha, poder-se-ia dizer que o manejo dos reprodutores antes da cria seria dispensável, pois mesmo que o amarelo de fundo fosse bastante saliente, não faria diferença. Mas a tendência que se percebe é que têm sido mais valorizados os exemplares com as plumas longas mais claras, com menos expressão de amarelo, tendendo ao branco.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">Os criadores europeus, com mais experiência, em sua grande maioria assim já procedem, preparando seus reprodutores antes da cria para que produzam filhotes de melhores características para concurso.</div>
<div style="text-align: justify;">Portanto, é recomendável que antes do acasalamento, após a sua seleção e término de emplume, as fêmeas sejam deixadas sem consumir pigmentantes vermelhos e também que sejam pouco expostas à coloração amarela, através da redução do fornecimento de alimentos que contenham esses pigmentos, como verduras, gema de ovos, grãos com alto teor de luteína e zeaxantina (nabão, colza, milho, farelo de soja, germe de trigo, etc). Assim, os embriões produzidos (ovos) terão pouco corante nas suas reservas alimentares e as penas jovens crescerão com a cor adequada.</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Normalmente, esse período de antecedência de restrição alimentar para as fêmeas é de 2 a 4 meses.</p>
<p><strong>2 – Os filhotes no ninho &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Durante a fase de ninho, os filhotes de vermelhos mosaicos deverão receber alimentação também com baixíssimo teor de pigmentantes amarelos e nada de pigmentos vermelhos. Dessa forma, até a sua separação também não deverão consumir alimentos como acima exemplificado. Para os criadores essa é a fase de maior cuidado, pois ainda que se busque uma correta alimentação quanto à coloração, se deve usar substitutos alimentares para que não haja carências alimentares.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Como no Brasil nossas farinhadas são produzidas em sua imensa maioria tendo o farelo de soja como fonte proteica, e sendo ele rico em pigmentantes amarelos, é necessário que o criador atente para escolher uma ração que não tenha esse componente ou faça ele mesmo uma ração – farinhada utilizando outras fontes de proteína, como a caseína do leite ou a albumina da clara de ovos. Lembre-se que as penas são quase totalmente formadas por proteínas, e a sua falta na alimentação poderá ser causadora de má formação ou demora no empenamento.</p>
<p><strong>3 – O início da pigmentação com corante &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Depois que os filhotes são separados dos pais ao redor dos 30 dias, já estando bem emplumados, serão normalmente postos em voadeiras e aí começará o criador a ministrar-lhe corante. Por experiência se pode recomendar que se for desejada a separação por sexo que seja feita nessa data, observando-se as máscaras levemente marcadas, porque depois, como a pigmentação ocorre em etapas, é mais difícil diferenciar os filhotes que serão quase brancos.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Muitos falam em ser aos 45 dias o período inicial de fornecimento de corante, mas experiências mostram que após os 30 dias já estarão com a formação adequada das penas longas, não necessitando mais a alimentação ‘branca’.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Nesse período e nos seguintes, deve-se cuidar para que os mosaicos não percam penas e nem as quebrem e por isso as populações nas gaiolas deverão ser baixíssimas. Poucos pássaros e muitos poleiros!</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>A dosagem para a adequada coloração é de 10 a 12 g de <a href="https://www.mundodoscanarios.com.br/cantaxantina.html" target="_blank">cantaxantina a 10% (Carophyl Red DSM ou Lucantin Roj Basf, por exemplo)</a> por kg de farinhada pronta.</p>
<p><strong>4 – A revisão final &#8211; Canários Vermelhos Mosaicos</strong></p>
<p>Quando os pássaros já estiverem coloridos nas áreas de eleição (máscara, ombros e uropígio) pode-se cessar o fornecimento de corante e retirar as plumas quebradas ou as que não hajam sido coloridas durante o período anterior, especialmente as de cima dos ombros, normalmente amarelas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Suas penas longas serão bastante claras e perfeitamente adequadas aos critérios exigidos em concurso, e agindo-se dessa maneira, eventuais dificuldades de manejo serão facilmente resolvidas.</p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Mesmo que não seja fácil a criação dos vermelhos mosaicos com esses novos parâmetros, a beleza desses pássaros certamente compensará o esforço dos seus dedicados criadores.</p>
<p><strong>Por: <i>Paulo César Löf  Juiz OBJO</i></strong></p>
</div>
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		<title>Pinta Preta em Canários Filhotes</title>
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		<pubDate>Sat, 09 Dec 2017 19:53:24 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>PINTA PRETA EM CANÁRIOS Outro tema importante e atual para os criadores é a pinta preta em canários que surge no abdômen dos filhotes e que os levam a morte em pouco tempo. Pesquisando pelos artigos fiz uma compilação interessante que serve como parâmetro para quem vem encontrando problemas na sua [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<h2 style="text-align: justify;">PINTA PRETA EM CANÁRIOS</h2>
<p style="text-align: justify;">Outro tema importante e atual para os criadores é a pinta preta em canários que surge no abdômen dos filhotes e que os levam a morte em pouco tempo. Pesquisando pelos artigos fiz uma compilação interessante que serve como parâmetro para quem vem encontrando problemas na sua criação.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Ponto Negro</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Muitos canaricultores já ouviram falar da pinta preta, e ainda pior, alguns já viram canários seus morrer com esse problema. As poucas coisas que se sabe sobre esta doença são:</p>
<p style="text-align: justify;">&#8211; A pinta preta que aparece na parte lateral direita do abdômen é a vesícula biliar congestionada. Depois da cria morrer a vesícula rompe-se e dela sai a bílis que cobre toda a parede abdominal;<br />
&#8211; Afeta principalmente as crias;<br />
&#8211; As aves nascem já com esse problema.</p>
<p style="text-align: justify;">Atualmente desconhece-se se trata de uma doença contagiosa (vírica, bacteriana ou fúngica) ou um problema metabólico. Investigações recentes realizadas nos EUA parecem demonstrar ser um vírus.</p>
<p style="text-align: justify;">Em qualquer caso, nos aviários afetados deve-se proceder da seguinte maneira:<br />
&#8211; Desinfetar escrupulosamente as instalações assim como todos os utensílios utilizados pelos canários (comedouros, bebedouros, poleiros…);<br />
&#8211; Administração de vitaminas e probióticos para fortalecer as defesas das aves;<br />
&#8211; Aumentar a ventilação do canaril e diminuir o número de aves existentes no canaril;<br />
&#8211; É aconselhável reduzir o número de posturas ou mesmo não deixar as aves fazer criação esse ano.</p>
<p style="text-align: justify;">Existem aves que costumam ter filhotes com o ponto negro e de um momento para o outro criam com normalidade. No ano passado recebi um par de canário de cor que tinham tido problemas com o ponto negro nos filhotes. Enquanto estiveram no meu poder limitei-me a dar complexos vitamínicos e pro bióticos juntamente com uma alimentação variada. A primeira postura teve 4 ovos: 2 férteis e 2 brancos. Na segunda postura também foram 4 ovos: 3 férteis e 1 ovo branco. Todos os ovos férteis vieram a dar filhotes saudáveis enquanto que na época anterior tinham todos morridos com o ponto negro.</p>
<p style="text-align: justify;">São muitas as perguntas que faltam responder:<br />
&#8211; Que fatores desencadeiam a aparição desta doença?<br />
&#8211; Como se contagia?<br />
&#8211; Qual o tratamento?</p>
<p style="text-align: justify;">Parece evidente que os antibióticos não resolvem o problema por isso temos que procurar substancias que aumentem as defesas dos canários para eles próprios ultrapassarem a doença.</p>
<h2 style="text-align: justify;"><strong>A pinta preta 2</strong></h2>
<p style="text-align: justify;">Será que a pinta preta vai aparecer de novo este ano nos meus filhotes? A resposta é muito complexa e a duvida apavora os criadores de canários e fringilídeos do mundo inteiro. As receitas mágicas para resolver ou problema são as mais variadas possíveis, mas os erros de conduta são inúmeros. Costumo dizer sempre em meus atendimentos e mesmos nas aulas que ministro nas Faculdades de Medicina Veterinária que não existe tratamento sem diagnóstico.</p>
<p style="text-align: justify;">Portanto a primeira coisa a se saber é, o que é o “Ponto Preto”? e o que causa esta doença? “Ponto Preto” ou “Pinta Preta’ ou “Black Spot” como é conhecida fora do Brasil é uma doença normalmente visualizada nos filhotes recém nascidos de canários, diamantes, pintassilgos e demais fringilídeos.</p>
<p style="text-align: justify;">O filhote nasce com uma mancha enegrecida puntiforme do lado direito do abdome, normalmente nesses casos o filhote sucumbe em poucas horas, não aceita alimento dos pais, prostrado, apatico e vem a óbito em media 48 horas após o nascimento, existem alguns casos onde é possível observar um filhote ter uma sobrevida maior embora raro. Os autores de artigos, pesquisadores e Veterinários até hoje não chegaram a um consenso, por essa razão quem fizer uma pesquisa na Internet encontrará diversas explicações algumas certas outras completamente equivocadas. A grande verdade é que existem mais de uma causa para a doença e existem doenças semelhantes como é o caso da proventriculite, que apesar de se ler em muitos sites acusada como “Ponto Preto” não tem nada a ver.</p>
<p style="text-align: justify;">A pinta preta é uma infecção na vesícula biliar dos filhotes recém nascidos e na grande parte dos casos é causada por bactérias Gram negativas, sendo a mais freqüente a Eschericia Coli ( Conzo et al, 2004), porem outras bactérias também podem ser as responsáveis. Admite-se que é possível que o Circovirus possa causar tal anormalidade, porem muito menos freqüente e também menos estudado. O Mycoplasma também é freqüentemente causador do Ponto Preto, assim como alguns tipos de coccídeas como é o caso do Atoxoplasma. A causa mais comum é sem duvidas as bactérias, mas como as bactérias chegam até o filhote é a grande questão?</p>
<p style="text-align: justify;">Existem algumas teorias, mas nenhuma definição clássica. O ovo pode já estar contaminado no caso da fêmea ter a presença da Bactéria em seu oviduto, assim como o ovo pode ser contaminado ao passar pela cloaca da fêmea, já que esta é uma abertura comum também ao intestino da ave, e portanto muito contaminada. O ninho também pode ser outra fonte de contaminação do ovo, que pode ser contaminado durante o choco através da presença de contaminações nos forros dos ninhos ou mesmo no material utilizado pelas fêmeas para confeccioná-lo. Existe também a possibilidade do filhote se infectar após o nascimento.</p>
<p style="text-align: justify;">O fato é que diante de uma situação de Ponto Preto, o criador deve procurar ajuda de um Profissional, de um medico veterinário especialista no assunto, que deverá proceder a necrópsia dos filhotes doentes e o envio do material coletado para um laboratório competente para realizar a identificação da bactéria e cultivá-la realizando o teste de sensibilidade da mesma à diversos antibióticos.</p>
<p style="text-align: justify;">Com base no resultado destes exames o veterinário chegará a um tratamento que deverá ser feito no casal que originou os filhotes doentes. O tratamento dos filhotes atingidos pela doença é valido mas nem sempre resulta em sucesso, a maioria dos filhotes após apresentarem os sintomas não resistem à doença. A prevenção utilizando terapias antibióticas pré acasalamento não são recomendáveis, pois podem ser obsoletas e ajudar a criar resistência bacteriana e o criador não tem como saber qual o antibiótico vai ser capaz de atingir a bactéria que talvez exista no oviduto das fêmeas.</p>
<p style="text-align: justify;">A melhor prevenção é a limpeza, gaiolas limpas, ninhos limpos tudo lavado com água e sabão, de preferência não usar desinfetantes, somente quando for indispensável, os forros de ninho quando reutilizados devem ser lavados e desinfetados com água fervente. Uma boa alimentação e hábitos de higiene sem exageros são a maior prevenção dentro de um canaril.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Fonte: UNO &#8211; União Norteriograndense de Ornitologia</strong></p>
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